Como... “Bôlhas de Sabão”
E ele disse a ela
E ela a ele... Amo-te
Como palavras cruzadas
Em construção
E na composição dos versos
Certo... Mote
Note! Despercebida a morte de nós dois
Quem domará quem, pois.
Quem tomará de posse, ou “ame”.
Até que ponto seja... Só
Apenas ilusões
Noites de “ninguém”
Na desilusão ímpar dos pares
Na dualidade dos sentidos
E na ressentida... Solubilidade dos amores
Maus tempos! Entretanto vem passando, vou passando: como sempre, e se eu penssasse: não houvesse; eu não estaria aqui, se eu soubesse.
E ele olhou os olhos dela
E ela... Os dele
E ele a abraçou... E ela a ele
E segurou-lhe as mãos
E ela... As dele
Mas com fossem “bolhas de Sabão”
Tão inconstantes
Incertas como um “Arco-ìris”
Volúveis como essas Nuvens de Verão
Mãos irresponsíveis
Irresponsáveis “não”
Cadê! O amor
Restou o olhar?
Que restou deles? Vazia solidão!
É dela? É dele?
Maus tempos! No entanto vou seguindo, vou andando até quando? Vou sentindo, ou mentindo; não! Vou citando, vou cantando as verdades, que ninguém observou... Ah! Se todos pudéssemos saber... Quem mais errou? Consciente eu sei muito bem quem foi.
Dr. Ademar Raimundo de Barros.
Comentários do Autor: Lembre-se de Papion, e da mesma forma: lembrem-se do sonho de ousar: se não a felicidade, mas a vida, se não a “fidelidade”, porém o Direito, e a sua própria diginidade que não deve curvar-se perante o vandalismo, e a irresponsabilidade de qualquer um: e se possível morrer por aquilo que você abraçou como sua Bandeira de luta, contudo que esta seja a verdade; nua, crua, e esculpida: em detrimento da subserviência, e da falta de escrúpulos de algumas pessoas: que te apresentam o Poder (escudo corrompido) por suas indignidades, cientes que são imunes, e superiores as Leis e aos Direitos.
Pouco me importa riscos: e em réplicas, tréplicas, retóricas, e recitações: repito as causas, os fatos, indiferente aos que dão sustentáculo ao Corporativismo de Castas, e Classes, pois detenho o Direito, e a Razão: senão estaria calado, e quanto a Poesia... Mero descarte da Dialética, aonde o Amor: é pura fantasia de construção quando na verdade sinto-me como o Poeta Michel Maia Barros (Blog – Poesia Liberdade) em sua Poesia... A Ilusão de ser Palhaço...
No picadeiro solitário do circo da vida
Onde as lonas são quase sempre furadas
Onde o espetáculo é por direito e comida,
Vê-se o palco de esperanças frustadas.
Nos holofotes da fama e do anonimato,
Onde risos e aplausos são sempre abafados,
Onde o silêncio e os gritos são de fato,
As paradoxais alegrias dos desesperados.
Entre bailarinas, mágicos, domadores,
Entre feras que dançam num só passo,
A se banhar em luzes e esplendores
O simples coração de palha e aço,
A viver sempre imaginando as suas dores,
Vive sempre a ilusão de ser palhaço.
Michel Barros Maia.
Ele é comedido: diferente de mim, e de Papion; que ousamos saltar de um abismo para o Mar revolto: em busca da onda, e de qual corrente “marítima” nos conduzisse ao Porto da Liberdade, ele conseguiu mostrar ao Mundo; eu ainda não... As minhas correntes não dependem do Mar, nem dependem das Ondas, nem dependem do Vento... São comentários, são Versos; montanheira de papéis arquivados; quando não assim... Censurados.
É minha Ética sob outras... “Éticas”: aonde as transgressões são objetos de proteção de Pares, independente de: Resoluções, Estatutos, Constituição, Justiça e Disciplina; pelo Corporativismo insofismável.
Um abraço dos, “Desastrolados do Desconhecido”.

.jpg)

Nenhum comentário:
Postar um comentário