domingo, 30 de novembro de 2014

Sentinelas

Sentinelas


+ 1
+ 2
+ 3
Estrategicamente intrigantes
Como gigantes
Como as Colunas de Hércules
Como as presas ávidas das Serpentes
Como um golpe
Como “escalpes”
Como a êxtases do clímax,
Da libido dos Gs
Na contemplação dos escolhidos
E na exaltação destes lisonjeados por;
Mais quatro, ou cinco, ou seis... G +
G menos são provocações
Ausências são suposições
Presenças... Sempre serão subentendidas
Nesta linha do tempo via Online
Não compartilhada pelos caprichos
Dos Beneméritos
E dos Meritíssimos
Deuses!
Das minimizações das causas absurdas
Que satisfações não tenham a dar
Ao Vigário Geral
Que do PCC deveria ser
Ou ao Comando Vermelho pertencer
Pois lhe abaste a Face
Essa Fisionomia erudita
Provinda das profundezas do inferno
Nos seus Megalowates de improviso
Sempre em tom irônico
Atos abusivos
E o sorriso sardônico do Tetânico... De sobreaviso;
Que por impacto vem
Rebuscar na ferrugem das ferragens
Nas Ferramentas inúteis... As verdades
Que a ninguém convém
Quando as conexões das Engrenagens
Desgastaram-se no tempo
E os Sistemas não falam
E as Instituições prostituíram-se,
Pois atuam
Através de Acenos, ou Sinais;
Visto que a Linha Verde não existe,
E a Linha Amarela é complacente
Enquanto a Linha Vermelha avança... Mais, e mais.
Google mais!
Não negue-se a Linha Negra não!
Ela é lisa!
E mora no inconsciente de outras Eras
Habita nestes instintos adormecidos
Que se apavoram ao vê-la
Como a Vela que se apavora
Com o Vento
Que forte, ou como um sopro venha apagá-la;
Como na África do Sul
Google Chrome
Onde Mandela brilha
Ele a Estrela
Que conseguiu brilhar no Cabo das Tormentas
Mas vão lá!
Vão lá!
Discutir conceitos descontínuos
Não era um homem só
Era uma Raça
E se não era a Raça
Era a Nação
Na luta contra Pedras
Duras!
Pela própria consciência
Movidas pela insensibilidade que perdura ainda por aqui
Neste colorido de censuras
Aonde a Mídia dita, ou delibera...
Claro que não quero
Não precise
Que qualquer “bobo da Corte”
Dê-me um corte
E de costume me coloque sempre:
Google zero
Google menos
Google mais;
E grite em seguida... YAHOO! Brasil! Avast!
Claro que não seja necessário
Que rasure-se
Que se apague
Ou censure-se
Ou me neguem
Ou insistam
Que eu venha desistir, ou que desista,
Que não goste de Gertrudes,
Ou que ame outro nome
Ou que clame
Ou que brigue por Silvério
Logo aquele!
Que não opina mais
Nem pelo Rei
Nem pela Rainha
E que agora quer... Meter a Lenha
Como
Quero- quero... Fogo mais
Para manter a chama
Nem que na censura eu passe pelo peso;
Não pela minha Cara
Nem pelos meus Versos vesgos
Aliás! Ninguém quis assistir
Ao enterro da minha última quimera
E somente ela... A Ingratidão
Foi a minha inseparável companheira
Me Entendido? Google más
Ora ablo en Castelhano
 In Latino... Eras Ameno

                                        Dr. Ademar Raimundo de Barros.

Comentários do Autor: Na medida em que a minha capacidade sensorial consegue na opacidade deste “processo”, ver como são tênues os laços da Liberdade que dera Deus: não fiquem como apanágios de poucos que possam manifestar-se em defesa de seus Direitos, e independente de que eu deva curvar-me coberto de razões, mas não subserviente as regras que são prerrogativas dos Sistemas; e simplesmente dizer... Sim Senhor! Sim Senhor! Meritíssimo.
Sem mais nada a dizer a não ser
Um abraço a todos ao som de...



                                                Dr. Ademar Raimundo de Barros.

