Sete Sentidos
Entendi!
E como foi fácil
entender
Estas... Sete
palavras
Estes... Sete
sentidos
Era Vida
Um acima
Cinco... Abaixo
Difícil é
compreendê-los... Era “um todo”
Como a Cruz de
Cara Vaca
Não sendo
“una”... A de Cristo
Era Ameno
Era Deus...
Era Divano
Os quatro pontos
“alados”... Eram seis
Porém faltava um
Pois... Era
Pêndulo
Dos quatro
colocados em torno
Eram três
Todos de braços
abertos
E Pés unidos
Dois; ficaram à esquerda.
E dois puseram à
direita... Assim quiseram
E Cristo fincado
ao meio...
Era Cenário
Ave! César
Moritiri te
salutan! Diziam Gládios
Crurifaejim! Era
Sinédrio
Lavar as mãos na
Pia... Era Pilatos
Era Ameno
Quebrarem as
pernas dos crucificados
Para abreviar a
pena... Dos “Pedidos”
Havia Sim!
Dez braços
abertos
E Dez pés sobrepostos...
Mãos e pés
Aos pregos
Mortos havia
cinco... E vivo! Um só
O quinto... Era
Amuleto
“Pingente” que
Joana D’arc... Descartou
Era Rasgado
Os dez
Mandamentos
Era Ceia
Com S... De
Sofrimento
Que se com C, não
foi Judas.
O outro ponto
mais perto
Não visto... No
ponto... Gólgota
Enforcado
Como um Sino sem
Badalo
Que se foi
morto...
Este “Silêncio”
não mostra
Não é claro
É “escuro”
Custam
“beijos”... E beijos podem ser falsos
E eu! Que não sou
Divino
Jamais!
Conseguiria proferir
As Sete...
Últimas palavras de Cristo
Por que sou
humano
Por que teria que
ter... A singularidade de Ébano
Ou
herdado... A originalidade de Ícaro
Ou o Cinismo
próprio... Dos Hipócritas
Pai! Não pedoai-lhes
Pois eles bem
sabem o que fazem
E em verdades vos
digo Pai!
Que amanhã
Nós estaremos
todos no Reino dos infernos
E não! Nesse
Marasmo hoje árido... O “Paraíso”
Que com tanto Amor
Legaste-nos... E destruímos
E eis aí! Minha
Mãe
Minha mulher,
filhos... Foi-lhos!
Inda não
E ainda precisam
de mim
Quando o tempo
não espera... Passa
Eli! Eli! Iamá
sabactâni? Quando te pedi
Eloi! Eloi! Iamá
sabactâni? Quando precisei
E se! Tenho tanta
sede de justiça
Mas... Tudo me
parece consumado
E não te
entregarei o meu Espírito... Sem ter Paz
Dr.
Ademar Raimundo de Barros.
Comentários do
Autor: Era uma, ou eram duas; era uma; ou eram três: e se foram quatro, eram
cinco, as cruzes no Gólgota; e se somarmos os corpos pregados nelas... Eram
dez, mas faltava um que pendulava “noutra cruz”; que se somado ao simbolismo
dos Dez; somam se, doze: justamente o número mencionado de Apóstolos do
Cristo... Torturado, vilipendiado e morto em meios de Sicários e bandidos, e
ladrões: para poder se dar ênfase: aos escrúpulos do Poder.
Procurei demais
um “monumento” existente no Mundo: e visto por mim anteriormente... As Cinco
Cruzes de Pedras, fincas em fileira: aonde a Maior (suponha-se que seja), a
Cruz de Cristo, mas sumiu refinadamente do campo de minhas especulações. A
censura é refinada, e a Apostasia é prática rotineira: que até a manipulação da
verdade da Crucificação de Cristo, é propriedade privada das Igrejas: não se permitindo,
portanto: qualquer interpretação pessoal que venha contradidizer contradições
(são historietas, ou heresisas). Qual diferença faça? Jesus Cricificado em meio
de quatro sicários, ou de dois; pelo simples fato de que queiram impor o
respeito que se dê, como solenidade: a aquilo que foi uma balbúdia equivalente
aos ambientes de Terror.
