quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Cântaro Iluminado.

Cântaro Iluminado.


É triste no Café da manhã
Ligar o Televisor
E ver a xícara quebrar
Fazendo... “PRAC”
Como se estivéssemos ouvindo:
Plano de retenção anônomala de um crescimento
Mas para não engasgar-se logo cedo
Convenhamos que ouvíssemos:
Para refazer acréscimos “comedidos”
Mas se ouvíssemos... PAC
Mais ameno
Como fala um Gay ensimesmado na fissura
Pronto!
Acabou-se!
Cara!
Não vês que nosso amor
Parou após a Copa
Agora... Para! Amor!
Conheça, e reconheças... Plac!
Como um bofete na Cara
E não pagarei mais aquelas contas... Cara! Ah! Se eu pudesse apostar em qual montaria que viesse ganhar esta disputa; e na Cara de Pau zombar dos Cavalos de Raças Haras, ou das Mangas Largas (tanto faz), pois todos são uns Filhos de Deus e outros; Filhos da Santa. E o quê fazer? Se todos querem ver a Glória brilhar nos Olhos dos Zombetas, e Picaretas desta Terra... YAHOO! Brasil! E já lhes disse... Nada de Crucifixo... Eu sou Mutante.
Não baste!
Andei ouvindo aqui
Pelas Alcovas
Sussurros de Poetas em Verso e Trovas
Que pra Joaquim não sei
Francisco, ou Barbosa;
Que está no dia-dia destes juízes
Que seguem a natureza das diretrizes
O obsequioso veto obrigatório
Do exercício da Advocacia genuína
Para quem deteve algum Juízo
E o que será quê será
Por que não tem sentido
E se houver? O que será da intimidade dos úteis, e inúteis,
Nas sombras desses enigmas atrás das Torres
Dos Tratos, e Distratos de Tratados,
E dos Faraós que “construí”
Quando a minha própria consciência diz:
I, II, III... Ramedha perdeu a causa
E o que eu possa fazer
Quando até! Rhamisés e todo seu Poder;
Perdeu para Moisés
Que era a Lei
Mas quando a Lei era em resumo assim...
Amar a Deus sobre todas as coisas
Mas alguém censurou
Não sobre as minhas
Guardai os Sábados, Domingos, e feriados;
Mas alguém exclamou... YAHOO!
Honrarás teu Pai e tua Mãe
Mas alguém replicou;
Qual Mãe? Qual Pai? Os dois são quase Alzheimer
Qual Pai?
Nasci num Cabaré... Somam-se tantos
Qual Mãe? Que; se era Santa sumiu!
E eu vivi nas Ruas
Com minha sorte Mingau
Não matarás!
E alguém se revoltou:
Por que razão aquele que matasse Caim
Seria Sete vezes vingado?
Sem falar em Lameque que bradou
Ada! Zilá!
Matei um varão que me feriu, e um jovem que me pisou;
E quem se vingar será vingado
Setenta vezes Sete... Por que se vingou...
Princípio das Delações premiadas
E não citem seu nome em vão,
Pois as Premiações são escolhidas... Está “pesado”? Mexo com os Brios da Lei, ou das Igrejas? Ou com o Brilho das Bíblias? Ou com o nome de Deus? Ou das Religiões? Não! Não é esta a minha intensão... Mexo com o “BRILHO” dos Homens...
Não pecarás contra a Castidade
São princípios Paulinos
Apanágios de Lésbicas e Gays
Que Jesus em Tréplica respondeu... Fica para quem compreenda
Uns! Fizeram-se assim
Outros foram contra a sua vontade, e pela escravidão... Feitos
Muitos foram Eugênicos
E tantos que se fizeram fascinados pelos Céus
Mas são Filhos de Deus... Shalon!
Não roubarás
Mas se pergunta o quê?
O Galo, ou a Galinha,
O Gatinho da vizinha para fazerem espetos,
E matarem a fome,
E quando a seca chegar
Roubar para matar a sede
E não se fazer reféns
E não extorquir ninguém
Nem fazer nenhuma apologia ao Latrocínio
Como as Autarquias o fazem
Na corrupção dos costumes
Na subversão da ordem
E na desmoralização das Instituições Estatutárias
Não levantarás falsos testemunhos
Como fizeram a mim
Por questionar; Conselhos e Sistemas,
E por essas razões
Fui apostasiado pelo próprio Direito
Líquido! E Cristalino.
Pois envolvidos calaram-se
E Meritíssimos me iludem com apócrifas Súmulas
Cercadas de unanimidades fictícias
Aonde sem “méritos” alegam
A falta de combatividade de outras partes
Confusas!
Sem saber o que venham fazer
Quando por subserviência
Essas Iminências pardas... Os impedem
E a Ordem de Advogados do Brasil... Dá-lhes suporte
Num jogo ilógico
Aonde a Ética vem como revide
Como revanche
E diz-se independente... Era costume
Hoje! Já não mais, pois fugaz... Sempre serão os Estatutos
Em defesa do Corporativismo das Classes
Quando tornou-se costumaz o rito:
Tem que ser domado
Tem que ser fichado
Carimbado
Comedido
Concordato
Ser inscrito
E isto se aprovado nas Provas do Conselho
E custe o que custar,
Pois não adianta navegar noutra Maré
Nem tão pouco singrar por outros Mares
Não desejarás a Mulher do teu próximo,
Nem as coisas alheias
Mas eu sou o Sino
E desejo o silêncio,
Na Diáspora, e na Cisma, pois...
Que diferença faça para nós... O Êxodo
Quando o Estado preza os apocalípticos
Pois se justificam assim... São os sinais dos Tempos
É Bíblico a redesignação
E a resignação um bom exemplo de ser
Escravo por especulação
Sem Teto por devoção
Sem Terra... Por algum Tempo
Até que chegue a desapropriação em Ulti Posse e Date
Mas não julgarás
Pois nunca mais terás a Madalena a teus Pés
E Zebedeu será até capaz
De protagonizar a insensatez dos próprios contra os mesmos
A luta de vocês... Contra vocês
Sem mais
Do Sheik que mais vos preza, e que vos diz...
Que os Deuses estão em todos os lugares
Como Ondas de Raios
Como Ondas de Luz
Ha! Ha! Ha!
E em 13 de Maio a Lei áurea,
E na Cova da Iria
E um dia depois [Semi nús [à fiesta
Dos Gatos máfiosos de;
Gestos, Traços, e de requintes “finos”;
Enquanto logo abaixo... Pestes em protestos por maltratos

