Conflitos do fim
Como em eram;
Os Deuses Austronatas
Como em... O Mundo perdido
Como! Em Guerra nas estrelas
Ou... Estígmata
Ou... Sodoma, e Gomorra.
Ou como a Cidade perdida de... Z
Como o mágico de Oz
Sei que não posso mais
Tirar meus olhos dos teus
Estes sentinelas que me seguem
Como redemoinhos em Cascatatas
Como sete caminhos de Sírios
Contra sete Céus
Contra sete Estrelas
Contra a Cronologia dessas linhas do tempo
Teias que me enleiam
E chamam-me a atenção
Dessas personalidades do além
Parecidas... Anjos, ou Demônios!
Dispersos na Noite escura
Desses... Degredados de Capela
Recrutados por Órion
Iludidos por Fênix
Que em ascenção,
Ou quedas
São reminiscências
Lembranças muito remotas de outras vidas
Platina branca
Que no escuro brilha
De priscas Eras; eras, pois Antártida.
Anjo da Morte... De Cavernas frias
Teu beijo é gelo... Anjo!
Dele tenho medo
E anistias pedem-te
Posto que... Bela! É a vida
Não é faíca; é fogo.
Pega! E não fácil se apaga
Não queimas planos em dimensões imensas
Cede mais uma vez
Dá-nos! A chance
Mesmo sendo... Última
Não vês de quem provém tal culpa
Nem vês! Que a Horda ronda
E que prevê
Que a Guerra é de trincheiras
Não nessas ondas... Propagadas em Bombas
Atômicas! Aliás
Nem mais convém
Deixa-me Falcão
Que o peregrino anda
Por entre Feras, Cobras, e Lagartos.
A enfrentar Lobos
E encarar Leões
Enquanto a Águia avoa,
E o Albatróis descansa
Enquanto o Cacará... Espreita a cerca
O Templo espera; ora!
Pois a fumaça é negra
E o mundo sonha... Dirigindo rápido
E foge o Anjo... Dirigindo bêbado
Não procura Cosmos
Cosmos... Causam medos
Com seus vértices, e vórtices.
Precisa de uma estrada só
Como caminho de retorno... Caso retorne
Ou consiga retornar... Não sendo o mesmo
Corte a Cortina que de Aço é feita
Abre esses olhos e ver... Qual a verdade
E joga fora o Coração... De Gelo
E esses desejos insanos
Que dizes ser... Segredos
Quisseses ver o Demônio!
E o que visses... Soldados dos infernos
Sem sexos... Comuns aos Anjos
O Fogo contra o Gelo
Baralhos soltos
Sobre o rochedo dos Mortos
Que Deus soprou
Em aspiral de mágoas
Era; uma questão de honra.
E o Anjo da Revelação se foi...
Por entre, e além das Nuvens...
Bem mais distante que esta eternidade
imaginável
Dr. Ademar
Raimundo de Barros.
Comentários do Autor: Tá vendo Erasmo! Voltei
pelo mesmo caminho da “Mania”. Fugi da Prosopopéia, e do Silogismo lógico do
excentricismo; próprios dessas crias de Deus, e cientes de que; tudo se transforma,
ou se copia. Tudo! Num amaranhado de outros, noutros; guias dos pensamentos
mútuos, que são atraídos pelo magnetismo de cada um, e entramos em sintonia de
comunicação por Telepatia; talvez se explique assim: o anacronismo das sinapses
das Analogias.
Quero parabenizar Eduardo Spohr, Autor do
Best-seller: A Batalha do Apocalipse; em seu Livro 1 – Filhos do Éden –
Herdeiros de Atlântida, que me presentiou a oportunidade de sonhar, e compor;
na simples observação do Sumário, Prólogo, Epílogo, e Apêndice. Não li a
Apresentação, nem; O Manuscrito Sagrado dos Malakins, mas com certeza vou
“engolir” de muito bom gosto este Livro: e que me permitam divulgá-lo dentro de
minhas possibilidades.
Isto faz parte dos objetivos dos Blogs:
“Anônimos da Poesia e da Arte” (Chrome), e dos, Desastrolados do Desconhecido
(Firefox). Pôxa! Quase me esqueço de parabenizar também a Verus – Editora Ltda.
Sem mais, um abraço! Dr. Ademar Raimundo de
Barros.

PARABÉNS pela belíssima poesia meu querido Tio Ademar!!!!
ResponderExcluirLendo a sua poesia, deixando-me levar por estas palavras apocalípticas, eu me recordo da música também apocalíptica do inesquecível RAUL SEIXAS...
O TREM DAS SETE
Ói, oia o trem, vem surgindo de trás das montanhas
Azuis, olha o trem
Ói, oia o trem, vem trazendo de longe as cinzas do
Velho Aeon
Ói, já é vem, fumegando, apitando, chamando os que
Sabem do trem
Ói, é o trem, não precisa passagem nem mesmo bagagem no
Trem
Quem vai chorar, quem vai sorrir?
Quem vai ficar, quem vai partir?
Pois o trem está chegando, tá chegando na estação
É o trem das sete horas, é o último do sertão
Do sertão
Ói, olha o céu, já não é o mesmo céu que você conheceu,
Não é mais
Vê, ói que céu, é um céu carregado e rajado
Suspenso no ar
Vê, é o sinal, é o sinal das trombetas, dos anjos e
Dos guardiões
Ói, lá vem Deus, deslizando no céu entre brumas de mil
Megatons
Ói, olha o mal, vem de braços e abraços com o bem num
Romance astral...
Amém...
E viva o RAULZITO...E viva o também Poeta Apocalíptico Ademar Barros...
Muita PAZ e muita LUZ meu Tio querido...Abraço Fraterno!!!
Michell! Eu não tenho como te agradecer, e a melhor forma que encontrei, foi te prestigiar por esse "sinal", pois o Vídeo que já havia escolhido (de. Ney Matogrosso) ficou para depois, pois escolhi a sua opinião na postagem de, "Aconteceu num Tempo". Estou com muitas dificuldades de encontrar Vídeos com legendas e Letra; o que acredito ficar melhor não só para prestigiar o Artista da Casa; ou os das Casas dos Artistas, mas não tenho conseguido.
ResponderExcluirEu fiquei muito triste quando anularam um Vídeo que acompanhava o Poema; Ultrapassando Barreiras, pois mataram o Espírito da Poesia, da mesma forma que estou para ver a anulação de um outros,e mais outro, Vídeos dos Detonautas. Em um, eles faziam uma homenagem ao Raul Seixas em, Metamorfose Ambulante, e no outro o sentido Poético da Canção: gira em torno do aresto que é a solidão sentida por consequência dos acidentes de Trânsito, e da Velocidade excessiva, e de outros fatores causais desses acidentes. Juro! Eu não compreendi, pois as duas Matérias são de orientação existencial,e de fundo Educacional; e nunca vou acreditar que os verdadeiros Autores da Obra Prima e Genuína, venham se incomodar com sua divulgação, e aqui pra nós; acho uma verdadeira incoerência não se divulgar aquilo que por princípio pede para ser divulgado: e vou até pedir um favor... Divulguem; "Anônimos da Poesia e da Arte", e, Desastrolados do Desconhecidos, que consequentemente estarão divulgando também, o seu próprio trabalho.
Michell! Obrigado! Um abraço! Um Beijo para mamãe,e para a sua também (minha irmã); e só tenho a lhe agradecer.
Dr. Ademar Raimundo de Barros.