segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Nota de repúdio

Nota de repúdio



Estive observando estes “Movimentos Ondulatórios”,
Estas “Perspectivas” que me cercam,
Como essas “Conjecturas” que discordo
E nas seguintes conclusões eu chego
Nestas “Antíteses” do Ó!
Que Despiciendo
Das Pantologias Poéticas que eu fiz
E de outras Poesias que desfaço
Como posso fazer
Que Cínicos digam que sim
E que Sábios venham consultar  
Todas as Súmulas
(Se) Tansgênicas de quem
(Se) Desatroladas do Desconhecido
(Se) Consciências Mutantes
Que venham de “Poesias Vivas”
Ou na natureza preclusa dos... “Anônimos da Poesia e da Arte”
E o quê dizer depois
Do Exorcismo dos “Eus”
E que as Reticências ponham logo após
As vistas que venham dar
Se! Por acaso eu mereça
Em, Ramedha I, II, III
Em Justificativas
Sem Mimetismo algum
Senão eu vou buscar na Prosopopéia das Palavras
Nos Arquivos da Lei
E nos Anéis... Do Conselho Nacional de Justiça
O quê vocês me diriam disto
E colocarem... Os Pingos nos “Is”
Ou odiarem-me em... Interjeições
Por vaidades “banais”
Eis a Questão
Que displicentemente
E consequentemente
Paradoxalmente
Não será para mim nenhuma novidade
Que os Acórdãos a parte
Como há Agravos que agravam,
E a discórdia é ampla entre as discordantes
E que por essas razões
Venham desaforar o caso... Para o marasmo dos Embargos Inflingentes
E a Súmula Sete possa dizer... Espere-me!
Mais, e mais,
Eis o Descaso.

                                               Dr. Ademar Raimundo de Barros.


Viram! Como é tão fácil transformar um simples comentário num Poema; Poetar é fácil, difícil é Poetizar as causas absurdas sob a censura de Sistemas que de alguma forma vem em refinos sorrateiros presupostos “refinados”; quando a “douçura”caiu, como uma Luva numa Mão sedenta: não como a Rapadura que é doce, mas que é muito dura de roer, mas que se consegue mesmo sendo Edentado, contando com a ajuda de uma Colher... Mas respondendo a uma pergunta que o meu Visor me fez há dias atrás: de como administro a minha Rede; e eu fiquei sem saber responder: se não sei nem a senha da minha conta Bancária que eu deixei por conta de minha mulher: se não sei nem a senha que me capacita ao acesso dos Bloggers já que deixei por conta da Yáyá: se eu nem sei o número de telefones celulares de ninguém (nem o da minha amada que respeito demais): fazer o quê então: se moro num Bairro que a pobreza fez, e que eu participei ativamente na sua construção: e trouxe dentro das possibilidades que me eram possíveis, a primeira Posteação para a Energia Elétrica: que propiciou a multiplicação dos “Gatos” e dos “Gatilhos”; essas Gambiarras tão comuns na vida da Comunidade; que é quase uma Favela, as Ruas de Chão batido, ou algumas delas Cascalhadas; mas esta foi uma das Ruas que tive a oportunidade de ver nascer. Agora vejo-me cercado de Condomínios que os mais Ricos habitam: e a pobreza que prezo demais, por falta de condições de pagar créditos da Telefonia Celular; fazem da minha Calçada um ponto de concentração aonde a molecada faz a festa, e a festa completa-se em solidariedade; que tento mantê-la, mas minha própria mulher tem reclamado muito, pois quer dar uma de “Pão duro” (COISA QUE NÃO É): e constantemente vem trocando uma senha que tem: que eu nem a conheço: e que tão pouco se exista esta senha; as possibilidades são infinitamente mínimas para afirmar-se que eu a tenha distribuído para outrém. Mas falando sério: e se tratar de outra Rede que mantenho desarmada, ou pendurada como queiram; nela pouco durmo pouco sonho, mas ela está disponível para quem queira dormir, sonhar; compartilhar comigo não! Senão a coisa iria ficar bem feia: e a minha Sinhá Angelita nunca iria concordar... TUDO BEM! COMPREENDERAM QUE EU NÃO DOU VALOR A PICUINHAS, POIS GRANDE! OU BEM MAIOR! QUE VÓS OUTROS; EU NÃO SOU...
E como o próprio Tempo exige que se cante; vamos então cantar...







Dr. Ademar Raimundo de Barros.

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