Interregnos
Interregnos sim!
Mas até quando
assim subsistimos
Ou dentro de
quais contextos estaremos
Entre a Fé, e o
descrédito.
E entre dois
Reinos
Entre dois Polos,
e entre dois extremos.
Ser imagem real
em quais Espelhos
Nos Planos...
Somos imagens reais, mas invetidas.
Nos Côncavos, e
Convexos... “Desavessas”
Como se afastar
de Deus
Sem esquecê-lo
Como quem sabe
ser
E diz não sendo
É como se perder,
e se recuperar... Recíproco
É desacreditar
E ser acreditado
Ou
penitenciar-se... Sendo insento
Como
Transmontanas desiguais
Mas, entretanto
Sabemos que
existimos... Interregnos
Como se fôssemos
Rios
Como se fôssemos
Fontes
Como se fôssemos
Pontes
Ou como se fôssemos
imagens... Interregnos
Miragens... Que
Vales avistam
Estreitos... Que
a vista esconde
Montanhas feitas
Pilares
E Alicérceres
Os das
Construções... E “destruídos”
Como se fôssemos
andaimes transeuntes
Como se fôssemos
Elos desunidos
É como dizer...
Somos encontros
Bem cedo, ou bem
mais tarde... Desencontros
É como... Sois!
Tu és?
Havemos-nos
visto... Interregnos?
Onde?
Aqui nos “Ceus”,
ou lá na Terra mesmo.
Nesses quatro
cantos do Mundo
Neste Mundo só...
Entre dois Reinos
Ou num Reino
só... Dividido
Por uma Cruz
Que tem
Só quatro lados
E que divide tudo
em meios...
Ou em... Quartos
Os de cima, os de
baixo.
Os da esquerda,
ou direita.
Do Polo Sul, ou
do Norte.
Do Leste... Do
Sol nascente
Do Sol Oeste...
Ocidente
No meio... Um
Oriente Médio dizem ser
Por interregnos
Já se somaram
tantos
Quer sejam
Europeus! Se! Asiáticos
Quer sejam
Africanos, ou Ibéricos.
É o elastecimento
do espaço... Meio
Interrogado, e
sempre interrompido.
Ou interrupções
que se interponham
Como se fôssem,
pausas de interesses.
E reticências que
mutlipicassem
Tréguas de trechos
Pelo tempo
Hiatos longos que
distanciassem
Os entre “Atos”...
E os “entretantos”
Que vem para
enigmar
Sendo Enígma
Essa Esfinge
Mítica do Mistério
Grifo, cautela,
dogma... Cifra, ou segredos.
Que às vezes...
Dá-nos Deus
Pêgados do
passado
Que tanta
precaução
Transformam-se em
“quimeras”
E a Utopia diz...
Que adivinha
Quando a
Hipocrisia... Acompanha
Evidências não
vêm
Não há clareza
No obscuro, e
místico mortuário.
Criptogramas de
“Quebras cabeças”
Onde o poeta
fez-se... Atuário
Nessas
informações
Pra desvendar
tarefas
Que obscuras
possam ser despercebidas
Não por sua
loucura
Mas nas “outras”
Como Sibipirunas,
ou Caesalpinas.
Coração Negro,
mas... Mudas de Plantas
Tão
resistentes... Ontem
Hoje! “Galinhas
Mortas”
Suas Raízes...
Derrubam Calçadas
Ah! Gavião Azul
Ave de rapina
Entre Cobras,
sapos... Sobram Caranguejos
Kultarr não é
Kuduro
Como Kuarup que
no Xingu... Homenageia Mortos
Kuangre não se vê
Como Kumbú
E como Kui Kuiro
nem Nipônico ser
Diferente de Kuna
é
Interregno de
Dinar
Nem é Kunauni,
nem é Kunar.
Kundalini não
quer
Não é nem Kung e
Koke
E nem Kung Fu
Também não é, nem
Kura, nem Kuran.
Kusunda vai
buscar
O que Kuudere
esconda
O quê Kúrias tem
a haver
Com Clãs
E tanto
dividir...
E diferenciar
E o Estígma me
mata segue-nos... Interregnos
Como se fossem
segnos brilhantes
Como Sígnos de
Sírius oscilantes...
Na Constelação de
Cão Maior
Ah! Estrelas
E seus presságios
claros... Vivos! Como o Sol
Dr. Ademar Raimundo de
Barros.
Comentários do
Autor: Não me perguntem por que: nem tanto o que quis dizer, pois não sei.
A princípio eu
tentava homenagear o Autor do Bogger: JSM! INTERREGNO (muito bom!), franco,
sério, seguro, e aberto para as discursões existenciais, e escrito entre linhas
sábias aonde paradoxos e analogias nos conduz na linha do conhecimento: e
quando me dei de contas: estava fora de mim, neste frenesi que mais parecia:
que eu estivesse: entre dois ou mais Mundos diferenciados.
Seria uma falácia
que eu atribuísse: traços imaginários de Paranormalidade por uma atitude
consciente: quando minha consciência diz... Eu estava a brincar de “escolher
palavras”: e este “dilema” vem; e fiquei a me perguntar, o que é que fiz: e bem
pior; alguma coisa grita... Deixa! Fica! E colhe flores, pois... Não vês agora;
mas poderás ver bem mais, após.
Espero a
compreensão de quem possa entender o que eu próprio procuro, o que
instintivamente saiu, sem me sentir: deixando-me um vácuo de compreensão tipo a
sensação do: “Já visto”! Se não vi...
Eu “namorava” o
Vídeo Stigmata (1999) – Sinéad O’Connor & Afro Celt Sound System
(legendado), que finaliza com essas observações – Jesus disse: O reino de Deus
está em vós, e à sua volta... Não tem Templos de Madeira e Pedras... O reino de
Deus está em vós... E à sua volta não há... Templos de Madeira e Pedras. “Parte
um pedaço de madeira e ali estarei”. Estas são as palavras ocultas que Jesus
proferiu em vida... Quem descobrir o significado dessas palavras... Não
conhecerá a Morte.
Em 1945,
descobriu-se um Manuscrito em Nag Hamedi: descrito como “As palavras de Jesus
em vida”. Este manuscrito, o Livro de São Tomé, foi considerado por estudiosos;
mundo afora... Como registro mais próximo das palavras de Jesus. O Vaticano
recursa-se a reconhecê-lo e o classificou de Herege, daí o Livro de Tomé está
inclído nos Evangelhos Apócrifos, ou como Apostasia... Daí! Cheguei à conclusão
que o bem instintivamente está ligado ao mal; e vice-versa... Daí! A minha
discordância ao Pensamento Único e Coletivo: como discordo da separação das
Igrejas; seja em Cristo, seja em Moisés; seja nas Bíblias, ou no Torá, ou Acorão...
Daí! Por que talvez sejamos para sempre Interregnos; separados por dois Reis,
ou duas Coroas: ou também separados por dois filhos de Deus; ou que Deus seja
da mesma forma... Dois, ou três, ou mais; assim na Terra, como nos Céus... Do
que, também discordo.
E preferi outro Vídeo
para minimizar e evitar conflitos existenciais, e de pensamentos: e fiquei com
quem amava mais a Rede que o Mar.
Um grande abraço
dos, “Anônimos da Poesia e da Arte”, e dos; Desastrolados do Desconhecido: que
desejam para todos os Seguidores, e Visualizadores... Um Póximo Ano Novo; Próspero
e Feliz.

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