Da Silva
Xavier... O Líder
Ele era muito
intuitivo
Um iluminista inato
na verdade
Tivesse ele
nascido
Noutra Terra
Noutro berço
Não! No nosso
Neste “Paraíso”
de corruptos, e incautos.
Que de priscas,
Eras... Veem
Seria ele um Ícone
Da Ideologia... E
da Liberdade
E se no bom
sentido... Ídolo
Não! Por
hipocrisia ser suspeito
E como “Lesa a
Pátria” ser julgado
Por tantos
Por outros...
E até por mim
Que por
conveniência fiquei quieto
Hoje! Em versos...
Arrependo-me...
De minha Idolatria ter negado
E constrangido
vivo
Sob a censura
íntima
Desses falsos...
“Nego!”
Eu nunca vi um
ser assim...
Tão destemido
Em seus discursos
amplos sem subentendidos
Posto que
sensatos... Sem receios
Postos que sem
medos... Nem rodeios
Posto que... Sem
meios termos, nem vazios.
Morava! Na
Filosofia das suas ideias
Vivia! Dessas
convicções suas
Nuas!
Sem segredo algum
Sem inclusão de
silêncio
Obcecado, e
locupletado pelas suas verdades.
Ébrio do som de
suas próprias palavras...
De que a
Liberdade fosse
Antes... Que
tardia
E tudo flui de
uma fonte de coragem
Que eu não
conheço
Que não conhecia
Nem conheceria
Invejo-o... E
pronto!
E Penso... Ou
pensava
E qual fonte
bebera... Ou bebia
Essa sabedoria
selvagem somente sua
Própria, dele próprio.
E impressiono-me
como... Impressionava-me
O modo
A forma
De como
absorvesse... Princípios, e Teorias.
E os discutia
tomado de emoção
Na discussão de
fatos
Ímpares... As
Intelectualidades
Com as quais não
vivenciava
E nem sequer...
Mantinha
informações
Lembrava às vezes
até; vê...
Voltaire
(François Marie Arouet)
Ou então; Danton.
Ou então lembrava
vê-se em si... Robespierre.
Senão lembrava...
Salomão
Ou Daniel... Ou
vê; David.
Confúcio de quem;
nunca! Talvez
Houvesse ouvido
se falar
E Diocleciano sem...
O seu saber
Ele! Espelho desses
espelhos
Sem; o ser.
Líder! Por
convicção
Na sua comunicação,
credo, e esperança.
Na sua própria forma
de se conduzir
Como nem próprio
eu... Podia ser
E não encontro
mais palavras
Pois me emociona
Ouvir
Pensar
Falar
Da forma que só
Poucos como ele
neste mundo
Possa, ou queria...
Fazer
Ah! Se eu tivesse
A sua juventude
impetuosa
A sua coragem
inocente
A sua paixão; tão
inconteste.
O seu Idealismo
inquestionável
Tivesse eu!
Metade de sua
cabeça iluminada
Eu não teria sido
cercado de Teóricos
Nem seria como próprio
ele se propôs...
Em ser
Apenas um Soldado
Não acreditaria
em projetos vagos
Não visto por mim
Nem analisados
Covardes que hoje
vejo aos montes
Conjurados não!
Covardes que a Pátria empesta... Que fizeram?
Por todos... Um só
traído
Por todos; um só
Julgado... Arrependo-me!
Eu não consigo
crer que foi Silvério
E por todos...
Perdoa-nos! Meu amigo
Perdoa-nos! Meu amigo
Cláúdio Andrade Lopes –
in resumo: de Coletânea Histórica, e em resgate: que sigo por inspiração em:
Quinze Dias; Sete anos; E Alguns Minutos, de Claudia Camara – Editora Biruta -
Ltda. – São Paulo – Brasil.
Comentários do
Autor: Agradeço a Erasmo, pois em analogia dos Poemas consigo exaltar: “O
Elogio a Loucura”; e por que não: A Divina Comédia, e solicito mais uma vez a compreensão de Claudia Camara:
que por suposta suposição, alguém possa entender como invasão da privacidade de
sua Obra Literária tão bem posicionada dentro do conceito de Educação Infanto
Juvenil, destes que amanhã, vão precisar desses conhecimentos: proposta dos
Blogs; “Anônimos da Poesia e da Arte”, e dos; “Desastrolados do Desconhecido”:
para acesso a um conhecimento maior, no âmbito das nossas Universidades.
Sinto-me feliz
por que; pela primeira vez pude observar a possibilidade de construção de
Poemas, partindo do Lirismo constante nos Romances escritos, e pude observar
que: os Escritores representam um contingente de Poetas refinados no
alongamento de suas poesias... É uma forma diferenciada de escrevê-las.
O vídeo é uma homenagem ao povo das Minas Gerais.
Um beijo para
todos! Dr. Ademar Raimundo de Barros.
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