segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

No intermeio de... ‘Púnicos’ e ‘impúnicos’

No intermeio de... ‘Púnicos’ e ‘impúnicos’


              


Versos velados que se impõem ao tempo
Bandeira Negra dos dias de luto
Vermelha é... A Bandeira sangrenta
Que transforma em Cinzenta... Aquela! Branca oposta
Mal vista... Nos dias de luta
Quando a força bruta é violenta
E nos dias de Paz... Sempre mal vista
   
Eu já vi muita coisa acontecer
Que já me contentei com o esperado
Que inesperadamente o tempo trouxe
E ao passar o Tempo disse-me... Olhe!
Muito bem o tempo
Que está porvir
E mesmo que seja cansativo pensar
Os teus desejos nos importam hoje... O Ontem! Não


Para depois não ter
Por que ouvir assim...
Paciência! Meu filho! Paciência
Pois era urgente a Guerra Civil
Velada, pois fosse necessário.
Vomitar o quê; comemos ontem.
E hoje! Já não nos serve mais para engolir... Passou-se.


O que queremos é viver o Ético
E diz-se que este Ético... Está aqui
E diz o Ético... “Amanhã-Eu-Vou”
Para a esperança de “um” amanhã
E inculcado fico a pensar... E se ele não vir
Que vou fazer
Tendo a certeza... Poucos vão convir, pois rever.



Sei que Deus quer Paz
Que manda o Sol
E manda a Chuva chover
Para matar a fome, e a sede dos... Justos e injustos
Que pode perdoar sem ver a quem
Cobrir de dádivas os “arrependidos”
Deus é “Cabreiro”... Com um pé na frente, e o outro pé; atrás.



Sei que Deus é Pai
Que vê um nu, mas diz... Estás “vestido”
Não lhe compraz dizer: “Estás vencido”
Nem lhe apraz... Quem seja o vencedor
Pois tem consciência não ser dono da Guerra
E para a Terra quer apenas...  Paz


Eu te invejo/ Porque consegues inda vê assim/ Como são lindas as Estrelas/ Como é singela a lua e, esplêndido o Sol/ E Santa ou Salva a viva consciência/ Desnuda da incoerência de "mentes doentias” / Cujas mãos pias, e iconoclastas; matam.

E consegues ainda sentir
O perfume das "Rosas"
Em meio dessas guerras desumanas
E a presença de Deus
Diante das pessoas que ele... "Ama"

E na escuridão/ Qual Luz reclama/ Sorrir pra não chorar/ Rezar... Pra não perder a calma/ Amar para sofrer/ E o fogo apagar/ Com qualquer água/ Mesmo que sejam as lágrimas da tua alma.

Eu vejo Velas, como vejo as "chamas”.
Nem vejo mais o Sol adido à vida
Velo nas ceras as ilusões perdidas
Numa mistura de poeira e lama
E no infinito vejo
A litania das almas iludidas

Nesta mistura de mulheres! Homens!/ Nestas censuras íntimas; Homens! Homens?/ E neste somatório de... “Misturas”!/ Quem possa desfazer o interpessoal/ Quando agora Deus quem diz/ Quem dera!/ Quisera eu poder dizer/ Isto é verdade!/ Quisera eu poder dizer... Isto é mentira.

Comentários do Autor: Os Poetas não são volúveis, nem voláteis: são Mutantes, ou Sementes que veem para contestarem seja o que for; e este Poema é desaforado para o Blog Desastrolados do Desconhecido, com outra finalidade: a de demonstrar para algumas Nações que hoje surgem-se “independentes” sob o calor da efusão de Ideologias, e sob a Idolatria de um “Renovador” (tomemos agora o exemplo da Ucrânia), e vos pergunto... Que fazer? Incentivar qualquer uma das partes em conflito vem de encontro a meu pensamento e meus sonhos de Paz: e numa hora como esta eu me pergunto: por que não pensaram antes? Mas engasga-me sentir que lamentavelmente seja este o caminho predestinado as Democracias, e a soberania de todas as Nações do Mundo, e finalizo assim; meu Comentário...

“           Mora! Na Filosofia
Fazer rimar... Amor e Dor                 “ (Caetano Veloso? Arnaldo Passos? Mônica Salmago?)
                                                             Mora! Na Ideologia
                                                Fazer somar... E descompor
                                                Mora! Na Teologia
                                                Acreditar... E a Deus se opor
“Mora”! Lá na Hipocrisia
Filosofar... Filosofou
Mora! Naquela Oligarquia
Fazer chorar... Nunca chorou
                                                Mora! Não é mais fantasia
                                                Fazer rimar... Amar/Terror
Mora! Ao bem da Burguesia
Vê; não falar... Ouviu; calou  (Anônimos da Poesia e da Arte, e Desastrolados do Desconhecido)

Pois meu amigo Joe me ensinou: não importam os Poemas o importante é ser Poeta...
Pois meu amigo Joe me ensinou: não importam os Poemas o importante é ser Poeta.


 Lamento a não introdução de Vídeos: mesmo constando na YouTube: Meu amigo Joe - de Acioly, e de Mônica Salmago: Mora na Filosofia, pois nenhum deles (mesmo constando), em nome da "Liberdade", e da Censura refinada deste País; proíbe-se o acesso sob a alegação, ou alusão: de que os Vídeos não foram encontrados, e contra qualquer argumento; eu não defendo a invasão de Privacidade daquilo que de espontânea vontade tornou-se público; para divulgação; senão ponham uma "tarjeta", é proibido divulgar o divulgado, mesmo que este divulgado não seja de autoria própria (música de vários compositores,e Astros da Música Popular Brasileira, ou Internacional), e tem mais: quer divulgar qualquer de meus Poemas, divulguem-nos (e muito obrigado), pois de graça os  expus, e de graça continuarei a divulgá-los, salvo se; vetem-me o acesso; OK! Não gostei, e se estou tomando estas medidas tidas "antipáticas": a antipatia não tem origem em mim: possa ser tenha com alguns seguimentos refinados: que no Fantástico (Rede Globo de Televisão), foi apenas apresentado uma "amostra grátis", de um escândalo de alta proporcionalidade, e que faz vergonha a Administração Pública Brasileira no Setor Saúde; agora imaginem nos demais.

Dr. Ademar Raimundo de Barros.



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