Comentários do
Autor: Basta! Não Eramo! A Claudia Camarra, sem nenhum empurrão, e na “maciota”,
já me conduziu por esses caminhos “floridos”, o que a Poetisa Omena, tenta há
tanto tempo; e eu não lhe dou ouvidos... Falar em Flores faz me lembrar de
Vandré; e do mesmo jeito, falar em Rosas; faz-me lembrar de; “Aos Médicos”, e
dos espinhos que cercam as Rosas.
Não levo jeito de
Beija-Flor, pois são coloridos demais; sem falar naquele; paira no Ar, ou
Paranoiar parando; até parece falsa essa atração, pois eles parecem só bicar com
aquele “bezin”! Bezinho! Meio “afrescalhado pro meu gosto”; sou mais um “Negrão”
maluco que passou pelos Big Brother Brasil e confundiu as bolas; deixou de ser
Ator, pra ser protagonista no sério... Kkkkkkkkkk! Será?
Também não levo
jeito de Abelhas, pois elas picam demais; e podem até matar, e teem um ciúme
danado da Colméia, e principalmente da Rainha (a minha mira); tão pouco sou
tanto chegado ao Mel (todo mundo quer), e já me acostumei com essa vida amarga
como fel; e a Rapadura é doce; mas não é mole pra se comer.
Meus
agradecimentos Claudia... Valeu-mo a pena ler... Quinze Dias... Sete Anos... E
Alguns Minutos, e recomendo que outros procurem Lê-lo; e que a Editora pense
numa Reedição.
Um grande abraço
para todos seguidores, e visualizadores dos, “Anônimos da Poesia e da Arte”, e;
Desastrolados do Desconhecido.
Paráfrases dos,
Desastrolados do Desconhecido; sob o Estilo Guia de Claudia Camara em: “Quinze
Dias, Sete Anos, e Alguns Minutos”.
Comentários do
Autor: Estás vendo! Não é Erasmo! Continuo fiel a teus Elogios, da tua Loucura,
da Loucura dos outros, e da hipotética “Loucura dos Deuses”; ou de Deus: sem que
com isto considerem-me Ateu, ou venham me excomungar como fizeram a ti... E se
eu for a Gênesis (por liberdade), eu poderia perguntar: qual seria então a cor
da tez, ou cútis, de Adão, e a de Eva; bem como a cor da pele de seus filhos:
Caim, Abel, e Sete... Isto é Liberdade.
Sabe-se que Deus
expulsou Adão e Eva do Paraíso, por causa do complemento do amor: que foi
considerado como; pecado original, e a crítica disto: poderia ser como um
achado da essência primitiva do conceito de Liberdade... Eles tiveram a
liberdade de se amarem.
Sabe-se que Caim
matou Abel, e o subentendido porquê (Gênesis; 3 , 4 – e, 5 , 6)... E sabe-se que
em, Gênesis – 3 – 10,11,12,13, e 14... Aonde Caim afirmou ao Senhor Deus: “Eis
que hoje me lanças da face da Terra, e da tua face me esconderei; e serei
fugitivo e vagabundo na Terra, e será que todo aquele que me achar me matará”...
Assim a liberdade deu seus segundos passos.
E saiu Caim de
diante da face de Deus, e habitou na Terra de Node (ou seria na Terra do nada,
de ninguém; aonde não se possa conhecer a Liberdade), pras bandas do oriente
(qual oriente?)... Isto é Liberdade; saber se: Oriente Médio; Oriente mesmo; na
Terra do Sol nascente? Isto é Liberdade – e distante do Édem... Assim começava
nova liberdade; sob o aval: qualquer um que tente, ou te mate, sete vezes será
castigado. E pois um sinal em Caim, para que não o ferisse qualquer que o
achasse... E assim, começou a crescer; a liberdade.
E conheceu Caim
sua mulher (qual seria a cor de sua tez, ou cútis); e ela concedeu-lhe Enoque (que
andou com Deus), e de Enoque veio Irade; Irade gerou Mauzael; que gerou
Matuzael, e que gerou Lameque... Lameque de Ada, e Zita; e Zita teve Tubalcaim,
e Ada; teve Jobal... Um dia Lameque disse (aos gritos) para Ada, e Zite... “Ouvi
vós mulheres de Lameque”! Por sete vezes Caim será vingado, mas Lameque;
setenta vezes sete... Assim; ampliou-se a Liberdade.
E essa liberdade
foi disseminada pelo Mundo, mesmo após o Dilúvio: quando não mais nos convém o
uso aberto da palavra liberdade desde as antigas Civilizações; antes, e depois
de Cristo: pelo risco de erros... Liberdade para matar, para invadir, para
roubar, para escravizar, para destruir, ou construir destruindo; liberdade até
para conter os pensamentos, e esconder as verdades; liberdade para minorias, ou
liberdade para maiorias, que no uso fruto da soberania, e independente da cor,
ou da condição social; como vândalos, ou fantoches do mal; aprisionam-nos sob a
falsa ilusão da Teoria Prática da Liberdade; quando interesses escusos são anteparos;
na defesa de seus próprios interesses... Isto é, que é; a Liberdade.
Como as Montanhas
de Ouro de Serra Pelada que sumiram... Num Lápso de Liberdade; como os
Diamantes de Espigão do Oeste; como o Ouro do Madeira; ou como a Madeira que
cai para dar lugar a Soja, e pastos aos Gados; que não sobra um palmo só pra se
plantar Mandioca, e dela fazer Farinha; pra se comer com Feijão que já não se
planta, e pouco convém; para plantar a Cana-de-açucar e dela só o álcool; e
tudo faz parte de um mesmo Ciclo... Liberdade! Sempre limitada pelos donos do
Poder; e nós, os interregnos ou hiatos, no meio de tantas Coronas, ou Coroas; e
hoje monitorizados por Satélites, GPS, e censuras, cujas iminências pardas
identificam os Testas! Como se estes fossem na realidade... Os donos da
Liberdade, pois amanhã deverá nascer; outras liberdades, tão singulares e
iguais; aos “Porta Estandartes” anteriores.
E essa Liberdade
(não a minha) chegou a um ponto de discutir aonde: a própria Presidente da República
deste País, deva ou não hospedasse; e a mesma “não ter a liberdade de réplica”,
pois em minha opinião um chefe de Estado: para dar satisfações a uma minoria ávida
pelo Poder, não deva colocar a ridículo a sua posição, e se hospedar num Hotel
de periferia, de uma corrutela qualquer: quando a sua posição requer, o tratamento
que deva ser coerente, e permitido a todo Chefe de Estado... E logo ela! Eleita pela vontade do povo
Brasileiro; provem-me se possível; o contraditório... Mas isto é! Liberdade!
Sob o ponto de vista da incoerência, dos mesmo que incitam a baderna, e a tática
de guerra... A mesma utilizada na derrubada do Regime de Segregação Racial na África
do Sul, e posta em voga agora em alguns Países deste Mundo.