Sentinelas
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Estrategicamente intrigantes
Como gigantes
Como as Colunas de Hércules
Como as presas ávidas das Serpentes
Como um golpe
Como “escalpes”
Como a êxtases do clímax,
Da libido dos Gs
Na contemplação dos escolhidos
E na exaltação destes lisonjeados por;
Mais quatro, ou cinco, ou seis... G +
G menos são provocações
Ausências são suposições
Presenças... Sempre serão subentendidas
Nesta linha do tempo via Online
Não compartilhada pelos caprichos
Dos Beneméritos
E dos Meritíssimos
Deuses!
Das minimizações das causas absurdas
Que satisfações não tenham a dar
Ao Vigário Geral
Que do PCC deveria ser
Ou ao Comando Vermelho pertencer
Pois lhe abaste a Face
Essa Fisionomia erudita
Provinda das profundezas do inferno
Nos seus Megalowates de improviso
Sempre em tom irônico
Atos abusivos
E o sorriso sardônico do Tetânico... De sobreaviso;
Que por impacto vem
Rebuscar na ferrugem das ferragens
Nas Ferramentas inúteis... As verdades
Que a ninguém convém
Quando as conexões das Engrenagens
Desgastaram-se no tempo
E os Sistemas não falam
E as Instituições prostituíram-se,
Pois atuam
Através de Acenos, ou Sinais;
Visto que a Linha Verde não existe,
E a Linha Amarela é complacente
Enquanto a Linha Vermelha avança... Mais, e mais.
Google mais!
Não negue-se a Linha Negra não!
Ela é lisa!
E mora no inconsciente de outras Eras
Habita nestes instintos adormecidos
Que se apavoram ao vê-la
Como a Vela que se apavora
Com o Vento
Que forte, ou como um sopro venha apagá-la;
Como na África do Sul
Google Chrome
Onde Mandela brilha
Ele a Estrela
Que conseguiu brilhar no Cabo das Tormentas
Mas vão lá!
Vão lá!
Discutir conceitos descontínuos
Não era um homem só
Era uma Raça
E se não era a Raça
Era a Nação
E se não era a Raça
Era a Nação
Na luta contra Pedras
Duras!
Pela própria consciência
Movidas pela insensibilidade que perdura ainda por aqui
Neste colorido de censuras
Aonde a Mídia dita, ou delibera...
Claro que não quero
Não precise
Que qualquer “bobo da Corte”
Dê-me um corte
E de costume me coloque sempre:
Google zero
Google menos
Google mais;
E grite em seguida... YAHOO! Brasil! Avast!
Claro que não seja necessário
Que rasure-se
Que se apague
Ou censure-se
Ou me neguem
Ou insistam
Que eu venha desistir, ou que desista,
Que não goste de Gertrudes,
Ou que ame outro nome
Ou que clame
Ou que brigue por Silvério
Logo aquele!
Que não opina mais
Nem pelo Rei
Nem pela Rainha
E que agora quer... Meter a Lenha
Como
Quero- quero... Fogo mais
Para manter a chama
Nem que na censura eu passe pelo peso;
Não pela minha Cara
Nem pelos meus Versos vesgos
Aliás! Ninguém quis assistir
Ao enterro da minha última quimera
E somente ela... A Ingratidão
Foi a minha inseparável companheira
Me Entendido? Google más
Ora ablo en Castelhano
In Latino... Eras Ameno
Dr. Ademar Raimundo de Barros.
Comentários do Autor: Na medida em que a minha capacidade sensorial consegue na opacidade deste “processo”, ver como são tênues os laços da Liberdade que dera Deus: não fiquem como apanágios de poucos que possam manifestar-se em defesa de seus Direitos, e independente de que eu deva curvar-me coberto de razões, mas não subserviente as regras que são prerrogativas dos Sistemas; e simplesmente dizer... Sim Senhor! Sim Senhor! Meritíssimo.
Sem mais nada a dizer a não ser
Um abraço a todos ao som de...
Dr. Ademar Raimundo de Barros.
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