Com as devidas “Incorreções”
E se eu precise
De alguma ajuda em Português
Claro! Sim!
Quem não precisa?
Você que vem em meu Visor
E me avisa
Também precisa;
Aliás
Pra não falar de mais
Nem discutir Linguística
Aponta-me
Uma Editora só
Uma Revista!
Que venha dispensar sua equipe de revisão.
Eu não conheço uma,
E digo-lhe mais
Até Neruda!
Prêmio Nobel da Paz em Literatura
Do regionalismo cultural
Também foi vítima
Mas lhe perdoaram os Espanhóis... Outra Cultura
Não a nossa
Miscigenação de raças raras
Onde muitos que não conseguem escrever
Uma simples Carta;
Ou mensagem amiga (que se diga)
Mas para aparecer fazem a mim... A crítica
Mais nunca me deixarei levar pela opressão
Nem pelo ilusionismo do Fascismo
Nem do Integralismo disfarçado
Nem do Integralismo disfarçado
Nem pelas Psicoses alternativas
De Maníacos, ou Depressivos.
Nem pelos complexos mórbidos dos Esquizofrênicos,
Assolados por suas Personalidades Psicopáticas
Que da Língua Portuguesa só sabem conjugar alguns verbos:
Roubar
Matar... Ou mando
Extorquir
Bajular
Copiar
E tantos outros,
Que não preciso nem comentar quais os adjetivos
Qualificativos
E cabíveis aos quais
Vão Lá!
Deem um beijo no Lula!
Só por mim
Ele é Nordestino
E nossa dicção, não faz parte da Cúpula, nem da Glória,
Nem vem da Fartura, nem do Esplendor;
Nem da grandeza,
Nem da magnificência
Ou provém do Agreste, ou da Seca,
E que culpa tenha nós, se nossa escrita,
Acompanha-nos na fala,
E quando a fala sai... Faz-se a censura,
Corrijam-nas
Mas compreendam
Viu! Coisa linda!
Como se dar um chute... Em “Mula Branca”
E se for Pantera... Não é Negra
É Urso “Panda”
Ou Vaca parida,
Que o Bezerro dela não desgruda;
E daí que venham desavenças,
Pois ninguém deseja... O desmamem das Tetas
Ah! Se eu pudesse me justificar
Apenas com esta nota...
Parabéns Nobre Delator!
Pois na acareação
Fostes... Conciso
E nenhuma “meia palavra” eu ouvi
E o que queria ouvir
Eu não olvido
E como olvidar
Quando imagino
Que jamais eu poderia acreditar;
Na segurança das tuas colocações... E sem nenhum temor
Dono de uma coragem invejável
O que não é comum,
E indiscutivelmente indicou
O caminho das Pedras
E as Veredas dos Julgos
E por que não dizer;
O Velho Mapa da Mina.
Embora por pura incoerência
Ou mera intolerância
A outra Boca cala
E nega
E ao negar;
Chama para si a Lenintência
E tenta desta forma
Distorcer a história por vacância
Mantendo a chama que na Pira queima
Desde Idos remotos
Quando de Priscas; Eras... Reinava a ignorância
Vícios da Colonização Portuguesa
Heranças! Das Capitanias Hereditárias
Ócios do Passado
Ofícios do Presente, e do Futuro;
Por Votos... Concedidos, ou comprados,
E no Mercado Negro dos negócios... Achados, e perdidos.
Dr. Ademar Raimundo de Barros.
Comentários do Autor: O que é que eu precise comentar? Quando tudo aqui ficou explícito: quando o Circo ganhou características itinerantes, e já não conseguem mais armá-lo nas Ruas, aonde nenhum Artista quer se expor, pois seus ingressos não são mais vendidos nas adjacências do Maracanã: e toda tentativa de rever o episódio do Rio Center ficou muito manjada: agora usam como escudos: Mulheres, Senhoras, e Senhoritas, partidárias de qualquer “Cordão”, para fingirem-se de agredidas no Palco montado no Senado e Câmara Federal; quando a minha consciência dita; elas! E toda a plateia corrompida não representa o pensamento da Nação.
Também não adianta rebuscar nos mortos; o que eles deixaram no inventário para os vivos, nem nos casos prescritos pelo tempo o que venha contentar e satisfazer qualquer Partido: quando a consciência geral é uma só; todos envolvidos, e outros não delatados, roubaram esta Nação, e continuarão roubando; e espero daqueles que juram inocência que observem uma coisa só... Quem tem “rabo de palha”, não toque fogo no rabo de Palha que outros tenham; e quem tiver “telhado de Vidro”, não fique por aí jogando Pedras nos outros telhados símiles, ou similares aos seus.
Não estou penitenciando a piedade para aqueles que pecaram. Não estou fazendo apologia à impunidade: mas o povo deve se abster de manifestações em favor de interesses de outros interesses, em nome da própria segurança Nacional, e quem estava nas galerias do Poder Legislativo: tem alguma coisa a perder, pois eu não acredito que nenhum pé rapado (a não ser que seja um Fido Dido, ou Doido de Varrer) tenha pelo menos acesso as cercanias das Instituições que zelam pelo Poder.
Com relação a meu Visor que avisa: “Precisa de ajuda em Português”, respondo-lhe... Preciso! Pois as Ferramentas que foram feitas para estas correções, no meu Computador não funcionam bem em, Poesias Vivas, e os vícios de linguagem são comuns; e não me perguntem o porquê, pois censura fina, sempre foi e será: censura fina; e toda Editora para publicar qualquer trabalho: tem a sua equipe de revisão formada por Professores da Língua Portuguesa... OK! Minha cara coirmã, que não vai muito bem com minha cara.
Sem Mais
Dr. Ademar Raimundo de Barros.
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