                    Rameda Odinuminar Ed Sorrab.


Comentários do Autor: Muito pouco a dizer após esta Generalização universal diferenciada; e apenas espero; que seja, ou que venha; chegar ao conhecimento do Supremo Tribunal Federal as partes das Partituras que ficaram aqui retidas por desdém, mas foi assim: como as Nuvens de Lama; que quase enlouqueci pelo Fanatismo dominante; pelo Vandalismo que não quis; pela impunidade das causas; pela protelação dos Processos; e pela barreira de proteção do Corporativismo doentio: aonde eu poderia dizer; assim nasceu a Corrupção dos costumes; uma coisinha aqui; um pedacinho lá; um “ajeitado aqui”; um ‘Faz de contas cá”; e nasceram os Corruptos, Corruptores, e Corruptíveis: e eu não acredito que a Jurisprudência que em Vênia mantém os Acórdãos que levem uma minoria a beneficiar-se com Acúmulo de Encargos no Estado, possa se sobrepor a uma maioria que receberam o Veto da mesma Lei, e o Direito Constitucional que diz; todos são iguais perante a Lei seja esquecido. E vilipendiado pela própria Lei, no uso de artifícios protecionistas... Leiam (em The Case Ramehda I, II, e III; nos Desastrolados do Desconhecido, e nos Anônimos da Poesia e da Arte), e observem as decisões tomadas pela mesma Casa de Justiça; aonde encontro respaldo Legal para justificar a denúncia e comprovadamente provar o Contraditório; e desta forma poder me colocar perante a Justiça para ser julgado sob a acusação de Calúnia ou Difamação, ou Desrespeito a Autoridade de qualquer Meritíssimo que possa melindrar-se pelo teor da matéria, ou que esteja incitando as massas por sensacionalismo para ganhar vantagens no meu julgamento. Não! Pois já recebi pancadas demais e na base de...
E se tiver que ser assim... Será
Como sempre será
Por que o Tempo não para
E a ansiedade determina a dimensão da Pressa,
Pois a dita coerência possa vir,
No toque de... AVÔHAI!




Sem mais
Dr. Ademar Raimundo de Barros.

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