sábado, 20 de dezembro de 2014

E “Brando”!... Ainda respondo

E “Brando”!... Ainda respondo


Em, “Despicienda-se”... Pois se trata de Matéria Perclusa
Comecei assim
Procurei buscar
No infinito da misericórdia de Deus
Minha “última lenha”
Para manter a chama da Solidariedade Humana
E pedi desculpas... E me despedi
E justifiquei-me que “cansei”
Pois uma Tempestade extemporânea; vi.
Impiedosamente cair sobre mim














Mas deixei
A “minha última lenha” entre Aspas
E falei...
De “um gato” que Cipriano ensinou
E acendi duas Velas... E voltei
Bem antes! Que de Saudades morresse
E não pudesse mais, transformar Hipóteses.

Em Teses
E não conseguisse provas do Contraditório
Perante tantas antíteses
















É Tréplica
Em Alegações finais de Defesa
Quando a verdade é a “ré confessa”
E que o homem nem precise mais pedir
Senhores! Vênia!
















Comentários do Autor: Tenham toda Liberdade de observar a Postagem: Brandas... Essas Respostas: e possam constatar a dificuldade de visualização; pois seria necessário o uso de lupas ou de lentes, para poder-ser ler o conteúdo deste trabalho: quando o Monitor da Matriz, em visualizações de rotina estatística: nos apresenta-a; em fundo Amarelo Claro/com letras Brancas; o que torna a Postagem ilegível sob visão normal.
Já fiz de tudo rebuscando em Configurações de Ferramentas, nas Engrenagens disponíveis, nas limitações de meus “conhecimentos”: encontrar um meio legível de divulgação, mas “é-me” negado. Da mesma forma observei em algumas outras Postagens: a exclusão (em branco) de parte que foi divulgado, ou postado: chegando a não compreender, por exemplo: no Poema; Ao Canadá, de Dezembro de 2012; a subtração total do Poema restando-lhe só as Fotos, mas que foi corregido, porém o Comentário voou, sem que nada conste de Revolucionário ou Político que pudesse macular alguma Nação ou Forma de Governo, e pelo contrário; enalteço-as.
Vejam em, Sob Censura “Refinada”, a subtração semitotal do Comentário; e voltei bem antes do previsto, para responder a um seguidor “implacável” em comentário feito em, Por Uma Questão Pessoal: e que decidi por motivos técnicos transformar em Postagem sob o Título: Transformado em Postagem, pois me achei nesta obrigação.
Mas uma coisa eu quero deixar bem clara à Mídia: tudo o que tenho abordado neste Blog, coincidentemente ou não; vem acontecendo.
Quando exaustivamente apontei, ou sinalizei que a Coréia do Norte não iria invadir a Coréia do Sul, eu disse: são irmãs; como são irmãos; Laos/Camboja; como são irmãos Vietnã do Norte e do Sul; e como são irmãs todas as Nações divididas. E que nenhum artefato Nuclear Atômico iria sair “Dali”; nem iria sair de outro local para lá.
Fiz um discreto Comentário no Blog do Pugliese, e hoje, tenho a tênue satisfação de ver o resultado: já que desponta uma leve tendência de se minimizar a Crise Econômica da União Européia, mas em contraposição: abrem uma nova “Trincheira” (Proposital? Ou Psicológica? Ou Estratégica? Ou Especulativa?) no meio das “Colunas de Hércules” (Estreito de Gibraltar)... Inglaterra e Espanha brigando por peixes; como é tão romântico!
Não é romântico não gente! É a realidade cruel do Domínio.
Não é romântico não gente! É a face real da natureza humana
No Poema, A Nova “Estrela Guia”, aquela que foi cair na Rússia; pressenti que alguns ficaram decepcionados por que aquela estrela foi cair lá, e não aqui, em cima de suas cabeças... Pode? Mas “umas estrelas” da Chechênia fizeram explodir em Boston, uma Bomba “caseira”: e outra “Estrela” cadente passou pelo Brasil e entrou em “degenerescência” em solo Russo, e ninguém queria esta “Estrela”: ou brilhava demais, ou já havia sido pré supostamente designada a se apagar, mas ela quis continuar “acesa”, e nem sei, se algum “brilho” guardou.
Não sei se essa “estrela” tenha alguma coisa a haver com... Brandas... Essas Respostas.
Será que errei na previsão da Chechênia Brasileira? E que em nome do Pré Sal não venhamos escutar outro grito de Independência. Um “maluco” já havia imaginado a criação de uma nova Nação denominada: República dos Pampas, com a inclusão dos Estados da Região Sul. Mas abre-se um debate; será que a Petrobrás venha à Falência?
