terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Outras Verdades

Outras Verdades



Nada possa existir... Que seja para sempre
Nada que haja, que tenha um princípio... Seja eterno

Nada que tenha tido um começo... Seja infinito
Nada como igual deixei em versos... No “começo”
Que nada que seja constante... É verdadeiro


                                 
Até os “movimentos”... Eles são falsos
Quem saiba que os sentimentos... Sejam duvidosos
Quem possa com certeza admitir... O indefinido
E acreditar... Que o tiro acerte o ponto
E quem possa prever até que tempo... Dure o equilíbrio
             


Quem que evite... As probabilidades dos “confrontos”
Quem possa olvidar... As possibilidades dos encontros
Desses Spins afins que os “afins”... Separam
Como celebração de vida... Esse “embaraço”
Não adstrito assim, porém... Propensos, juntos



   
Nada que se jure... Seja eterno
Nada que se julgue... Seja sempre
Tudo é vago, incerto, “lerdo”... Vazio! Deixa espaço
Com os elétrons! E Nêutrons!... Deixam vácuos
Que pra serem preenchidos... “Leva tempo”



                                
Nada que se ame... Deixa “laços”
Neste “sopro de vida”, amor!... Enterros
Nestas vidas contíguas... Tanto esforço
E não soprem “a vela”... Só “bagaços”
“Tênue é o risco”, mas que leva... Meus beijos! Teus abraços.



                     
Nada mais há que fazer... Quem quer que faça
Que não venha ou venha a Terra... Tais destroços
Que não traga ou traga... Essa desgraça
Nada que se ame... Não se possa
Na “cabeça do homem”... Ele! A força
                        


Nada do que façam... Alucina-me
Nem meu beijo de amor... Que eu deixei
Nem as juras secretas... Que não fiz
Nem a primeira Bomba... Não joguei
 Mas só estas palavras me devoram... O meu coração não quis.
                       

  
                                                                                                Dr. Ademar Raimundo de Barros.



 Comentários do Autor: Chegou tudo ao mesmo tempo como uma avalanche intempestiva; a Renúncia Papal e o aparente sucesso Note Coreano no experimento de construção de sua “primeira bomba” por fissão nuclear de átomos. Chegou ao momento no qual em Auditoria de meu próprio Blogger: tomava conhecimento do impedimento de apresentação de um Vídeo: que detalhava o efeito devastador de uma Bomba Atômica... Aquelas; que não há mais a intenção de mencioná-las, e mencioná-las mais por quê? O mundo já as conhece de bem tempo. Mas fiquemos com a observação... Por qual motivo exibir o Vídeo? Seria ele o que? Uma demonstração de poderio bélico; uma demonstração de força, façanha, bravata: para ser exibido aos Países que não possam contar com este “privilégio” ou “poderio”... Basta! E se exista algo que possa ser considerado: segredo e segurança Internacional, não o exiba; senão seu destino... A vulgarização e clandestinidade, até chegar às mãos de incautos e inescrupulosos, sedentos por impunidade por poder.
E aqui a resposta histórica datada dos anos 60... Quem ousou invadir Cuba? Que ouviu e de quem; a contra proposta: “Retiro as “Ogivas”, mas se Cuba é invadida a resposta é outra”.
Não foi este protótipo de Poeta quem proferiu estas palavras, este, que alguns chamam saudosista: por que o seu estilo (se isto for estilo) resume-se na apresentação de verdades. Pra que falar de amor “em sexo explícito” e em senso latum; erótico. Pra que falar de Paz, se paz é uma Bandeira: quando na verdade querem o silêncio, e preferentemente um poeta “apático” ou sonhador: quando não nas nuvens, mas nos Céus, contando as estrelas: quando na terra, em êxtases, exalando aromas das flores: falando de lençóis e camas e amores; quando não no ópio, filosofando o tempo; quando não, na religião, “Louvando a Deus” a semelhança de uma efeméride espécie, cognome “Louva a Deus”.
 Estes prestam, e eles, fingem lê-los, pois movimentam um Mercado Literário “quase as quedas”, cercado de impostos e barreiras... Cansado de “Restrições”, e a restrição por certo faz a festa; enquanto tantos... Esperam; “Sua vez”.
Aos visualizadores, deixo como complemento este Vídeo: ele tem dois propósitos; um em dialética poética; outro: tem sentido político, pois faço um apelo... A Coréia sabe muito bem seus riscos, da mesma forma sabe quem lhe concedeu a tecnologia deste conhecimento; e fique o mundo atento... Qual será a Nação a apertar primeiro... “O dedo no gatilho”, e se querem a Paz, pensem bastante nisto... E muito antes que “O Nobel da Paz” seja concedido a algum dos: “Senhores” dos Anéis ou “Senhores da Guerra”... E haja! Paz!



         Mas nesta data, 03 de Dezembro de 2013: disponibilizo este Poema para o Blog dos: Desastrolados do Desconhecido; são medidas pessoais na tentativa de "enxugar" os Anônimos da Poesia e da Arte, pois adquiriu dimensão de Site, sem contar com "reservas" que deixam a entender, ou serem subentendidas; como manipulação Estatísticas de algumas Poesias; e consoante a minha opção com relação à Chrome/Firefox: como campo de Navegação: a tomarei no exato momento: que a Postagem das "Dez mais": no código de Barras sejam expostas, pois se estavam incomodando a qual Sistema? Devo-lhes informar que sei bem qual, e quando observo o quadro geral vejo em Anamnese (Poema "vesgo postado"), aonde depositei meu lado Moral, e minhas verdades: que ferem a "Dignidade" da Classe Médica, mas há "Contos Angélicos, e de "Fadas" por aí; que põem em dúvidas: a morte de Jango, de Yasser Arafat, e de outros envenenados históricos, incluindo inclusive o grande Libertador das Américas, ou dos dois Mundos, o Venezuelano Simon Bolívar; Anwar Al Sadat não! Ali nenhuma Medicina dava jeito, mas o mesmo estigma reservado a aqueles que defendem "Outras Verdades", estava perto. 
E que Deus acompanhe o julgamento dos interessados nesta questão. 
É o que deseja os “Anônimos da Poesia e da Arte”, e os, Desastrolados do Desconhecido.


                              Dr. Ademar Raimundo de Barros.

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