domingo, 2 de fevereiro de 2014

Da Silva Xavier... O Líder



Da Silva Xavier... O Líder


Ele era muito intuitivo
Um iluminista inato na verdade
Tivesse ele nascido
Noutra Terra
Noutro berço
Não! No nosso
Neste “Paraíso” de corruptos, e incautos.
Que de priscas, Eras... Veem
Seria ele um Ícone
Da Ideologia... E da Liberdade
E se no bom sentido... Ídolo
Não! Por hipocrisia ser suspeito
E como “Lesa a Pátria” ser julgado
Por tantos
Por outros...
E até por mim
Que por conveniência fiquei quieto
Hoje! Em versos...
Arrependo-me... De minha Idolatria ter negado
E constrangido vivo
Sob a censura íntima
Desses falsos... “Nego!”

Eu nunca vi um ser assim...
Tão destemido
Em seus discursos amplos sem subentendidos
Posto que sensatos... Sem receios
Postos que sem medos... Nem rodeios
Posto que... Sem meios termos, nem vazios.
Morava! Na Filosofia das suas ideias
Vivia! Dessas convicções suas
Nuas!
Sem segredo algum
Sem inclusão de silêncio
Obcecado, e locupletado pelas suas verdades.
Ébrio do som de suas próprias palavras...
De que a Liberdade fosse
Antes... Que tardia

E tudo flui de uma fonte de coragem
Que eu não conheço
Que não conhecia
Nem conheceria
Invejo-o... E pronto!
E Penso... Ou pensava
E qual fonte bebera... Ou bebia
Essa sabedoria selvagem somente sua
Própria, dele próprio.
E impressiono-me como... Impressionava-me
O modo
A forma
De como absorvesse... Princípios, e Teorias.
E os discutia tomado de emoção
Na discussão de fatos
Ímpares... As Intelectualidades
Com as quais não vivenciava
E nem sequer...
Mantinha informações

Lembrava às vezes até; vê...
Voltaire (François Marie Arouet)
Ou então; Danton.
Ou então lembrava vê-se em si... Robespierre.
Senão lembrava... Salomão
Ou Daniel... Ou vê; David.
Confúcio de quem; nunca! Talvez
Houvesse ouvido se falar
E Diocleciano sem... O seu saber
Ele! Espelho desses espelhos
Sem; o ser.

Líder! Por convicção
Na sua comunicação, credo, e esperança.
Na sua própria forma de se conduzir
Como nem próprio eu... Podia ser
E não encontro mais palavras
Pois me emociona
Ouvir
Pensar
Falar
Da forma que só
Poucos como ele neste mundo
Possa, ou queria... Fazer

Ah! Se eu tivesse
A sua juventude impetuosa
A sua coragem inocente
A sua paixão; tão inconteste.
O seu Idealismo inquestionável
Tivesse eu!
Metade de sua cabeça iluminada
Eu não teria sido cercado de Teóricos
Nem seria como próprio ele se propôs...
Em ser
Apenas um Soldado
Não acreditaria em projetos vagos
Não visto por mim
Nem analisados
Covardes que hoje vejo aos montes
Conjurados não!
Covardes que a Pátria empesta... Que fizeram?
Por todos... Um só traído
Por todos; um só Julgado... Arrependo-me!
Eu não consigo crer que foi Silvério
E por todos... 
Perdoa-nos! Meu amigo

                      Cláúdio Andrade Lopes – in resumo: de Coletânea Histórica, e em resgate: que sigo por inspiração em: Quinze Dias; Sete anos; E Alguns Minutos, de Claudia Camara – Editora Biruta -  Ltda. – São Paulo – Brasil.

Comentários do Autor: Agradeço a Erasmo, pois em analogia dos Poemas consigo exaltar: “O Elogio a Loucura”; e por que não: A Divina Comédia, e solicito mais uma vez a compreensão de Claudia Camara: que por suposta suposição, alguém possa entender como invasão da privacidade de sua Obra Literária tão bem posicionada dentro do conceito de Educação Infanto Juvenil, destes que amanhã, vão precisar desses conhecimentos: proposta dos Blogs; “Anônimos da Poesia e da Arte”, e dos; “Desastrolados do Desconhecido”: para acesso a um conhecimento maior, no âmbito das nossas Universidades.
Sinto-me feliz por que; pela primeira vez pude observar a possibilidade de construção de Poemas, partindo do Lirismo constante nos Romances escritos, e pude observar que: os Escritores representam um contingente de Poetas refinados no alongamento de suas poesias... É uma forma diferenciada de escrevê-las. 

O vídeo é uma homenagem ao povo das Minas Gerais.  




Um beijo para todos! Dr. Ademar Raimundo de Barros.





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