A sua exclusão (que não nos interessa), interesse a quem possa supor? Se sua Concretização no contexto Internacional é uma realidade; inculca-me: com inculca muito mais pensar em sua falência: e imagine a Indústria Brasileira nadar; nadar; nadar... E vir morrer na Praia.
E não estamos livres disto não; basta-nos só acompanhar as oscilações de Bolsas e Ações no transcurso da Crise, e vê despencar Nações sobre Nações em “efeito dominó” no Palco da Economia Mundial cujas consequências; o desequilíbrio Social e o Desemprego, quando o Ludismo não cabe mais (nem sonhar) diante da hegemonia do Progresso. Agora! Imagine cair a Vale, e imagine as dúvidas geradas na divulgação da impossibilidade das Usinas Hidroelétricas do Madeira atingir a Capacidade de Geração de Energia prevista no Projeto Original: devido o uso duvidoso de Turbinas inadequadas ao previsto... Mas quem divulga isto é a Mídia; não sou eu.
Agora respondo... Tudo isto está acontecendo; por que na implantação do PAC, ficou subentendido, ou entendido; a vinculação Política Pré-Eleitoreira. E misturaram Usinas com Pré Sal; Transposição com Futebol; Governo e Oposição; Justiça e Mensalão; a Crise e a Inflação; o Dólar em ascensão, e no meio da confusão alguém quer ver como “escapa-se”; mesmo na base do; “Tanto faz, como tanto fez” e, se algum se incomodar que; F-se.
E se houvesse ocorrido, em nome da Segurança Nacional, o sigilo oportuno e apropriado para estas situações, nada disto estaria acontecendo, parecendo até que estamos construindo: um Arsenal Nuclear Atômico e contra quem? E se a única arma que temos a apontamos pra nós; a nossa própria “Paz” nos diga; quantas mortes por dia quando nem ainda, entramos em Guerra tipo “Fogo Amigo”, pois inimigos não temos; só nós mesmo... Os próprios contra, os próprios.
Quando postei, Ontem na TV... “Miiaauu”! Delineei um fato em ficção; e para meu espanto: o fato tornou-se real no Uruguai; e pra maior espanto! Vejo no Jornal Nacional, as minhas “ilusões” concretizarem-se quando: já existe nos EUA a predisposição de redução de Pena Criminal por Narcotráfico (sem falar da Flórida), e nem ter nem como criticar: não vim ao mundo impor “meus costumes”, e terei que mudar (ser Mutante) perante as regras: e que fique bem claro: que a minha “imagem” nada tenha a haver; que eu seja prol ou contra, pois não me cabe o Direito de Julgamento, e que me volte contra: essa realidade: ciente de quê; quem opta por sim... Assumam-se.
E nem precisavam apagar do contexto: comentários em, Holocausto, nem o conteúdo escrito em: Apóstolos de Lee Barish, pois não é profecia minha, é a realidade nua e crua que o mundo não vai mudar: talvez mudem algumas “regras” (aí! Sim!) assumo a Profecia, e ciente como todos vocês também humanos: que é peculiar ao Homem à Curiosidade; e enquanto existir, a menor partícula do Nada, ele quer conhecer; mesmo que esta partícula seja o Vício; mesmo que este Vício o conduza a morte... E que há de fazer? Se “por uma Maçã” o Homem foi expulso do “Paraíso”; pois queria comê-la, e ele a comeu (mesmo contra a vontade de Deus), e daí!
E tem mais; se for por causa desta Maçã, ou de “outras” que existem por aí; de uso interpessoal, e de fórum íntimo; eu vou contar nos dedos, um, dois, três... E quem será o quarto a chegar aos Céus; ô! Bom Deus!
A princípio quiseram-me impor: “traços” de Lampião... Por ser Nordestino
Alguns me imaginavam como... Antônio “Conselheiro”
Completamente fora do Tempo
Mundrungueiro!
“Vagabundo”!
Benzedeiro!
Peregrino!
Sempre rezando, e pedindo...
Paz!
E o pouco que me resta pra viver
Alguns me apelidaram de... Ozama! O Bin Laden
Sem nada eu ter... A haver
Outros me chamaram... “Puxa Saco” de Obama
Outros insistiram... “Ozaminha”
Ou mais propriamente... “Ozamabilademar”
Depois (mesmo lancei)... Não sou Poeta
Eu sou o Profeta! Sou e digo
Agora quero ser... Outro
O Nostradamus online na linha do tempo
Não aquele antigo
De priscas; Eras “mortas”.
Eu quero ainda vivo ter o gosto de ouvir
Nostrademar! Nostrademare! Nostrademarum!

