O
Plágio.
Sê...
Mesmo que possa pensar assim...
Se A
é sucesso; então igual a X+Y e Z.
O meu
trabalho é X
O
“Y”; meu lazer.
O
“Z” deixo calado
E
ninguém ver.
(Einstein).
E se
puder quando preciso for... Falar ou não falar
De
amor ou sentimentos...
E
paciência!
Os
sonhos são gratuitos... São silêncios
Os
sonhos não têm preços
E se
não posso ser destaque na Colina
Árvore
frondosa destacada as outras
Eu
posso ser um galho,
A
rama que se enrosca as outras galhas
Eu
posso ser a relva que circunda a planta
Em
multicoloridas flores e seja... Seu fascínio.
Sê
Ímpar...
Ou ser igual (pares unidos)
E
sei que há muitas razões pra duvidar
E
uma só pra crer
Se
eu não possa ser o Sol
Vou
ser qualquer estrela
Basta
que a ousadia conduza-me com prudência
Basta
ser melhor...
No
que qualquer que seja
Que
nem precise se elevar e voar tão alto
Para
que os olhos de alguém que não saiba voar
Não
possa me ver
E
que eu venha ser; ou seja,
Tão
igual! Tão qual! A estrela matutina
Que
só poucos possam me ver... Quando me vejam.
Nem
é preciso andar
Pelos
caminhos traçados por outros
Posto
que certo... Conduzem ao mesmo ponto
E
onde há muito sentimento, há muita dor.
E é
bom sonhar...
Sonhos
e esperanças são calmantes
E é
bom acreditar que nada é impossível
Que
tudo importa a arte, excepto o assunto.
É
bom ser feliz sem ter motivo
E por
amar demais... De amor morri
Rendam-se
como me rendi
Mergulhem
como mergulhei
O
sábio não se aflige... No desconhecido
Nem
existem razões... Que perca acalma
Precisa
acreditar ou nem acreditar em nada
O
Gênio é Deus que dá... Quem manda
O
homem é que confunde o aperfeiçoamento com “desgraças”
E
não se entusiasmar vão te deixar...
Rugas
na alma.
Para
Síntese: “Vê”!
Se
não podemos ser um Pinheiro, no topo de uma colina.
Sê!
Um arbusto no vale, mas sê.
O
melhor arbusto à margem do regato
Sê!
Um ramo; se não puderes ser uma árvore.
E se
não puderes ser um ramo; sê um pouco de relva.
E dá
alegria a algum caminho.
Se
não puderes ser uma estrada,
Seja
uma senda,
Se
não puderes ser o Sol; seja uma estrela.
Não
será pelo tamanho que terás êxito ou fracasso...
Mas
sê o melhor; no quê, o que tu queres SER...
Que
sejas. “- de:
Pablo Neruda.”
Mas vê! E nunca sejas assim...
Por
ser... Assim:
Dr. Ademar Raimundo de Barros.
Comentários
do Autor: Depois de meu último Poema; meus últimos Versos. E escolhi este: “O
Plágio”, pois a Arte de plagiar tornou-se prática, e mais nada se constrói,
pois tudo se copia: e a autentificação é mero instrumento Cartorial que de um
momento pra outro: possa perder sua autenticidade por qualquer Emenda
Constitucional. Não há mais como se expor o pensamento, pois tudo se encaminha
para o silêncio; e o medo é o denominador comum das decisões: não mais existe a
determinação autoconsciente, livre, espontânea; e por consequência vivemos
nesta transição desequilibrada.
Falar
do quê? Se por tudo que falamos teremos a nos perseguir a aguerrida “Filosofia”
dos opostos. Falar na liberação do Narcotráfico, quê absurdo! Primeiro vem
contra você: os Princípios; depois o questionamento do Comércio; se taxam os
preços a troco de “Bananas”, aqui alguém reclama; lá fora é abusivo, e a “fonte”
com toda certeza vai se impor; mas de graça não! É absurdo! E se algum Governo
assuma a responsabilidade e pague a preços módicos à “Fonte” para destribuição gratuita
dentro da Famarcologia de “desmame”: a desgraça é maior: Médicos, e Para Médicos
suspeito, e Governo; traficante: sem contar com a sequência de assaltos a
Hospitais, ou Instituições suspostas que estoquem.
Falar
de Religiões! Deus nos acuda! Elas estão corretíssimas apesar dos últimos escândalos;
do envolvimento Político, das incitações Ideológicas, da conclamação das massas
em defesa de Deus divido por elas próprias; isto de forma sorrateira, e
piedosa. Mas jamais terão condições de negarem a divisão das Bíblias, e das
Igrejas, nem o fanatismo implictium em todas elas.
Falar
de Políticos, e Políticas; pior ainda! Eles são coesos... Coalisos. Comedidos
demais em nome da “Ética”; se isto for Ética; sempre maquiados, bem vestidos de
indumentária “impecável”. Sorriso enigmático pra lá! De Mona Lisa; feição angélica,
mística da ternura; e o coração “aberto”, gestos e acenos comedidos; enquanto
isto a Democracia desmorona-se no próprio desentendimento de seus Poderes... Executivo;
Legislativo, e Judiciário.
E por
isto lancei meus últimos versos, tendo como ponto de reflexão a Ucrânia; cópia
da cópia, que um dia quis ser... O Plágio; sem jeito de plagiar.
Por coalizão
Esta
palavra mágica
De
quem alisa um... Desliza noutro
De
quem posterga um testamento em trâmite
Sem
delimitações, pois ainda convivem.
E lançam
ao vento
Esta
palavra “mística”
Enigmática
ao ponto de simular
Aquilo
que possa ser pacífico
Quando
tantos choram
A
desventura de seus próprios sonhos
Ah!
Se eu pudesse voltar
E navegar
no Mar
Em
busca de um futuro melhor...
Dr Ademar Raimundo de Barros.
Este
Poema vai bem mais além, mas o momento não me propicia; ele ficará restrito nos
arquivos de Poesias Vivas – o “Berçário” de minha iniciação, neste mundo imaginário
onde reúno as minhas ilusões.
Um
grande abraço dos; “Anônimos da Poesia e da Arte”, e dos, Desastrolados do
Desconhecido.


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