O que se faz Sentido
Como o amor... Assim
Monge que se perde, e que se medra.
E que do mantra esquece
E deixa a Sutra sânscrito... Pelo Kama
E como Camba
Fica afim... Da Coila
E que no Carma adentra
Olhos colados no fogo
Como pedras pregadas nas paredes
E cego de um olho só
Do outro... Esquecera a lente
Não vê nem luz
Nem a escuridão presente.
Nem vê... Que a fumaça é Laço
E a cada passo dado, e a cada passo...
Enlaça-se a hipnose... Fique!
E sua alma se envolve
Sem perceber...
Será mentira? Ou será verdade!
O que me faz iludir-se? O que me ilude?
Já que tanto tentei
Fugir desta Tormenta
Será a sede?
Será a fome?
Palavras no lugar...
Nem sei quem sou
Não sei seu nome
Palavras sem lugar...
Quem que me leva em direção... As cinzas da ilusão
Fumaças que se perdem
Como nuvens
Na suavidadade de uma voz que diz... Escute-me
Calor que me aquece
Vazio que se enche
Como um papiro antigo a me pedir... Entende
Palavras sem ter lugar...
Vulgar! Comum!
Tão simples como o ar... Como vivemos
Presos nestes tentáculos “invisíveis”
Pra quem não sabe vê-los
Nem seguir...
A ordem que se segue sem ouvir... Despe-se!
E meus olhos compreendem
O que ela diz...
Eu sou mulher! Tu és meu homem... Despe-me!
E o amor por hipnose... Virou Síncope
Síndrome de Esgar
Lágrimas que antecedem... Lágrimas
Em... Tiques “autossômicos”, ou “cacoetes”
Descontroles do amor
Diz-me que é...
Pois não é fácil conquistar a posse
Nem minha
Nem tua
Somos as fontes
Oássis... Onde matamos a sede de nós dois
Não! De um somente
Assim... Como você deseja
Assim... Como nem próprio espero
Nunca impedermido... Duro como pedra
Nunca! Na Existência bruta de...
Reservas e Censuras
... Apartados
E que seja...
Sem palavras, em segredo, e espontâneo...
Sem alarde
Por que não sendo assim...
Não faz sentido
Dr. Ademar Raimundo de Barros.
Comentários do Autor: Erasmo! Meu mestre. Este discípulo aqui, nunca irá discordar dos teus méritos; nem dos méritos de Dante. Tu! Em; “Elogio a Loucura” (onde tu não poupaste; a loucura do homem, e nem a hipotética “Loucura de Deus”), e que por esta razão foste excomungado, e por sorte; não te queimaram vivo na Inquisição, mas nem por isto seguistes: os passos de Lutero, nem os de Calvino; e Dante! Nem sei como salvo, se... Na “Divina Comédia”: entre: o Céu, o Inferno, e o Paraíso; sem querer, ou querendo; ele apontou o lado do Inferno para cá: não sei o porquê deste Oeste preterido, escolhido assim a dedo; ou será? Por que para essas bandas vinham: os degredos, mercenários, aventureiros, perseguidos, exilados, dissidentes, e Negros como escravos; mas vamos deixar isto para conversar depois.
Eu precisaria apenas de “Alguns Minutos”, pois “Quinze Dias” é muito, e; “Sete Anos” é demais: para elogiar esta Obra Prima da Literatura Brasileira – Claudia Camara - (que gostaria muito de divulgar sua apresentação na Capa interna do Livro) – Escritora dotada de Estilo ímpar (fonte de inspiração neste Poema (poderá vir outros)); o que não será novidade para mim (discípulo de Erasmo, até na definição dos Poetas – o que não me transtorna), pois na minha forma de vê... Uma Poesia trás mais outras; e se me permita a Escritora, e a Editora Biruta Ltda; deixem fazer a divulgação de, Quinze Dias, Sete Anos... E alguns Minutos, pois o Livro da Claudia para mim; é um Elo que liga passado, presente, e um futuro que dia a dia, está sendo mostrado para todos nós; e lamentavelmente a nossa juventude não gosta, não é orientada, a ler... Coisas assim; que esta Poetisa consegue transferir dentro deste Romance, que eu particularmente adorei, e dele “roubarei” algumas Pétalas; mas não me processem por Plágio e sim... Por sinceridade, ou por... Convicção (Por favor! Dêem-me Vênia uma vez); seu LIVRO deixou fissura.
Parabenizo! A Escritora; parabenizo! A Editora; e estou à disposição para qualquer retratação de minha parte, mas vamos ser franco; se eu pudesse: colocaria o Livro todo em postagem (sei que isto é impossível), mas gente! Vale a pena lê-lo... O Poema, ou Paródia, ou Plágio, ou tentativa de Plágio; sou Réu confesso; só saiu depois que li o Livro; digamos... Um pequeno Resumo; êle tem muito mais.
Um grande abraço dos: “Anônimos da Poesia e da Arte”, e; Desastrolados do Desconhecido.
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