Auditoria Poética
Rsrsrsrs... Já houve alguma? Sim! Na intimidade de Geraldo Vandré. E fica mal com Deus, quem não sabe amar...
E tudo começou na Transparência das Intransparência
Quêquetuqué! No meio
Identificação parafraseada... Questionada
E a Imagem de Deus, pouco esquecida.
Aos Apóstolos de Lee Barish... Nada consta.
Em “Redemoinhos” vi... A inclusão de um amigo
E a exclusão de comentários meus!
E observei... Se uma postagem a mais
Das cem iniciais, a Prece... É minha última hoje das cem
Mas Níbirus agora está chegando... Acima das.
E das postagens de outrora fica... Memória Nordestina
Mas peço perdão a Thiago de Melo
Parece um elo... Depois vem a Verdade
E a Fuga Inconsciente ao som
Do Bolero de Ravel.
Meu Plágio foi maior
Que o raciocinar de Newton
E em Versos Íntimos
Nas Páginas de um Livro
Lamento; por meus filhos anônimos... O que é pior.
E despedi-me... De meu amigo íntimo
Pois condenado fui
Por Línguas Estranhas, noutras ondas.
Posto voltar, aos dezessete, noutra concepção.
E a Chuva que veio... Deixou Restos
Quem Hipócrates não viu
Muitos hipócritas... Aclamam
Nem mostram... A Matemática em Ravel
E apontando o que mostrei ao filho
O “Bêbado” se fui... Mas me atestaram mesmo
Pouca coisa valeu em persistir... Memória
Pois a humanidade é sempre assim
Desde a Criação do Mundo... Ah! Cordel
Nem segue o que a princípio... É Natural
E o Valor das Palavras... Tido fel.
Mas Lembrem-se
Será por que eu não paguei... A nenhum; Dízimos.
E a Realidade antes do Surrealismo... Apareceu
Silêncio fez-se em Gandhi
E o Amor... Tornou-se protraído.
Que diga o Guaporé! Meu Deus!
Que em dueto canto
Detalhes da Amazônia que gravei
O Retrato do outro Retrato... Que não quis
Pra que Superação, Ultrapassar Barreiras... Amanheci.
Por onde é que vais! Minha Língua Pátria
Será que vais aos médicos vê o quê
Proferir as Palavras não ditas
Fazer recitação... Dos Meus Versos Malditos
Ou dar-lhes... Parabéns!
Pois veio o Tempo
E considerações e comentários
Que em Resumo... Mostro-lhes meu Rosto
E meu pobre sogro... Soldado da borracha
Pobre de mim olhando dois passados, meu, de meu sogro... E de bilhões de otários.
Dr. Ademar Raimundo de Barros.
Comentários do Autor: Nesta “Auditoria Poética” levo em consideração dados estatísticos ensimesmados, que me levem a lógica da prospecção intuitiva e a lógica numérica: mesmo lidando com um limite de significância – 10, nas CNTP, acrescidas de outros fatores: Políticos, Sociais, Econômicos, Culturais e Regionais.
Mas agradeço ao Brasil, como agradeço a manifestação de outros Brasileiros estabelecidos noutras Nações, ou propriamente aos cidadãos de outras Nacionalidades: notoriamente: Norte Americanos, Russos, Portugueses e Alemães. Em destaque menor (mas louvável): os Espanhóis, Franceses, Ingleses (ou Reino Unido) e Angolenses. Como agradeço as manifestações menores de: Croatas, Suíços, Tunisianos, Poloneses e Japoneses.
Mas dois detalhes não escaparam desta Auditoria ensimesmada: o estacionamento de dados estatísticos Russos, e o desaparecimento das manifestações na Indonésia. Como o “quase em branco”: Africano, Canadense, Holandês e Australiano. Como a não manifestação das Civilizações Gregas Romanas, nem dos antigos Assírios e Caldeus, nem dos Orientais Milenares: Chineses, Indianos, Vietnamitas e Coreanos.
Agradeço de coração a estatística Brasileira (in loco) como agradece a participação de seguidores e visualizadores do Blogger, mas há a necessidade instintiva de quietar-se, e deixar o meu Blogger em aberto para os companheiros revelados, ou seja: Barros Maia, David Emanuel e Joubert Farias, vou... Mas o Blogger fica.
Nunca poderia deixar de agradecer a Pedro Pugliese, Cristal de mulher, e a um “cara” que surgiu ultimamente: meu Grande Poeta XANDU, do Zine Zero Zero/ da Banca do B-Boyzz (dá uma olhada Xandu!) tens toda autorização de minha parte para introduzir no Zine Zero Zero: o Poema Papo de Esquina: a Banca do B-Boyzz vai sorrir.
Conclusão: Tudo o que fiz e o que faço, ponho corpo, alma, coração. Deixem-me viver o meu espaço, pensar e dizer o que sinto, é vida! É luta! É cansaço; É Paz! Esforço!Ilusão. Mas da minha mulher quero o mormaço, e dos meus filhos; Abraços! Amor! Minha atenção.
Tem mais, ninguém nesta terra de meu Deus, modificará nada, portanto não deem satisfação às verdades, deixem pelo menos que alguém as diga, pois estas mesmas verdades, amanhã... Por qualquer motivo não existirão; como as palavras de Cristo... Ditas em vão... Entenderam-me? Não. Nem me entenderão nunca.
Dr. Ademar Raimundo de Barros.
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