segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Do Réu Inconfesso.



Do Réu Inconfesso.


É!
Andei matutando por aí
Because this Cases... Ramehda One, Two, and Three
Turned into Police cases
What is the Reason?
What I would love to understand
Será que eu haja cometido abuso de poder
Ou será?
Que haja extrapolado limites de verdades
Aquelas! Justamente aquelas
Que não podemos dizer
Quando a Liberdade é presumida
Errei em que?
E se não é a minha função
Prender, soltar, e definir quem for;
Ladrão, e Ladra;
E se a minha questão... Não é confusa
Neguem-me!
Quem me quiser negar
Mas minha causa é justa
E por esta razão não dou um passo atrás,
Nem lavo os Pés
De quem lavou as Mãos por imprudência
E na dependência do Transitado e Julgado no Supremo
Coloco-me a disposição da Prisão
Por decisão
Do Conselho Nacional de Justiça
Com toda cobertura da Imprensa
Para divulgação Internacional
Posto não ser assim caríssimos Meritíssimos... Que se pensam
Donos absolutos da Razão
Aonde a infalibilidade fez-se “Habitisis”
Aonde não possa existir a mínima possibilidade
De que seus pareceres sofram... Quaisquer contestações
E digo-lhes não!
Ainda o Regime é Constitucional
O Ditatorial é de vocês... Que não se dão Contas
Que o Corporativismo é demais
Virou doença
E despicienda-se, pois;
Não trata-se de Matéria preclusa
Ela ainda é viva
E não haverá nenhuma desonra se pelo menos um...
Vênia vos peça.

                                                                Dr. Ademar Raimundo de Barros.



Comentários do Autor: Quando o “Sininho” mais uma vez badala no meu Visor, é mais um detalhe além de outra observação que me pergunta se tenha alguma dificuldade na Língua Portuguêsa; e eu respondo-lhe que sim. Será que seja mais uma gracinha vinda de Afonso, digo; Daniel, ou diga de Sabino; que eu não sei quem são: serão primos de Schiller o Poeta Alemão em Milionésimo Grau Genealógico? Ou eles poderão trazer o mal por recessividade em Síndromes de Pânicos... YAHOO! Avast! Meus Orixás! Yemanjá hoje que manje.
Não sei o quê o “Sininho” quer. Nem sei por que ele queira que o acesse... Para sorrir de mim não é! E pra quê seja? Para pedir não é; ele não precisa. Só se for... Para me jogar blasfêmia; pois tenho pensado que eles temem que o Explorer avance nesta concorrência de negócios que me inculca a mente.
Por que tanta questão pelas Navegações que veem das Eras de Cabral, e de Colombo; dos Idos ao qual Fernando de Magalhães deu a primeira volta em torno da Terra usando como alternativa: Sol, e Mar; enquanto Vasco da Gama conseguia chegar ao caminho das Índias Ocidentais; usando o caminho do Cabo das Tormentas: e eu nem falei de Incas, nem de Maias; e eu nem falei de Vikings, nem de Fenícios; e imaginem bem se eu fosse falar em Firefox, e mobilizasse outros Canais de Navegações, por nunca concordar com Monopólios... Eles adoram exclusividades, e exclusividades são extradições; como escravos em seus julgos: quase na inequação... Seu cada qual e seu dono.
Por isso aqui: o Chrome já virou o servo da Casa da Mãe Joana, aonde qualquer um, mete o Dedo e determina; quando não deveria ser assim, pois o consumidor é consciente, e sabe separar ou incluir; verdades e mentiras: como da mesma forma tem por consciência da existência de outros interesses, e negócios: o que deva ser divulgado, e aquilo que possa dizer interesse dos Refinos, das Censuras, dos Centauros, e dos Dinossauros que conseguiram sobreviver no transcurso dessa longa História; e a somente estes serão os responsáveis pela divulgação do que diga respeito a “Liberdade”; as futilidades não, pois estas serão úteis; as Libidinosidades não; estas sempre terão acesso livre... Mas as Verdades sempre serão excluídas, e colocadas embaixo dos Tapetes, ou nos Arquivos incinerados pelo Tempo.
Mas aproveito a oportunidade para parabenizar o Povo Afro-Norte-americano, pelas manifestações efetuadas em protestos de solidariedade por um único Negro: em represária a uma decisão de uma Corte Suprema da maior Democracia do Mundo; que sorrateiramente queria impor ao caso: “discretos traços de impunidade” da Supremacia da Justiça, na frusta tentativa vã de proteger: o Racismo contido em um Branco.
Sem mais e ao Som... De...





Dr. Ademar Raimundo de Barros.

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