sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

O Plágio.


O Plágio. 




Sê... Mesmo que possa pensar assim...
Se A é sucesso; então igual a X+Y e Z.
O meu trabalho é X
O “Y”; meu lazer.
O “Z” deixo calado
E ninguém ver. (Einstein).
E se puder quando preciso for... Falar ou não falar
De amor ou sentimentos...
E paciência!
Os sonhos são gratuitos... São silêncios
Os sonhos não têm preços
E se não posso ser destaque na Colina
Árvore frondosa destacada as outras
Eu posso ser um galho,
A rama que se enrosca as outras galhas
Eu posso ser a relva que circunda a planta
Em multicoloridas flores e seja... Seu fascínio.





Sê
Ímpar... Ou ser igual (pares unidos)
E sei que há muitas razões pra duvidar
E uma só pra crer
Se eu não possa ser o Sol
Vou ser qualquer estrela
Basta que a ousadia conduza-me com prudência
Basta ser melhor...
No que qualquer que seja
Que nem precise se elevar e voar tão alto
Para que os olhos de alguém que não saiba voar  
Não possa me ver
E que eu venha ser; ou seja,
Tão igual! Tão qual! A estrela matutina
Que só poucos possam me ver... Quando me vejam.




Nem é preciso andar
Pelos caminhos traçados por outros
Posto que certo... Conduzem ao mesmo ponto
E onde há muito sentimento, há muita dor.
E é bom sonhar...
Sonhos e esperanças são calmantes
E é bom acreditar que nada é impossível
Que tudo importa a arte, excepto o assunto.
É bom ser feliz sem ter motivo
E por amar demais... De amor morri
Rendam-se como me rendi
Mergulhem como mergulhei
O sábio não se aflige... No desconhecido
Nem existem razões... Que perca acalma
Precisa acreditar ou nem acreditar em nada
O Gênio é Deus que dá... Quem manda
O homem é que confunde o aperfeiçoamento com “desgraças”
E não se entusiasmar vão te deixar...
Rugas na alma.
Para Síntese: “Vê”!
Se não podemos ser um Pinheiro, no topo de uma colina.
Sê! Um arbusto no vale, mas sê.
O melhor arbusto à margem do regato
Sê! Um ramo; se não puderes ser uma árvore.
E se não puderes ser um ramo; sê um pouco de relva.
E dá alegria a algum caminho.
Se não puderes ser uma estrada,
Seja uma senda,
Se não puderes ser o Sol; seja uma estrela.
Não será pelo tamanho que terás êxito ou fracasso...
Mas sê o melhor; no quê, o que tu queres SER...
Que sejas. “- de: Pablo Neruda.”
Mas vê! E nunca sejas assim...




Por ser... Assim:


                                          Dr. Ademar Raimundo de Barros.

Comentários do Autor: Depois de meu último Poema; meus últimos Versos. E escolhi este: “O Plágio”, pois a Arte de plagiar tornou-se prática, e mais nada se constrói, pois tudo se copia: e a autentificação é mero instrumento Cartorial que de um momento pra outro: possa perder sua autenticidade por qualquer Emenda Constitucional. Não há mais como se expor o pensamento, pois tudo se encaminha para o silêncio; e o medo é o denominador comum das decisões: não mais existe a determinação autoconsciente, livre, espontânea; e por consequência vivemos nesta transição desequilibrada.
Falar do quê? Se por tudo que falamos teremos a nos perseguir a aguerrida “Filosofia” dos opostos. Falar na liberação do Narcotráfico, quê absurdo! Primeiro vem contra você: os Princípios; depois o questionamento do Comércio; se taxam os preços a troco de “Bananas”, aqui alguém reclama; lá fora é abusivo, e a “fonte” com toda certeza vai se impor; mas de graça não! É absurdo! E se algum Governo assuma a responsabilidade e pague a preços módicos à “Fonte” para destribuição gratuita dentro da Famarcologia de “desmame”: a desgraça é maior: Médicos, e Para Médicos suspeito, e Governo; traficante: sem contar com a sequência de assaltos a Hospitais, ou Instituições suspostas que estoquem.



Falar de Religiões! Deus nos acuda! Elas estão corretíssimas apesar dos últimos escândalos; do envolvimento Político, das incitações Ideológicas, da conclamação das massas em defesa de Deus divido por elas próprias; isto de forma sorrateira, e piedosa. Mas jamais terão condições de negarem a divisão das Bíblias, e das Igrejas, nem o fanatismo implictium em todas elas.
Falar de Políticos, e Políticas; pior ainda! Eles são coesos... Coalisos. Comedidos demais em nome da “Ética”; se isto for Ética; sempre maquiados, bem vestidos de indumentária “impecável”. Sorriso enigmático pra lá! De Mona Lisa; feição angélica, mística da ternura; e o coração “aberto”, gestos e acenos comedidos; enquanto isto a Democracia desmorona-se no próprio desentendimento de seus Poderes... Executivo; Legislativo, e Judiciário.
E por isto lancei meus últimos versos, tendo como ponto de reflexão a Ucrânia; cópia da cópia, que um dia quis ser... O Plágio; sem jeito de plagiar.
Por coalizão
Esta palavra mágica
De quem alisa um... Desliza noutro
De quem posterga um testamento em trâmite
Sem delimitações, pois ainda convivem.
E lançam ao vento
Esta palavra “mística”
Enigmática ao ponto de simular
Aquilo que possa ser pacífico
Quando tantos choram
A desventura de seus próprios sonhos
Ah! Se eu pudesse voltar
E navegar no Mar
Em busca de um futuro melhor...
                                                Dr Ademar Raimundo de Barros.
Este Poema vai bem mais além, mas o momento não me propicia; ele ficará restrito nos arquivos de Poesias Vivas – o “Berçário” de minha iniciação, neste mundo imaginário onde reúno as minhas ilusões.
Um grande abraço dos; “Anônimos da Poesia e da Arte”, e dos, Desastrolados do Desconhecido.

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