Que diferença
faça-se: quando contradizendo aos outros crucificados que xingavam-lhe, e da
sua fé, e mesmo agonizante respondeu: Em verdade vos digo, hoje entrarás comigo
no Paraíso: não lhes disse: ao lado direito, ou esquerdo, do Pai.
Que diferença
faça, ou possa se fazer? Hoje! Em meio a bilhões de pecadores, mesmo que estes
se ajoelhassem, o louvasse, ele pudesse lhes agraciar com estas mesmas palavras...
E que estas palavras fossem; o Silêncio, o Olhar, e apenas a Piedade.
E de algum lugar
do espaço possa se ouvir, e ver:
A Prece Das Cinco
Cruzes...
E o Choro das Três
Marias...
E... O Lamento de
tantos
E o Silêncio...
Dos Santos
O cintilar das estrelas
O Falo... Das três Pirâmides
Ou! O Cinturão de Órion
Quem saiba?
O brilho místico de Syrius
Adonai!
O cintilar das estrelas
O Falo... Das três Pirâmides
Ou! O Cinturão de Órion
Quem saiba?
O brilho místico de Syrius
Adonai!
Quanto ao vídeo: desambiguem-no no sentido da idade, e de experiência de vida... Do autor.
E um abraço Zé! Fomos alunos do ciclo Geral de Estudos/ Área II da UFPB, nos anos 70.
Tudo quanto é Mal
que se apresenta hoje, o faz-se com diferenças... Não há a truculência da
exibição; e tudo é consumado as surdinas sem demonstração: num “Lava mãos”
diferenciadas, e as mãos sujas ganham aparências de limpas: impávidas
fisionomias retratadas em “Arcanjos”, e enrrustidas em aparências “Angelicais”,
sem contar com aqueles que enganam por manter uma aparência discreta, e que se
manifestam silícitos, ou solidários: ao fingir-se cadáver para ‘comer’ o
Coveiro.
Interligo o Poema
ao Poema: Anamnese, e a outros constantes no Blog “Anônomos da Poesia e da
Arte”, pois não matamos mais com apresentação de cadáveres; matamos Socialmente
por exclusão e discriminação Social e Econômica, mas às vezes há quem mate
verdadeiramente, ou mande matar: indiferentes ao destino de Filhos, e
familiares.
Um abraço dos
Desastrolados do Desconhecido ao som...
Dr.
Ademar Raimundo de Barros.

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Boa noite meu Amigo..Com quase oito dias enferma e ainda lutando para que não seja mais grave do que imagino. Venho com muita saudades de ti e de tudo que gosto de ler do teu escrever cheio de classe e do grito de justiça que perdura. Poderia sim ser ouvido ainda que se façam surdos e mudos;ainda assim no grito de justiça tivessem o dever e a obrigação de formular alguma forma de justiça nesta terra diante das injustiças. Mas, aos poucos voltarei e continuarei na fé e na esperança de um dia destes algo de bom chegar com justiça .
ResponderExcluirLetras que compõem um grande cenário vivido do ontem como um desafio a vida; e do hoje como desafio do autor que vive sem que a justiça seja a resposta do grande cenário vivido e das vidas que vivem no mesmo barco navegando no grande rio do descaso imoral e irracional .
Um abraço e saudades.
Mena
Mena!Você chegou em boa hora, e da mesma forma senti saudades. Há um detalhe: não sei porquê escrevo: não gosto de meus Versos: é como se fossem mortos: gosto de outros não escritos por mim: neles.. Eu vivo, busco, encontro, ou encontro-me, sonho, ou adormeço... Nos meus! Acordo. E o despertar causa-me... Tristeza e ódio: daqueles que me excluíram com se eu fosse louco, e portador de déficits de raciocínio e memória; daí! Arquivo... Morto como meus versos.
