Iluminado
Como um
“Tornado”
Foi justamente] ou mais, ou menos [ aqui
]Que começou[
]O Apagão[ do Blogger Corrompido...
Talvez! Eu formate-o depois
]Resta-me[ As Sobras do Destino
]Onde procurá-las?[
Em meio de ]Rascunho[
]Ou Atalhos[
]Ou entre outras[ Poesias Vivas...
Que foram salvas... Automaticamente
]Que diga[ Eu[
]Que construí ] destruindo[
]Pois fui buscar[ Na Eutanásia dos ]Eus[
]Nos Eidos[ das essências
]A motivação[ de enfrentar
Pilares ] E Poderes[
E conseguí chegar ] No Epitálamo
]Muito além[ Deste Corpo Caloso que minimizam
]Estas Convulsões[ que me dominam
] O que me faz [ de Concreto
]O que me deixa[ abstrato
Na impulsividade dos Poemas corrompidos
]Contidos[
No obsconso Mundo dos meus Versos
E aqui é onde está a diferença; Mano! E se não manjou
meu filho; Paciência!
Não como um Tornado... Imagine
Nem como uma Tempestade de Granizos... Imagine
Nem como Avalanches de Penhascos
Nem como o pico súbito das Serpentes;
]Mas é muito interessante[ por analogia dos achados
Nesse bailado de assédios
Psicológicos sim!
Mas são perceptíveis
Nestes intrincados de intrigas
Neste momento de mútuas “entregas”
Como se... Compra-se, e vende-se,
Como se... Desmanche-se, e destine-se,
As Tralhas dos “Ferros-Velhos”
Como se... Roubos, e Furtos,
Como se... Procura-se! Vivo ou Morto
Como se... Prenda-se!
É Ladrão!
Como se diga agora;
Prenderam! Pegaram a Ladra
Que acobertava o Antro
Que escondia o Ouro
Que sustentava a Arca
Destas Alianças
Desde Mil e Novecentos e lá vão Fumaças
Desde que o Daimon aqui cravou
]Mil[ e uma espora
Como se... Desvendaram até os crimes de outrora
Como se... Desculpem-se os inocentes
Ou como se... Prendam-nos! São cúmplices
Como se... Calar a todos no grito fosse algo
possível
E sair na Cena asssim...
Yahoo!
Eureca!
Achei a chave que faz calar o Grilo
E que apaga a luz do Pirilampo a Noite
E Faz calar a voz de “Vagabundos”.
Quer mais?
]Esperas[ mais um pouco.
Dr. Ademar Raimundo de Barros.