segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Bois de “Piranhas”

 Bois de “Piranhas”




Ser Boi de “Piranhas”... E saber
Que o preço da Liberdade
Pode... Levar-nos a isto:
Censurados, e mal vistos.
Escolhidos!
Como Coelhos, ou Cordeiros.
Como queiram...
Apontados!
Preteridos
Odiados
Senão por Apostasia... Excluídos
Pela forma de ser, e de pensar.
Ou pela inteligência inata
O que não faz sentido algum
Meu Boi Bumbá!
Meu Boi de Parintins!
Comparteirou tu nota
La indúbita Muerte se hizo carne em mi

Ser Boi de “Piranhas”
E sozinho vê...
Que o que passou; passou.
E quem passou por cima, e quem pisou.
E que sobreviveu por tua conta
Quem foi quem te feriu
Quem te fechou as portas
Quem te enfiou a faca
Fingindo; não ser.
Quem foi que te escolheu... “Pra ser ‘Tapête”
E quem te leiloou por preço vil
Por que acreditou... Valia a pena
Passe o “MAIOR”
Fique... O menor
Por que será mais um... Como Caveira
E!
Quixeramobim! Será Poeira
Compartierou mi nota
La indúbita Muerte se hizo carne em tu

Poeira!
Que não serve
E que se sirva; o que será?
Sujeira!
Pó! Que não se cheira; e se cheirar.
Vai se acumular; e se acumular, você pode mancar...
E até sonhar... “Boubeiras”!
Que o vento levará
Por essas Levas que ninguém vai ver
Quem leva
Ou quem levar
Tão pouco aquele que se encarregar
De apagar... Se; Velas
E Velas velam a Terra, como velam o Mar.
Velam até o Ar; aonde... Os Aviões voam
Onde! Até! Outras ondas velam
Comparteirou La nota?
REZA! Pois:
La indúbita Muerte hizo da libertad de nosotros




                                Dr. Ademar Raimundo de Barros.

Comentários do Autor: Fiz! Tomando por base o princípio da coerência que norteou quem, dedicou a estes dois expoentes da Literatura Mundial (o Escritor Português, José Saramago; e o Poeta Chileno, Pablo Neruda), o Prêmio Nobel da Paz; e por que não agregá-los em Princípios da Liberdade, pois não agindo assim: eu estaria voltando-me contra o Mundo, em não; ratificar, e felicitar a quem teve a coragem indúbita de indicá-los, e ver por confirmada essas indicações.
Mas havemos que ver; que os Tempos mudaram inopinadamente, e de repente nos confrontamos paradoxamente: com tudo aquilo que aquiscedemos em nome da verdade: quando o que mais ouvimos falar, é no confronto final no Vale do Megido, no Armagedom: que meu conterrâneo Zé Ramalho; econômicamente chama de: “A Terdeira Navalha”... Quando em minhas contas somo mais que Mil, mas que haveremos de ver mais, na medida em que nos dividimos até nos espaços da Comunicação; e nos desentedemos por interesses vários... Ainda a Cor; a Raça, a Religião (Qual fé a mesma), a Política de sempre; e os interesses Comerciais e Econômicos; e qual escolha da Moeda Maior; ou: quem “roube” mais; quem “roube” menos... E assim vamos.
Sem mais; um grande abraço!


Dos, Desastrolados do Desconhecido.

Um comentário:

  1. Minhas desculpas a Firefox, mas não passa na minha cabeça que seja desta (ou de vocês) a observação constante no local do Vídeo (este Vídeo não existe), e a exclusão subsequente deste. Como da mesma forma, não posso considerar que seja de responsabilidade do Cantor, Zé Ramalho; meu conterrâneo; colega no Ciclo Geral de Estudos da UFPB nos Idos 1971/72; de família tradicional na minha Terra/Paraíba, da qual fui aluno de vários membros desta,e cito Luiz Ramalho... Como seria utópico admitir que não exista no mundo real; quem não conheça... Êh! Ô! Ô! Vida de Gado; povo marcado... Êh! Povo Feliz... E o resto é conversa fiada de quem tem a impetulância de afirmar... Este Vídeo não existe.
    Mas não se preocupe Firefox! Pois vou encontrar outro para substituí-lo: não considerem visualização de páginas; podem até considerar... Indignação.

    Dr. Ademar Raimundo de Barros.

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