segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Tropicália News


Tropicália News



Eu posso dar-me por feliz pelo menos hoje; pois nos dados de verificações de Estatísticas: estão lá às visualizações constantes nos Desastrolados do Desconhecido, e bem vindas dos Estados Unidos das Américas. Gente! Quem seja eu! Para subestimar a soberania Americana: então vocês poderiam admitir que eu houvesse entrado em Paranoia: e no Delírio comum do Fanatismo: eu seria uma Formiguinha a mais, e vinda de um Formigueiro que por aqui se chama... “Saca Saia”.
Não mordem, pois não têm Dentes,
Não bicam, pois não têm Bicos,
Não picam, pois não têm...
Nem têm Ferrões
Que ferroem
Asas algumas têm;
Mas lamentavelmente todas elas são... Frágeis pra voar,
Mas por instinto têm
A capacidade de saírem malucas pelas Ruas
Quando o Vento vem e diz... Lá vem a Tempestade
E a grande maioria foge
Conduzindo um Kit de sobrevivência
Enquanto uma minoria morre por uma simples razão
A ausência total de Uma... Inteligência
Não dessas!
Ávidas pelo roubo,
E que depois de roubar: sai por aí, dedurando todos,
Quem é qual
E se será possível,
Incluir o Bobo que assinou sem ver
Aquilo que deveras foi... Talvez “assinado”
E pra corrupção meu Bem!
Não há Remédio
E seus reféns procuram seus abrigos
Na imigração
Quando: Injusta é a causa,
Torpe é seu motivo,
Mas nunca será banal sua destinação
A Ilha Não!
Os Estados Unidos;
E em Prisão Domiciliar e diferenciada
Não como Embaixador
Para não dá “mais pinta”
E nunca mais mexer nestas feridas que não doem
E serei até Oficie Boy... Nas Embaixadas,
Nos Consulados
Nos Consultórios de Representações
Preferencialmente; As... Do Brasil.
Ah! Se houvesse na Legislação Militar
A determinação
De condições; De... Adido

                                     Dr. Ademar Raimundo de Barros.


