domingo, 29 de dezembro de 2013

Interregnos



Interregnos


Interregnos sim!
Mas até quando assim subsistimos
Ou dentro de quais contextos estaremos
Entre a Fé, e o descrédito.
E entre dois Reinos
Entre dois Polos, e entre dois extremos.
Ser imagem real em quais Espelhos
Nos Planos... Somos imagens reais, mas invetidas.
Nos Côncavos, e Convexos... “Desavessas”
Como se afastar de Deus
Sem esquecê-lo
Como quem sabe ser
E diz não sendo
É como se perder, e se recuperar... Recíproco
É desacreditar
E ser acreditado
Ou penitenciar-se... Sendo insento

Como Transmontanas desiguais
Mas, entretanto
Sabemos que existimos... Interregnos
Como se fôssemos Rios
Como se fôssemos Fontes
Como se fôssemos Pontes
Ou como se fôssemos imagens... Interregnos
Miragens... Que Vales avistam
Estreitos... Que a vista esconde
Montanhas feitas Pilares
E Alicérceres
Os das Construções... E “destruídos”
Como se fôssemos andaimes transeuntes
Como se fôssemos Elos desunidos

É como dizer... Somos encontros
Bem cedo, ou bem mais tarde... Desencontros
É como... Sois! Tu és?
Havemos-nos visto... Interregnos?
Onde?
Aqui nos “Ceus”, ou lá na Terra mesmo.
Nesses quatro cantos do Mundo
Neste Mundo só... Entre dois Reinos
Ou num Reino só... Dividido
Por uma Cruz
Que tem
Só quatro lados
E que divide tudo em meios...
Ou em... Quartos
Os de cima, os de baixo.
Os da esquerda, ou direita.
Do Polo Sul, ou do Norte.
Do Leste... Do Sol nascente
Do Sol Oeste... Ocidente
No meio... Um Oriente Médio dizem ser
Por interregnos
Já se somaram tantos
Quer sejam Europeus! Se! Asiáticos
Quer sejam Africanos, ou Ibéricos.

É o elastecimento do espaço... Meio
Interrogado, e sempre interrompido.
Ou interrupções que se interponham
Como se fôssem, pausas de interesses.
E reticências que mutlipicassem
Tréguas de trechos
Pelo tempo
Hiatos longos que distanciassem
Os entre “Atos”... E os “entretantos”
Que vem para enigmar
Sendo Enígma
Essa Esfinge Mítica do Mistério
Grifo, cautela, dogma... Cifra, ou segredos.
Que às vezes... Dá-nos Deus
Pêgados do passado
Que tanta precaução
Transformam-se em “quimeras”
E a Utopia diz... Que adivinha
Quando a Hipocrisia... Acompanha
Evidências não vêm
Não há clareza
No obscuro, e místico mortuário.
Criptogramas de “Quebras cabeças”
Onde o poeta fez-se... Atuário
Nessas informações
Pra desvendar tarefas
Que obscuras possam ser despercebidas
Não por sua loucura
Mas nas “outras”
Como Sibipirunas, ou Caesalpinas.
Coração Negro, mas... Mudas de Plantas
Tão resistentes... Ontem
Hoje! “Galinhas Mortas”
Suas Raízes... Derrubam Calçadas

Ah! Gavião Azul
Ave de rapina
Entre Cobras, sapos... Sobram Caranguejos
Kultarr não é Kuduro
Como Kuarup que no Xingu... Homenageia Mortos
Kuangre não se vê
Como Kumbú
E como Kui Kuiro nem Nipônico ser
Diferente de Kuna é
Interregno de Dinar
Nem é Kunauni, nem é Kunar.
Kundalini não quer
Não é nem Kung e Koke
E nem Kung Fu
Também não é, nem Kura, nem Kuran.
Kusunda vai buscar
O que Kuudere esconda
O quê Kúrias tem a haver
Com Clãs
E tanto dividir...
E diferenciar

E o Estígma me mata segue-nos... Interregnos
Como se fossem segnos brilhantes
Como Sígnos de Sírius oscilantes...
Na Constelação de Cão Maior
Ah! Estrelas
E seus presságios claros... Vivos! Como o Sol
                                      

             
                        Dr. Ademar Raimundo de Barros.

Comentários do Autor: Não me perguntem por que: nem tanto o que quis dizer, pois não sei.
A princípio eu tentava homenagear o Autor do Bogger: JSM! INTERREGNO (muito bom!), franco, sério, seguro, e aberto para as discursões existenciais, e escrito entre linhas sábias aonde paradoxos e analogias nos conduz na linha do conhecimento: e quando me dei de contas: estava fora de mim, neste frenesi que mais parecia: que eu estivesse: entre dois ou mais Mundos diferenciados.
Seria uma falácia que eu atribuísse: traços imaginários de Paranormalidade por uma atitude consciente: quando minha consciência diz... Eu estava a brincar de “escolher palavras”: e este “dilema” vem; e fiquei a me perguntar, o que é que fiz: e bem pior; alguma coisa grita... Deixa! Fica! E colhe flores, pois... Não vês agora; mas poderás ver bem mais, após.
Espero a compreensão de quem possa entender o que eu próprio procuro, o que instintivamente saiu, sem me sentir: deixando-me um vácuo de compreensão tipo a sensação do: “Já visto”! Se não vi...
Eu “namorava” o Vídeo Stigmata (1999) – Sinéad O’Connor & Afro Celt Sound System (legendado), que finaliza com essas observações – Jesus disse: O reino de Deus está em vós, e à sua volta... Não tem Templos de Madeira e Pedras... O reino de Deus está em vós... E à sua volta não há... Templos de Madeira e Pedras. “Parte um pedaço de madeira e ali estarei”. Estas são as palavras ocultas que Jesus proferiu em vida... Quem descobrir o significado dessas palavras... Não conhecerá a Morte.
Em 1945, descobriu-se um Manuscrito em Nag Hamedi: descrito como “As palavras de Jesus em vida”. Este manuscrito, o Livro de São Tomé, foi considerado por estudiosos; mundo afora... Como registro mais próximo das palavras de Jesus. O Vaticano recursa-se a reconhecê-lo e o classificou de Herege, daí o Livro de Tomé está inclído nos Evangelhos Apócrifos, ou como Apostasia... Daí! Cheguei à conclusão que o bem instintivamente está ligado ao mal; e vice-versa... Daí! A minha discordância ao Pensamento Único e Coletivo: como discordo da separação das Igrejas; seja em Cristo, seja em Moisés; seja nas Bíblias, ou no Torá, ou Acorão... Daí! Por que talvez sejamos para sempre Interregnos; separados por dois Reis, ou duas Coroas: ou também separados por dois filhos de Deus; ou que Deus seja da mesma forma... Dois, ou três, ou mais; assim na Terra, como nos Céus... Do que, também discordo.
E preferi outro Vídeo para minimizar e evitar conflitos existenciais, e de pensamentos: e fiquei com quem amava mais a Rede que o Mar.



Um grande abraço dos, “Anônimos da Poesia e da Arte”, e dos; Desastrolados do Desconhecido: que desejam para todos os Seguidores, e Visualizadores... Um Póximo Ano Novo; Próspero e Feliz.

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