Os Filhos da Terra
Perdoem-me vocês... Judeus e Palestinos/ Sangue do mesmo sangue... Raças da mesma raça/ Sorte da mesma sorte/ Instintos: Clãs... “Clandestinas” / Tribos da mesma “tribo”... De Levi/ Nômades que um dia viram/ O Mar Vermelho se “abrir” / Depois de ver... O Rio Nilo tingido de sangue.
“Fugiam” do Egito... Os escravos de si/Pois nesta condição... Ali chegaram/Adão e Eva; Gênesis!Deram os primeiros passos/ Diáspora Babilônia! Êxodo! Egito... Os segundos/Anti-Semitismo!Expurgo... “Escravos não!” / “Pavio” do Holocausto... E trás um rosto/ O Max comunista/ Capitalista não!Assemitista!/ “Maldito”; por seu próprio povo.
Primeiro foram poucos, depois seguiram tantos/ Na Terra Santa ficaram quem?Ninguém! Ou poucos!/Na Terra Santa ficaram quais?... Qual Clã ou Raça/ Segue a “turba” em busca da esperança/O que é de bom avista... O que “não serve”, afasta/ Sombra, sobra, água “fresca”... Presta/ Eu fico nesta terra/ Junta! Cata! Enrola!... A terra compra.
Na Terra Santa morra/ Seca!Fome!Sede!... Que a Terra assole/ “Foge” o mais inteligente... O “primo pobre fica” / “Caseiro da terra” é o seu destino/ Planta, guenta, luta, colhe... Leva à vida/ O primo rico chega... Data!Terra!E “Uti Possidetis” falso/ O Palestino “grita!”... O Semitismo avança.
A Terra Santa geme... Reza a prece e pede/ Que Deus não faça e traga/ De volta... As “sete pragas” / Não mais será o alvo... O Egito/ A própria Terra Santa sabe/ Nem quer rever a sorte/ O fado agora é outro... Não é peia e chicote/ Se “um mar vermelho” entre/ E de repente... Inunde.
Nem será preciso ele abrir-se/ Nem será preciso... De milagres/Pois há milênios faz... Que ele faz que “dorme” / Não é a Rússia não... Ela; “a consagração” que sabe/ Nem a Coréia do Norte... Que presente/ Que o “vento forte vem de “outra base” / Onde a Terra treme/ E o Sol se faz... Que nasce.
Não mecham com a China e alguém disse/ Que a “flor vermelha um dia chegaria à França/ Nem subestimem lembranças... Pearl Habor e o “Velho Álamo” / Nem se esqueçam do que diz Versalhes/ E se o Japão “avança” é Destrato de Tratado/ E se o Destrato é feito... Haja desgraças/ A coisa agora é feia... Outras bombas/ Vão reviver em dimensão maior/ O holocausto e o Apocalipse/ Procurem a Paz... Pensem!/ O fogo é maior que... O de Hiroshima e Nagasaki juntas.
Dr. Ademar Raimundo de Barros.
Considerações do Autor: Moisés! Filho de Hebreu, neto de Faraó, criado no palácio, educado seguindo preceitos dinásticos: filho adotivo não... Filho “ilegítimo” de pai adotivo, mas o sigilo familiar e Real cúmplice aos fatos deram outra versão histórica ao caso: no sangue de Moisés... A herança genética Egípcia em nome de uma Princesa: Thermutis (sua mãe verdadeira).
Vejamos estas “analogias”: Moisés (1.391 a C). “Salvo das águas”. Meí Mósis: ms – “criança – msy: que significa; gerar, nascido ou filho. Ahnés (Amóis) que significa: filho de “Deus”. AmoñRá Tutmés, que significa: “filho de Deus Tut”. Que significa Tut, Tuthimés?E Ramsés significa: “filho de Deus Rá”. Ramsés seria filho de AmoñRá Tutmés? Tutmés (totem) seria irmão de Mernefhat? Conseqüentemente: “tio” de Ramsés.
Convenhamos... Naquela época, as Dinastias “REIS”, teriam a cognominação de: “FARAÓS”, eles, a representação ou “Deuses”, na similitude de uma Teocracia semelhante ao regime político hoje no Irã: onde por obediência, a figura dos Aiatolás é considerada “suprema” e designada por Alá... O que os torna (sem motivo algum) um perigo pra o Mundo, afinal de contas, são seus laços culturais em “conta”, e para isto, ou por isto, baseados no princípio das autonomias das Nações.
