Miséria, e Credo!
10 de Maio...
Não!
É improvável a [Data] ]Ora![
Miséria, e Credo!
]Semi Nús [ La Fiesta
Gatos má Fiosos pelos cantos
]E em todo lugar[
Como Ondas Eletromagnéticas
]Dios!Que Deus?[
Miséria,e “Créu”
] Pra semi Nós [ a “Glória”
] Pra semi Nús [ a Rua
O Samba na Avenida sem Asfalto
] Quando [ Sapato de Pobre... É Tamanco
] Miséria, e Deus [ Gatos Pingados comemoram...
A pichação de tudo
] E a Corrupção [ A Esperança fora
Miséria, e Credo!
E Deus com seu olhar olhar “compadecido”...
] Porém igual [
Há! Há! Há! Há!
Há! Há! Há! Há!
] Aos Raios que te partam [
Miséria, e “Créu”
]E semi Nús[ Que dançam...
Na hora que a a hora pede
No Giro que a Roda cede
Na Sede de quem pediu
] Miséria, e Créu [
] O quê aconteceu?
Miséria, e Deus... Mais nunca
[ Misericórdia!
] Miséria, e Créu [ !
Nunca! Ou mais?
Quem foi quem viu a Cor; e quem não viu
] Quem foi que viu a Dor [ Depois sorriu
Qual? Filho da “ Santa” ] Accedeu [
] Os semi Nús [ Quem foi?
] Os semi Nós [ Talvez
] Num Dia 10 [ Não sei
] Qual foi o Mês [ Não foi
Misericórdia Deus!
Passaram as suas Mãos; Sedentas... No Barril
Dr. Ademar Raimundo de Barros.
Dedico este Poema a meu amigo Genival Ferreira... Filho de Lajedo [Agreste Pernambucano]... Conhecedor da Vida... Bom Papo de Esquina, e Varanda... Bom Papo de Quintal... Andarilho nato deste Mundo... Amigo de meus amigos do Norte, do Sul, do Nordeste, do Leste, do Centro Oeste... E destes Sertões do meu País... Conhece de tudo e algo mais; no seu linguajar típico Nordestino [daí! Miséria, e Credo!]... Do modo dos vendedores de Rede de minha Terra [A Paraíba]... Lá das bandas de São Bento... Sumé... Jericó... Serra da Raíz... Campina Grande... Meu Deus! Serra Talhada; e tantas, e tantas, e tantas... E Bom Jesus da Lapa é trecho... Um abraço.... Dr. Ademar Raimundo de Barros.
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