Comentários do Autor: Terra em quarto secante; Lua em terço minguante: Sol neste Céu envolvente que nem me queimam os Pés; tão pouco a sua luz fustigue-me os Olhos; ou me irrite a Pele; ou que venha mexer com essas nossas feridas que socialmente somam-se neste labirinto aonde os Dinossauros se confrontam: numa prestação de Contas onde o responsável foi Teseu, e um Minotauro sumiu com a Monalisa. Para estes abrigos de Horas: nestes relentos que o Vento; vem soprar a “dor”, numa constância até que tolerável: onde a Poeira, e a Tempestade se encontram: quando a Lama vem, e encubra tudo que se esconda, pois a ventania leva todas as Tendas: e o Homem possa passar as Noites procurando em vão: o Brilho das Estrelas: já que seja impossível ver; que vapores diáfanos clamam... Venha a Chuva! Nem Mares, nem Tsunamis. E nas Barranqueiras do Madeira; a Natureza gema; na alagação das suas margens, e pobres de nós! Nesta Esquizofrenia diferente quando o medo é maior, pois se trata da realidade; onde a Paranoia é coletiva, e quando não podemos dizer; que seja hipotética a hipótese: e que teoricamente a podemos jogar: para o inconsciente: esta Megalomania delirante... É Lenda! Pra quê Florestas; Riachos! Pra quê? “Gigantes”; e se Água tem demais, por que tememos nós, avancem! Afinal das contas; o que valerá mais do quê dois Bois? Mil Homens! Não! Nunca! E imaginem um milhão de Bois... Quantos milhões que valham em Reais?
No Mercado Lícito das Exportações.
            E se a Nação abruma-se por não ver verter da Terra, e o Leite e o Mel; que ela viu um dia correr em abundância, e não aparecer, e nem fluir, e nem nascer, e nem florir, e nem desabrochar, e nem brotar; e seu instinto Mãe se deprimir; por que virá a Fome.
           E se a Nação se abruma mais quando não vir manar os bens que sempre emanaram do trabalho profíncuo do seu Povo; e que dele venha eclodir, surgir, e compor; uma Sociedade mais justa e Solidária; mesmo quando partes de seus bens sejam meros derivados do Petróleo esquartejados por um Socialismo em Siglas Fictícias pra meras ilusões dos exaltados que fizeram: da Sociologia “seus Escudos”, e por que não falar também; do Passado não! Pois tantas sujeiras prescreveram, mas ainda restam-nos... O próprio Presente, e as perspectivas do Futuro, quando as palavras mágicas não sejam mais aquelas; “ABRAM CADRABAS”, nos termos dos Contos das Mil e Uma Noites; quando alguém possa vir conjugar o Verbo Manar no Pretérito Mais que Perfeito do Indicativo: e o Mágico Aladim enfim disser... Alá! Não vejo mais aqui: os Anões da Previdência Social, os Mensaleiros dos Mensalões da vida; nem as Jorginas; nem os Lalaus, nem os responsáveis no imensurável escândalo da PETROBRAS, pois eles eram tantos que quase puseram: Jeová, Jesus, Jessé, Alá, o Novo e o Velho Testamento; na Cadeia, e elas; as Celas; cheias de Colarinhos; Brancos, Verdes, Amarelos, Azuis; e ainda aqueles Coloridos; como Arcos Íris parecidos, entre outras Cores; Choque! Rosa, e Lilás; talvez aqui! Ali! Um pouco de Purpurina para manter em Alto Astral, todo aquele Império de “Surpresas”.
Aliás! Baita compreensão! Muitos deverão ser anistiados pela “compaixão”, pela “fidelidade”; por “Beatificação”, e pela idade, pois até Andrômeda teve dó e fez-se vítima: e o dizer levou um susto só; com tantos Revólveres apontados rentes para sua Cabeça: mas não deu a menor importância nem as ameaças Telefônicas, pois Pobre de Jó! Que nem conseguiu registrar essas ameaçaszinhas na Polícia, e nem ter sequer um Boletim de Ocorrência como comprovação de tal nobre, e sublime atitude, mas por falar demais confessou: que beneficiou o Ex-esposo em algumas Operações anteriores; deixando por subentendido o Trivial, o Circunstancial, e o Comprobatório; pois quando a dimensão de Causa e Efeito for completamente esclarecida: melhor será ser Vítima de Perseguição, do que ser igual a mim... O “Inconfesso Réu”.
E sem falar de que alguns sejam imortais: e outros! Designados; enquanto outros: sempre serão remanejados, pelo uso costumaz de abusos cometidos “circunstancialmente”, e previamente cientes da impunidade que lhes convém: e que nestas condições manaram-se em vivas! Perante esta Sociedade Alternativa, como Ícones do “Purim” das Baladas dos complexos; da Maré, do Morro do Alemão, e de outros complexos de Morros e Favelas tão comuns neste nosso País; como as Cidades dos Deuses, e as tantas Cracolândias e “Vietnã”, das nossas Avenidas Centrais; Palcos desta vida: aonde as Rondas são Ondas em Tsunamis Espículas Ondas Lentas; Espículas Ondas Curtas; ou em Frequência Modulada para confundir, ou disfarçar; e nada mais a não ser: Alqueires de Plantações das “desilusões” Iluministas, pois na verdade seria preciso, e necessário; plantar o Individualismo no semeio das sementes do Coletivismo ensimesmado e, além disto: o enxerto da Indiferença nos afetos, e nos apreços: e lamentavelmente também: na exaltação dos instintos em ignomínia.
E por não idolatrar
Estas Idolatrias
Do; Sou
Do; És
Do;Ele é o Cara
Sou submetido a Censuras
Finas
E Refinadas.




Sem mais
Dr. Ademar Raimundo de Barros.

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