domingo, 9 de novembro de 2014

Perguntas ao “Templo”



Perguntas ao “Templo”


Ando matutando por aí
E sempre me pergunto
Será X?
E se, porém, for Y?
XY é macho!
E XX quem seja?
Macho, ou Fêmea?
XXy é demais
XYy dá-nos até pena,
Pois serão monstruosidades da Genética;
E se a Mórula avança, e vença,
Vingam as Personalidades Psicopáticas
Mas os XX ás vezes se combina
Como se combinam bem
XY(s)... Concumbinas
E quantas vezes... “Nem se cheiram mais”
Mas há muitas coisas que não devemos nos perguntar
Pois elas sempre serão
“Coerentes”! Bem mais que a coerência...
E explicar por que
Valorizaria mais... O princípio de todas as incoerências
E os instintos perversos das Narinas
E as Fedentinas
Atributos das Ventas
São as incógnitas
Que muitos Olhos não veeem
E ficam as reticências... XX!Xy!XXx! XYy!
Quê valor eles teem?
Pois o de maior valor me interessa.
Muito bonito!
Como o Juiz e a Blitz... Ele! Deus;
E contra o Juiz... A Multa
Mas a Soberania será absoluta
E um “Juri Popular” faz uma Cota
E a autoridade maior... Mais que envolvida
Perplexa! Pela repercursão,
Pois no meu ponto de vista
Da autoridade menor... Nem se contesta
Mas que virá depois?
Só perseguições em... Censuras Finas
E prepotências sobre prepotências
E a indulgência fala
E a negligência acompanha
E a subserviência mostra suas garras
Bonito!                   
Como Jorgina, e Lalau;
Não são bonitas senhores Jurisconsultos!
As Fontes de onde
As vosssas Honoris Causa saem
Como Cascatas de Jurisprudências,
E inatacadas, pois,
A Ética se sobrepõe ao que é tão visível
E as palavras de um Rei, não voltam atrás;
Tão pouco estes Papéis
Que pisas com os teus Péis,
Em nome de um Corporativismo além das Leis
Que busca:
A nulidade dos Fatos
A prescrição do Direito
E a protelação das Causas em Arquivos
E enquantos Políticos se fissuram
Na antiga mania de “Cabestros”
Muitos de vós
Utilizam-se da Teoria dos “Caprichos”
Movidos por vossas índoles vaidosas
Que veem quem rega o Mal
E muito vos interessam vivas... As Raízes
Matizes de seus Padrões... Escudos da Justiça e da Moral
Para onde desaforam
Quem será?
O verdadeiro dono das Galinhas
Ou se houve roubo, ou furto;
Ou se existirá na Lei alguma súmula que diga
Que tal como o Homem
Os Galináceos tenham, ou possam ter;
Na dependência destas causas preclusas
Aonde despicienda-se detalhes amiúdes de inteligência,
E estes possam ter...
A liberdade de Manifestação
Do Direito que lhes são aludidos... Adquiridos sim!
Até o Direito de Igualdade
E de escolha... Para onde deva migrar,
Aonde o Milho é bom.

                                       Dr. Ademar Raimundo de Barros.

Comentários do Autor: As suas cores não são tal quais de Liz: quando a cor da Lei não pode ser intransparente, pois a intransparência não significa cor. Não falo de consistência, pois alguém iria surgerir que fosses tênue; nem admito que sejas passageira como as Nuvens: aonde a insensibilidade fez sua morada. Mas não devas ser também a semelhança dos Arcos-íris que criam uma espectativa de esperança aqui, ali! Uma ilusão fugaz... Procure simplesmente ser a expressão da verdade... Nada mais.
Mas se a Justiça Brasileira queira me me punir; as Prisões verdadeiramente foram feitas para Homens, e para Mulheres, nesta luta pelos seus Direitos e pela Liberdade: e não aceito a alusão de que esteja fazendo pressão em causa própria, pois a minha própria consciência já me mostrou que muitos Advogados não teem a menor culpa: quando a combatividade que é um artifício de defesa: muitas das vezes se depara com a Ética; mas que Ética é esta? É própria dos Estados? Mas que Estado é este? Qual o Direito que dê ao Estado, ou a seus mandatários: assumirem esta função, e nos subterfúgios da Lei admitir a hipótese do Veto ao Direito Constitucional que ampara o cidadão no Estado tido Democrático: aonde os sicários, e os mercenários das ilusões fazem suas festas; e de repente o rombo que leva a falência as Instituições Públicas e Privadas: e imaginem vocês... Fácil! A tarefa... Conduzir a falência um homem só.
Aqui eu valorizo a Antítese... COMO SE NADA A PERDER.

                                        Dr. Ademar Raimundo de Barros.

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