ResponderExcluirVeja! Você já me preocupa (como Médico), pois muitas das vezes, nas coisas que imaginamos um "Simples Stress": está "escondida" uma causa maior, e bem mais relevante. Procure solicitar do seu médico uma Tomografia Cerebral, ou que por mais que as aparências possam não indicar; solicite-se uma Ecoressonânciamagnética, pois quem como você: exercita demais o lado cognitivo: tecendo incessantemente os "obsconsos" ângulos do eu consciente, ou ilusório, ou imaginário; pode estar propenso a Doenças de fundo degenerativo Neural dentro do Princípio do Uso, ou Desuso, aonde as Hipertrofias ou Hipotrofias se instalam, e como consequência possa vir: uma Mieloesclerose, ou Esclerose Múltipla; não dá para se imaginar o absurdo... Mieloma Múltiplo, que acho nada tenha haver.
Mas é muito bom "sondar" função Vestibular (Labirintite), como não descartar as Doenças Cerebelares: quando mais conveniente faça-se pensar nas Funções Glandulares tipo Tireoide: e outras Disfunções (mesmo precoce) que possam acometer o sexo feminino: mas não esquecer o Campo Psi: perfil perfeito tens até pela atividade... Poetisa.
Um grande abraço, e fico na expectativa de que seja um caso de fácil solução.
Um beijo... Desse Desastrolado aqui!!!
Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirBom da meu lindo !
ResponderExcluirObrigada pela preocupação! A vida tem mesmo destas coisas. Sabe desde que tive um súbito desmaio eu não me sinto muito bem mesmo..me sinto diferente. Eu nunca tive uma enfermidade de hospital, a não ser minhas cesarianas.
Tireóides já sei que não é,mas tenho um colesterol e triglicerídeos de quase 300...Causa emocional .Desde que mamãe se foi me sinto muito doente mais as causas psicológicas.
Não me alimento muito bem e as vezes me alimento fora do normal ,acho que vc já encontrou a causa e nem preciso falar. Estou distante do mar e isto me deixa presa a vida e esta não é minha natureza...Me sinto muito só e sem amigos que eu possa confiar realmente aqui em São Paulo...tudo aqui é diferente,as pessoas as comidas ..acho aqui tudo neurótico e eu não me sinto bem neste meio por amar a paz e o amor universal....
Tenho uma provável labirintite coisa que nunca me aconteceu. Me senti mal com náuseas na quinta pela manhã..vim trabalhar mal e já sem consegui comer nada eu fui ficando tonta demais e com isto desmaie por um minutos de segundo .(muito rápido)
Já busquei um medico clinico e já estou a ir ao neurologista para ver realmente o que tenho.
Sua poesia é magnífica dentro dos padrões de lutas e conquistas ,sabemos disto..As vezes é tão difícil similar as tuas letras belas, que nos perdemos no caminho..Só mesmo para quem sabe do caso de injustiça e lutas por ela ,é que entende...é muito difícil mesmo...tu és um mestre dentro delas e sabes disto.
Um beijo enorme e saudades muitas..
Posso demorar um pouco a chegar aqui mais não estranhe e se eu partir para o outro plano vais saber..rsrsrrs
Desculpa o outro email..errei varias vezes sem perceber as letras que contradiziam com tua poesia.
Mena
Minha filha! Você é muito bonita, muito inteligente, muito, sensível: e dotada de uma sensualidade incomum: além das atividades assumidas, e vem a inveja o que é comum: e como dizia Nietzsche... "É no topo da Pirâmide que se concentram os maiores conflitos, ou disputas"; e tudo isto nos torna frágil, e nos quebramos como se fôssemos de Cristais: entramos (sem nem pressentir) numa "baita" Depressão: e como você é Mulher (com um M "bem grandão") não se descarte a possibilidade de que venhas, ou possas desenvolver: uma Anorexia Nervosa"... Pense com o Especialista esta alternativa também; OK!
ResponderExcluirEspero o mais rápido possível a definição Diagnóstica.
Beijos para você
Dr. Ademar Raimundo de Barros.