quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Quando a Realidade é Ilusória

Quando a Realidade é Ilusória


Volto ao que me fez compor
O que vocês me diriam disto
I
II
III
Quando por sensatez
Resolvi provar o Contraditório
E ao invés de caça
Procuro ser agora... O Caçador
Por que para sobreviver neste inferno
E ter que dividir espaços com Demônios
O Homem sente a necessidade inevitável
Infelizmente
De também ser Daïmon
Para tentar “viver”
(Se) conseguir defender os seus próprios direitos
Mas ciente de que
O seu inimigo maior seja;
E sempre será
O que admitimos como Estado
E atentos
A tantas resoluções Constitucionais
Prostituídas por ocasiões
Nos subterfúgios das Magistraturas
E nos arquivos de certas complacências
Previstas
Nas cumplicidades dos afins
Na intimidade dos desafetos
Na crueldade dos instintos
E na infalibilidade natural humana,
Pois se não haja, ou não possa haver,
Ataques em Desagravos
De que valha, ou possa existir,
Pedidos, ou Apelos,
De que valha? Recursos, e Agravos;
(Se) O Estado defende-se deste jeito:
Recurso desprovido
E por unanimidade em Súmulas diz-se... Inatacado
E que não houve
A combatividade no “conflito”
E bem pior
(Se) Contrariar, ou contestar,
As “Maruagens” dos Méritos... Deus Acuda!
A eficiência torna-se desrespeito
E os Jurisconsultos se agrupam,
Em Cadeias de Montanhas do Direito
Intransponíveis até;
Por mais que sejam apócrifos... Os Veredictos
Mas aproveito a oportunidade ímpar de parabenizar a mobilização Negra Americana por um homem só; que em repúdio (nego o Vandalismo) a decisão de um Júri Popular suspeito; toma a iniciativa Democrática; (visto que a Democracia é o Governo do Povo para o Povo, e não para uma minoria de Racistas), e vão as Ruas em protesto a discriminação das Raças: quando aqui no Brasil, o Ministério Público Federal só se atém as questões Coletivas, e Lega à irresponsabilidade do Estado as causas isoladas: aonde um Juiz Substituto de 2ª Vara Fazendária, toma as decisões da forma que satisfaça o Estado: quando aí nos Estados Unidos das Américas o nível de conscientização do próprio Povo, inibe estas manobras de “Mamulengos”; e a discriminação aqui! Toma a feição da máxima do discreto: dando a impressão de inexistência quando a expansão comanda, e não afeta apenas a Cor, mas as camadas Sociais menos favorecidas; e privilegia: Ciclos bem aventurados, Elites, e Oligarquias; e ao Advogado veta-lhe o Direito de contrariar as Decisões Judiciais em nome da Ética Profissional, e do Corporativismo da Classe Jurídica: que até perante o Poder, curva-se com Aplicativos de Séculos passados como as Delações Premiadas: quando abre um precedente para o Autor de um Crime de Lesa a Pátria: que Page apenas 1/3 da ilicitude cometida para minimizar os fatos, e faz que esqueça o que consta na Constituição Federal... Ninguém deverá responder duas vezes pelo mesmo crime; o que em minha opinião... Ficou mais fácil! Eu roubo R $ 210.000.000; 00; deduro; um, dois, três: devolvo na “marra” R $ 70.000.000,00, e vou cumprir a minha prisãozinha domiciliar: com uma “Coleirinha de “Arake” na Canela, medindo riscos e pronto; está tudo resolvido: e não me perturbem mais, pois nada mais tenho a falar “““... E o Advogado... O meu Cliente! Está corretíssimo... E processo qualquer um que fale nisto.
Estou errado?
Duvi-d-o-dó!
Enquanto aqui “em baixo”
Os Lesos... Brigam.


“Heróis”! Que se pronunciam
Quem será de nós?
O líder da nova Inconfidência Mineira
Quem será de nós?
Que terá a coragem de dividir a Nação
Brasil do Norte e Nordeste
Brasil do Sul e Sudeste
Do Sudoeste não mais;
Lá é área Fronteiriça
Caso de Polícia Federal
Mas quem será capaz?
De exterminar os Nordestinos
Pestes que migraram pra cá
Aves agoureiras
Pragas desta Seca que nos cerca
Gente nojenta
Abutres destes Sertões
Destes Carirís
Destas Caatingas
Destes Curimataus e Brejos das Canas
Dos Piancóis, e Moxotóis da vida,
E destes Pageúis que ainda vingam
Que jogou Sal Grosso, e Galinha Preta;
 E acendeu as Velas, e tacou Pimenta,
No “Caldo doce” do nosso nobre Pré Sal;
E para contrariar... Votaram na dita Presidenta
Reeleita sim
Por votos da miséria e da pobreza
Grandes coisas!
(Se) na oposição só há “Riqueza”
Acostumada a rir... Das “coisas mínimas”
E minimizar... As máximas de Carl Marx,
Sem peso na consciência
No uso da inteligência do Capitalismo
Duro como Pedra
E mascarado com as Siglas do Socialismo;
Nesta Ideologia Sofismática
Neste Poli-partidarismo de Partidos
Confusos!
Afeitos as metodologias dos mercados... Pobre é o Povo
Que não consegue compreender, ou soletrar...
Como eu me iludo;
E não consegue dizer... Não Idolatro.



Sem mais
Dr. Ademar Raimundo de Barros.

 

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