Convenhamos que: no antigo Egito fosse assim: seguindo a Filosofia do Monoteísmo implantada pelo Faraó Aknenathon, seu Deus, tinha um representante humano assim: e pensando assim: O Judaísmo é uma réplica ou cópia, ou plágio: da Filosofia e Teologia Egípcia: se não for da mesma forma: “Taboas de Moisés”: outra réplica do Código de Hamurabi, modificado... Quem saberia onde, esteja a razão.
OUTRO PONTO DE OBSERVAÇÃO. Moisés, filho de Arão e Joquebed, filhos da “tribo” de Levi. Surge quem afirme: Arão, ser o irmão mais velho de Moisés... Bem que poderia: em se tratando de Arão Filho ou neto de outro Arão.
No tocante a travessia do Mar Vermelho: outra observação e fruto da “inteligência” e astúcia humana (dote de Deus). Moisés meticulosamente observara um ponto de “Maré vazante e cheia”: seu tempo de duração, seu período Lunar. Sabia a data, o dia, o mês, as horas: por que coincidências não ocorrem à toa: e um bom guerreiro sabe o valor do tempo, do relevo, do momento, e até do vento: se a sua intenção for; “tocar fogo”.
Em minha opinião: Moisés não foi exilado do Egito porque matou um “soldado” Egípcio que maltratava um Judeu. O status privilegiado que ocupava, não justifica a medida, alguém poderia argüir: em defesa do próximo, ou: contra qualquer medida desproporcional.
Leiam no Livro Espírita: “O Faraó de Mernefhat”, psicografado pela médium Russa, Vera Kryzhanovskaia, onde constam os depoimentos dos espíritos de: Thermutis (mãe verdadeira de Moisés), o de: Pinehas (Mago Egípcio), o de: Necho (Soldado do Faraó), por que seria muito extensivo o relato. Na verdade, o pai de Moisés “presume-se” um Hebreu: daí a curiosidade de Moisés saber suas “raízes”, fato que só tomou conhecimento por sua mãe legítima, e em confissão, e na hora de sua morte. O nome do pai legítimo era Itamar (“A vingança? Do Judeu”). Quem Moisés matou foi: seu pai adotivo, General de Faraó. E a matança dos primogênitos Judeus foi uma “caça”, pois assim que nasceu, a mãe para esposar com o General, entregou o filho Moisés, para a própria família de Itamar... Que ao saber da medida adotada (a matança das crianças primogênitas ou não, masculinas ou femininas) procuraram a mãe como último recurso, que por ser mãe (vejam Direito Salomônicos)... Inventou a história do “cesto” (mãe é mãe)... Mas o Faraó: seja lá ele quem for, sabia... E por índole e dignidade humana, concordou com o “blefe”... Só que vazou!
Moisés ao escrever nas pedras os Dez Mandamentos da Lei de Deus (não me censurem, Deus escreve através de nós, que somos seus instrumentos) não se esqueceu de anexar aos Mandamentos: “Honra a teu pai e a tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o SENHOR teu Deus te dá”.
Há nexo com o explícito acima? Justifica-se, pois? E nas modificações efetuadas pelo homem, alguma coisa a mais, além do não cumprimento na íntegra, daquilo que Deus deixou para um homem (Moisés) escrever: estava lá na “turba”, a semelhança de uma “alegoria” ou “mito”... A presença da “imagem do cordeiro de ouro” que já profetizava a vinda de Cristo.
Mas existe para complicar mais; uma Tabela Comparativa na passagem dos Mandamentos no Êxodo: onde, ele, está exposto sob o ponto de vista: Judaico, Anglicano, Presbiterianos e outros protestantes: Ortodoxos, Católicos Romanos, Luteranos, Adventistas do Sétimo Dia... Onde há algumas divergências inúteis, pois em nada contribuem a não ser: Toldar a essência das coisas divinas, e cada vez mais contribuir com a divisão dos povos e das raças.
Ninguém se apercebeu que foi o próprio Cristo que determinou a dispersão do povo de Israel pelo mundo através do Cristianismo, não para evitar o Pecado Original, mas para evitar as mortes com “laços’ de consangüinidade... Ê! Povo danado! Ê! Povo infeliz! O mesmo povo que não quer seguir Moisés, o mesmo povo que nada fez por Cristo... Que queria ser o Rei da Galiléia, ou Rei dos Judeus... Eles preferiram o Império Romano... Depois preferiram... Outros Impérios... E vão assim até o fim.
OBS: Há alusões que Moisés era tão severo e místico, e sábio, e "bruxo" (ver as Sete Pragas) que até os Faraós tinham medo dele. Com o passar dos anos, comecei a imaginar... Será que o Apocalipse tão comentado profeticamente terá inicio na terra prometida por meu Deus? Lá onde nasceu Cristo.
Ademar Raimundo de Barros.








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