Pois... (Modéstia a parte)





É que preciso ser...
Este MESTIÇO ZUMBI Generalista Médico; andarilho e Perdigoto de Koch: gafanhoto das “Pragas do Egito”.
“Louva a Deus” de tantos; maltrapilhos, procurados; perseguidos; censurados... “Centurião” sem Cem sob seu comando.
Deprimido!
Frei Damião de Molokai... Hansênico
Mas que posso dizer: o que ninguém jamais te disse antes: que as “Chechênias” são como espécimes de borboletas; que vão tentar; que vão voar; sobrevoar; tentar pousar, e exibirem “cores”, e exigirem... Acórdãos e Privilégios; e parabéns, Carolina Boretto – Blog Livros e Afins quando se pronuncia: “E os Indus costumavam chamá-los de rajá, uma palavra 'mágica" que significa ao mesmo tempo “o que governa” e “o que tem que agradar”
De uma... Eu sei; acorda Brasil! Bem antes que detonem a Petrobrás; sem esquecer o nome de quem te “descobriu”: nem de quem lavrou a primeira Ata da “Companhia de Jesus”, bem antes que: a “Companhia das Índias Ocidentais” se organizasse: e que foi assinada por alguém enigmático... Esperas! Vais! E caminhas... Por essas Praias Belas; onde Caravelas aportaram: sem o abraço do Cristo Redentor; sem a Profecia da “Rosa Vermelha”, que em François Mitterrand se concretizou; mas já houve por coincidência Aqui! Uma primeira Missa: agora só falta, o Ato de Fé, e de Esperança... Um grito de Independência; quem vai dá?!
Mas faz mais de um Ano que profetizei o que escrevi: e olhem bem no quê deu: escândalos de Corrupção, riscos seríssimos a Nação, desmoralização de todos os Sistemas e Poderes; e o quê vocês querem mais de mim? Errei? Os absurdos estão aí às vistas: e quem responderá pelas irresponsabilidades? Então por favor: não venham discutir comigo estas verdades, pois todos estão envolvidos; menos o homem comum.
Um  grande abraço dos, “Anônimos da Poesia e da Arte” que por defender princípios de Nacionalidade: foi desaforado sorrateiramente para poder compor... Os Desastrolados do Desconhecido... E em nome do resto de Liberdade que nos resta.

Sem mais
Dr. Ademar Raimundo de Barros.


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