sábado, 16 de novembro de 2013

Sob a Ilusão de Autoria



Sob a Ilusão de Autoria


Entre o aonde eu escolho o distante
Pois o perto é Desértico
Está longe
E escolho o difícil; por ser fácil.
Neste beijo... Platônico, e Homérico.
Por ser bem mais difícil e Hilárico
Este teu beijo feito um gelo... Que disgelo
Com esse Sol que ofusca
A Lógica
A Ilógica
Sobre essas Nuvens inconstantes
Ideologias... Falsas e Volúveis
Que Arquétipos fizeram
Mas eles não disseram
Prezem... Uma só
E somente uma... A minha



E por ser mais incerto, presuponho.
Proposto, e presumido ser.
Que eu possa ver o por do Sol... Distante
Ver Beje o Céu... Ás vezes Escalarte
O mesmo Sol, mas sendo o meu... Sempre Poente
Entre Montanhas íngremes, e Vulcânicas.
Onde a Larva fervente corre como escorregasse
Pungente tal qual... Rio de “Sangue”
E me atingisse
Por certo... Evaporasse
E me levasse
E eu não pudesse mais ver... Esse Sol
Entre Arco-Íris, em Anéis de Côres.
E só vê! As Nuvens vans que veem
E indiferentes entrelaçam-se noutras
Neste Balé... Em “Frenesi” constante


                                          
Vê se perder a amplitude própria do fôlego
E se ver morrer, desaparescer, inútil!
E de repente
Sentir-se frágil e admirar-se... Morto!
Que encanto te trás?
Oh! Mágico do “Estandarte”
Sem arte
Sem classe
Neste invólucro fractal
E ter que adaptar-se
Neste feixe infeliz... Mas sem queixumes
E sob esse Sol
Intenso
E escaldante
E o que dizer... Estrela “Fascinante”
As Nuvens se dispersam... Intrigantes                        
    

À “Céu aberto” o Sol!
Ou o defunto?
Mas há estrelas sim... Assim presumo
Pois as estrelas não brilham nos Céus... Somente as Noites
E assim como o Sol
Brilham enquanto é dia
Quando brilha noite e dia... Seguindo a Lua
Na linha do tempo
Por estes caminhos
Que nossos horizontes... Não caminham
Pois nossos olhos não vêem
Têem por vez
A ilusão de ópitica... Do ter visto                                                             
“Picadas” que não erram
E nesta estrada... Chega
Onde encontra o Amor... Ilusão treda


E sob esse Sol
E sob qual visão
A Luz te medra... Estandarte mágico!
Quem te dotou a garra
E a graça
De tão dançar sutil
Que o vento vem... E faz um convite a ti
Pra te levar pra longe... Aonde o próprio não vai
Para incerto lugar... O Paraíso
Onde o Sol que brilha... Brilha!
Mas não queima
E que dispensa Nuvens que disfarçam
Que ensimesmadas se misturam às Branças
Ou Negras... Parescidas as Cinzas
Com se fossem Tranças... De fumaças
Mensageiras da dor... Fontes de Raios e...



Ah! Galeno
Sêneca! Onde andarás?
Pra me entregar o antídoto do veneno
E tu Demétrus! Cadê! Diocleciano
E o que diria o ver... De Maximiano
E se Costâncio cala... Constantino fala
E se Arquimedes chamou
Por Pitágoras
Que entregou a Tales... Outro Teorema
Vem Galileu!
Vê! Este Sol, e diz:
Que o Sol, que é Sol... Deduz até as Sombras
E que não adianta
Nuvens que se façam lindas
Para ofuscar a Luz
Pois ela passa... Por estas frestas que a ninguém ensina




                                           Dr. Ademar Raimundo de Barros.


Comentários do Autor: Esta foi à única resposta: que encontrei para responder ao Poema da Linha do Horizonte, colocado como comentário na Postagem: Que Satisfação... Para Anõnimos e Desastrolados: e constante no Blog; “Anônimos da Poesia e da Arte”.
O comentário, assim como em “Conjecturas-se”: configura-se com a realidade cruel para quem: vivendo num mundo que faz Apologia à Democracia, aos Direitos Humanos, à Liberdade de Expressão; se propõe em manifestação a aquilo, que circunstancialmente se apresenta (a seu ver) como o melhor.
Respondi de forma cortez as manifestações de espionagem Americana a Cidadania Brasileira (e nem citei Watergate, mas a meu ver, faltou a responsabilidade, faltou o respeito, faltou a legalidade – perante as Nações amigas, e fora de áreas de Litígio – quando: nem a presunção, ou a hipotética hipótese, seja justificável), a Política Econômica Brasileira, e a soberania da Nação Brasileira (as outras que se manifestem).
Tomei como Revanche a iniciativa de uma Enquete: Hillary Clintom; Presidente Sim, ou Não; (em nome da Paz) e complementei com minhas felicitações aos Democratas dos EUA, com a vitória esmagadora de Bill De Blasio em New York, que com certeza o povão daqui está à procura de um que se possa chamar... Bio do Brasil (menos que não haja parentesco com alguns personagens do Romance: Morte e Vida Severina).
Qual contravenção que cometi?
Por qual razão (neste Blog aberto) eu não possa me posicionar, ou responder, de forma também aberta, e sem excluir a verdade, pois a inclusão possa melindrar alguém; não! Tudo faz parte da Dialética, menos o seu uso no sentido intimidativo ou opressor, quando não, nos vem com ameaças, ou supostamente na “cara de pau” com insinuações equivalentes as transgressões do Artigo 147 do Código Penal Brasileiro... Mas é Arte. É Poesia... Que fazer? Admitir, e responder: independente do que possa haver, pois faz parte da Liberdade Intelectual.
E aí! Aturma dos pretensos Sicários se prevalescem: por serem Supremos, Poderosos, Intocáveis, ou seja... Tratam-nos como menos um, e na “maciota” assim... Proposto ao Poder de ver-se lá no Sol Poente, não ter mais fôlego e desaparescer de repente, como um encanto – mágico sumido com estandarte e tudo, em invólucro de fractal silêncio, envolvendo-me de razões neste feliz queixume, e a Céu-aberto; e que o vento me convide para um país longíncuo (seria o Paraíso?), e que aonde eu ande descalço; e mago (ou magro) beijo... Mandem-me no horizonte.



O que penso: “um bom gosto”, o que não é nenhuma novidade para mim, pois aponto: a fisionomia própria da verdade.
Agora! É muito difícil conviver nesta realidade, e ainda me perguntam por que estou saindo, com um comentário no mesmo teor: e por educação, e por ter a convicção das verdades postadas contra Médicos: a minha posição é a mesma, e não tenho nenhuma pretensão de abadonar àquilo que comecei, e vou até o fim, e na primeira oportunidade; desmascarar quem ainda não foi; desmascado... Os demais, não passam de cínicos se assim devo dizer.
Ora! Colega (vou lhe responder o outro, a altura)... O que eu tinha que perder, eu já perdi, pois, o Tribunal de Justiça de Rondônia, o Minisrério Público Estadual, e Federal; até o STJ sabe muito bem este caso, não toma uma posição por ser um caso isolado: um homem só, contra um Sistema que eles conhecem muito e demais, e não será você, nem niguém, a me calar a boca, e a me persuadir; nem a GOOGLE CHROME em, Censura Refinada, para com este aqui: nem o silêncio por subserviência da Classe Médica: em uso inapropriado da Ética Médica por eles próprios; quebrada.

Um abraço, Dr. Ademar Raimundo de Barros.

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