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Quando a Realidade é Ilusória

Quando a Realidade é Ilusória


Volto ao que me fez compor
O que vocês me diriam disto
I
II
III
Quando por sensatez
Resolvi provar o Contraditório
E ao invés de caça
Procuro ser agora... O Caçador
Por que para sobreviver neste inferno
E ter que dividir espaços com Demônios
O Homem sente a necessidade inevitável
Infelizmente
De também ser Daïmon
Para tentar “viver”
(Se) conseguir defender os seus próprios direitos
Mas ciente de que
O seu inimigo maior seja;
E sempre será
O que admitimos como Estado
E atentos
A tantas resoluções Constitucionais
Prostituídas por ocasiões
Nos subterfúgios das Magistraturas
E nos arquivos de certas complacências
Previstas
Nas cumplicidades dos afins
Na intimidade dos desafetos
Na crueldade dos instintos
E na infalibilidade natural humana,
Pois se não haja, ou não possa haver,
Ataques em Desagravos
De que valha, ou possa existir,
Pedidos, ou Apelos,
De que valha? Recursos, e Agravos;
(Se) O Estado defende-se deste jeito:
Recurso desprovido
E por unanimidade em Súmulas diz-se... Inatacado
E que não houve
A combatividade no “conflito”
E bem pior
(Se) Contrariar, ou contestar,
As “Maruagens” dos Méritos... Deus Acuda!
A eficiência torna-se desrespeito
E os Jurisconsultos se agrupam,
Em Cadeias de Montanhas do Direito
Intransponíveis até;
Por mais que sejam apócrifos... Os Veredictos
Mas aproveito a oportunidade ímpar de parabenizar a mobilização Negra Americana por um homem só; que em repúdio (nego o Vandalismo) a decisão de um Júri Popular suspeito; toma a iniciativa Democrática; (visto que a Democracia é o Governo do Povo para o Povo, e não para uma minoria de Racistas), e vão as Ruas em protesto a discriminação das Raças: quando aqui no Brasil, o Ministério Público Federal só se atém as questões Coletivas, e Lega à irresponsabilidade do Estado as causas isoladas: aonde um Juiz Substituto de 2ª Vara Fazendária, toma as decisões da forma que satisfaça o Estado: quando aí nos Estados Unidos das Américas o nível de conscientização do próprio Povo, inibe estas manobras de “Mamulengos”; e a discriminação aqui! Toma a feição da máxima do discreto: dando a impressão de inexistência quando a expansão comanda, e não afeta apenas a Cor, mas as camadas Sociais menos favorecidas; e privilegia: Ciclos bem aventurados, Elites, e Oligarquias; e ao Advogado veta-lhe o Direito de contrariar as Decisões Judiciais em nome da Ética Profissional, e do Corporativismo da Classe Jurídica: que até perante o Poder, curva-se com Aplicativos de Séculos passados como as Delações Premiadas: quando abre um precedente para o Autor de um Crime de Lesa a Pátria: que Page apenas 1/3 da ilicitude cometida para minimizar os fatos, e faz que esqueça o que consta na Constituição Federal... Ninguém deverá responder duas vezes pelo mesmo crime; o que em minha opinião... Ficou mais fácil! Eu roubo R $ 210.000.000; 00; deduro; um, dois, três: devolvo na “marra” R $ 70.000.000,00, e vou cumprir a minha prisãozinha domiciliar: com uma “Coleirinha de “Arake” na Canela, medindo riscos e pronto; está tudo resolvido: e não me perturbem mais, pois nada mais tenho a falar “““... E o Advogado... O meu Cliente! Está corretíssimo... E processo qualquer um que fale nisto.
Estou errado?
Duvi-d-o-dó!
Enquanto aqui “em baixo”
Os Lesos... Brigam.


“Heróis”! Que se pronunciam
Quem será de nós?
O líder da nova Inconfidência Mineira
Quem será de nós?
Que terá a coragem de dividir a Nação
Brasil do Norte e Nordeste
Brasil do Sul e Sudeste
Do Sudoeste não mais;
Lá é área Fronteiriça
Caso de Polícia Federal
Mas quem será capaz?
De exterminar os Nordestinos
Pestes que migraram pra cá
Aves agoureiras
Pragas desta Seca que nos cerca
Gente nojenta
Abutres destes Sertões
Destes Carirís
Destas Caatingas
Destes Curimataus e Brejos das Canas
Dos Piancóis, e Moxotóis da vida,
E destes Pageúis que ainda vingam
Que jogou Sal Grosso, e Galinha Preta;
 E acendeu as Velas, e tacou Pimenta,
No “Caldo doce” do nosso nobre Pré Sal;
E para contrariar... Votaram na dita Presidenta
Reeleita sim
Por votos da miséria e da pobreza
Grandes coisas!
(Se) na oposição só há “Riqueza”
Acostumada a rir... Das “coisas mínimas”
E minimizar... As máximas de Carl Marx,
Sem peso na consciência
No uso da inteligência do Capitalismo
Duro como Pedra
E mascarado com as Siglas do Socialismo;
Nesta Ideologia Sofismática
Neste Poli-partidarismo de Partidos
Confusos!
Afeitos as metodologias dos mercados... Pobre é o Povo
Que não consegue compreender, ou soletrar...
Como eu me iludo;
E não consegue dizer... Não Idolatro.



Sem mais
Dr. Ademar Raimundo de Barros.