segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Espontaneidade.



Espontaneidade.

Quando quiseres escrever... Escrevas/ Mas não procures letras, nem palavras/ E não procures rimas, e nem procures nada/ As construções dos versos, são voláteis/ Podem exalar... Perfumes ou odores.


Quando precise escrever... Esqueças/ O mundo que em volta te atormenta/ Mas lembra, é nele, que os teus pés o pisa/ Que está o substrato que procuras/ E se não vem inspiração... Espera.

Quando tentar escrever... Não buscas/ As palavras são como as crianças... Ás vezes brincas/ E a tua mente não domina a mão... Ás vezes ávida/E a avidez da mão... Condena os versos.



Não vá longe demais... Espere-as/ Elas virão com fluidez... Encantam/ E como a lucidez inversa da loucura/ Desliza com altivez diante da censura/ Possam falar de amor, do mar, da flor, ou das "desgraças".



E quando a sede for maior que a sede/E quando a ansiedade te acolher por refém/ E quando o próprio nome requerer... Renome/ E que palavras sejam notoriedade... Esquece/ A poesia é simples e surge sempre/ Como a água que brota de uma fonte/ Como o monte que espera pela neve/ Como preces de Deus... Como as nuvens.



 Comentários do Autor: Resumo-o na observação atenta desta música tocada pela banda Internacional Scorpions orgulho do povo Alemão e da Humanidade. Elogio a todos os seus componentes e em particular a este vocalista (Klaus Meine) de postura e voz incomum... Todos fazem parte da idolatria dos: "Anônimos da Poesia e da Arte" e dos, "Desastrolados do Desconhecido".



Mas estou em Processo de "Desmanche", e jamais eu poderia deixar de dar uma destinação a este Poema: se bem que poderia incluí-lo nos Arquivos de "Poesias Vivas", mas este é o meu pensamento hoje (08/11/2014), depois de analisar o comportamento dos dados Estatísticos: que mexem com alguns traços de minha personalidade.
Como um “Tornado”! E muito interessante este bailado de Dados: que mais parece a minha Anamnese em longa metragem; o que já me fez fazer: perguntas ao Templo, e ver que a realidade é Pétrea; ao ponto de poetizar aquilo que seja absurdo, pois mexe e inculca-me, como inculcou Érotisme, com a mutagênese da minha consciência; e eis a questão! Na divisão de tudo por indignação, e o quê dizer: numa reedição modificada, a não ser emitir... Nota em repúdio.
Pois compreendi: que tomar satisfações; ou dar conselhos para alguns anônimos; e lhes dizer que tudo virou Hipocrisia que de improviso reagravo perante estas estranhas “Eucaristias”... O que já é demais, quando mais nada somos em meio destes recursos e agravos: e na intimidade destes tratos; Retratos de outros retratos, e espelhos: dos exorcismos dos “Eus”, e dos destratos de tratados: constantes nas justificativas que eu dei, mas que nem valeu meu Deus! Nem as caricaturas; e tudo ficou na inutilidade dos inúteis, e nos arquivos da Lei.
Por Deus! E apesar dos pêsames e pesares, e por sermos transgênicos de quem? Só nos caiba à herança dos Anjos; na contemplação destas Nuvens passageiras; destes paradigmas de passagem; destas contemplações destes movimentos ondulatórios... É fantástico! E relativo até; não saber por que tentamos tanto voltar sempre ao passado, sem por os pontos nos “Is”: quando um estranho detector, que não podemos esquecer nesta introspecção de acontecimentos: delatará-nos nestas conversas a distância onde conjectura-se nestas antíteses do Ó! As perspectivas que haverão de vir num futuro bem próximo, e se beneficiar no mimetismo das... Delações Premiadas.
                              Ademar Raimundo de Barros.

Um comentário:

  1. De público venho agradecer o apoio que tenho tido do Firefox, do Internet Exploer, e dos demais associados, e do público em geral; particularmente dos EEUU, França, Canadá, Polônia; e das demais Nações amigas e do Brasil.
    Certo que divergências de pontos de vistas possam ocorrer; como possa ocorrer os confrontos fúteis de Ideologias ou Religiões: e por esta razão por que também não agradecer a Rússia, a nossa Alemanha, a China, a Índia, a Ucrânia, a Israel, aos Países Islâmicos, aos Povos Muçulmanos, aos Países Latino-americanos, aos povos da Malásia e da Indonésia; sem esquecer dos Povos Africanos... Fiquei muito feliz hoje, e quero dividir isto com o Firefox e com todos os demais.
    Sem mais
    Dr. Ademar Raimundo de Barros.

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