segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Figurinos do Fim

Figurinos do Fim


Cansei-me por tentar
Tentar! Tanto tentei
Corri, andei, nadei... Depois pensei
Morri na Praia, pois... Compreendi
Entrei no Rol de Records dos “inúteis”
Filósofos da filosofia dos miseráveis
Figurinos nostálgicos destes sonhos
Amantes das “Ilusões”
Chegados a Apóstolos do... Nada
Que como Cristo
Prega... Uma Filosofia comum

E “como inútil” vê!
Como tudo é “normal”, aqui embaixo.
Menos a si
Que se pensa assim... Um ser simplório
Quando mesmo infeliz
Não vê... Quanto é notório
Que a vitrine é... “Espaço” do Império
E há de ser assim
Até! Teu figurino ser... Passado
Como o “figurino” de Cristo
Julgado
Por ser “comum”
E por sentir-se próximo a “seu igual”

E se for particípio passado... Teu futuro
E se teu futuro for
Morte e vida Severina... Figurino
E ser Astro verdadeiro... Em qual “Orbe”?
Alguém determinou o teu trajeto
A tua linha no tempo
A tua trilha na vida
Seguir, seguir... Sem nem saber pra onde
E esse Trem se sabe, não nos diz... Ah! Figurino
E este alguém é Deus
E sabe que és julgado
Bem como
Sabe por quê

Figurino só
Sem Pai, sem Mãe; ou sem ninguém.
Qual o destino que vais
Ou? Qual o destino tu tens
E só Deus!
E se é que exista Deus
Pois se Deus não exista... Figurino
Qual fator? Qual denominador comum
Liga-te a quem

Que te devolva a crença... Ou ser Ateu
E ser um Comunista... Ou ser Judeu
De ser Capitalista e ser... “Mais eu”
Quando imaginas Figurino
Tudo... Igual! ‘Igual’! “Igual”!
Assim! Como é o Céu... Tal qual o Mar
Azul! Azul! Tem-se a impressão
Pois se os tenho nas mãos... Não vejo Cor
É incolor... Tal seja Água, ou mesmo seja o Ar.

Que haja de “incomum” então?
Quando comum sempre serão de dois... H²O
Quando o H for dois, querem... H mais
Quando o, O! For um; chama mais dois.
Figurinista vê! Que até a natureza é contra nós
O Ó! Procura um Ó! Torna-se Gás
Que pode ser O², ou ser O³.
E a Água possa ser H³O! H²O²!H²OCL²!
Não dá pra entender o Mundo Figurino!
Até a Natureza tem... Seus Radicais
Vulcões e Tsunamis
Abalos que a terra tem
Inundações, e Tufões.
E a Crosta desliza, e vai.
Qual louco que errou mais?
O homem Figurino! Sapiens! Sapiens! Sapiens
Tentando... Anular a Deus
E Deus! Tentando, testando, querendo, insistindo
Sempre ensinando; e não domando
Acreditando ser o Homem... Um animal que ama
Que negue o Armagedom, ou possa impedir
O último dos conflitos
Quando iremos ver
Nações contra Nações, e Raças contra Raças
O homem contra o homem, e contra Deus
Ou Deus contra o homem
E as Religiões
Em cada punho... Lanças, e espadas
Umas contra outras
E lamentável ver gemer
O Vale do Megido
Na agonia, e dor... Dos Divididos

                                                           Dr. Ademar Raimundo de Barros.

Eu não posso ir de encontro a História: nem de encontro à predições previstas, pois cada servo segue o caminho do “Amo”, muitas vezes seu “Deus”, ou “Rei”: e mesmo escravo torna-se feitor, que para sobreviver não se dá conta; que já não distingue mais; seu sangue, sua cor, e Raça: e pensa só em si.
E não posso impedir o destino das águas: e imagine pensar, que não tenha contra mim meus próprios pensamentos: meus sonhos, e minhas palavras, pois não posso me impor aos pensamentos dos outros: nem posso exigir que pensassem assim como penso: e que nada na minha Filosofia de ver; não seja contrariada por outras razões; senão eu estaria roubando outras formas de viver e pensar.
E caprichosamente: presente à estupidez: na base do tanto fez, quanto tanto faz, e as Bombas Nucleares vão ganhando vez, e haverá explosões, e a implosão de tudo que se construiu por pura insensatez, e ninguém será capaz de apontar alguém, pois culpas todos têm, perante o grande criador, e Arquiteto deste Universo - este é meu Comentário, ao qual anexo como paradigma, e paradoxo, para os que possam entender e força espiritual deste Vídeo, parabenizando sua autoria, pois só a fé pura em Deus Pai, trará a Paz, e poderá amenizar o sofrimento que cairá sobre a humanidade, e somente Deus poderá abrandar o coração do homem; feito para amar, e desviado por instintos bestiais em nome de interesses financeiros, e do Poder... Absoluto, e desumano: ultrapassando até os próprios limites da racionalidade, mesmo ciente que caminha para o fim.






Peço minhas desculpas aos Seguidores, e Visualizadores dos “Anônimos da Poesia e da Arte”: em desaforar este Poema par o Blogger Desastrolados do Desconhecido, pois espero que esta Postagem sirva-me de escudo, a qualquer descontentamento que possa ser gerado com a Postagem de: Os Filhos da Terra, o que para mim não representaria qualquer novidade, pois quero viver em Poesias Vivas (mesmo que me custe antipatias e incompreensões), mas assim é a vida, e nem Cristo na sua bondade infinita, conseguiu ser aceito em unanimidade no seio de seu próprio povo: bem como no seio de toda a humanidade.

Sem mais: um abraço do, Dr. Ademar Raimundo de Barros.

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