Sob a Ilusão de
Autoria
Entre o aonde eu
escolho o distante
Pois o perto é
Desértico
Está longe
E escolho o
difícil; por ser fácil.
Neste beijo...
Platônico, e Homérico.
Por ser bem mais
difícil e Hilárico
Este teu beijo
feito um gelo... Que disgelo
Com esse Sol que
ofusca
A Lógica
A Ilógica
Sobre essas
Nuvens inconstantes
Ideologias...
Falsas e Volúveis
Que Arquétipos
fizeram
Mas eles não
disseram
Prezem... Uma só
E somente uma...
A minha
E por ser mais
incerto, presuponho.
Proposto, e presumido
ser.
Que eu possa ver
o por do Sol... Distante
Ver Beje o Céu...
Ás vezes Escalarte
O mesmo Sol, mas
sendo o meu... Sempre Poente
Entre Montanhas
íngremes, e Vulcânicas.
Onde a Larva fervente
corre como escorregasse
Pungente tal
qual... Rio de “Sangue”
E me atingisse
Por certo...
Evaporasse
E me levasse
E eu não pudesse
mais ver... Esse Sol
Entre Arco-Íris,
em Anéis de Côres.
E só vê! As
Nuvens vans que veem
E indiferentes
entrelaçam-se noutras
Neste Balé... Em
“Frenesi” constante
Vê se perder a
amplitude própria do fôlego
E se ver morrer,
desaparescer, inútil!
E de repente
Sentir-se frágil
e admirar-se... Morto!
Que encanto te
trás?
Oh! Mágico do
“Estandarte”
Sem arte
Sem classe
Neste invólucro
fractal
E ter que
adaptar-se
Neste feixe
infeliz... Mas sem queixumes
E sob esse Sol
Intenso
E escaldante
E o que dizer...
Estrela “Fascinante”
As Nuvens se
dispersam... Intrigantes
À “Céu aberto” o
Sol!
Ou o defunto?
Mas há estrelas
sim... Assim presumo
Pois as estrelas
não brilham nos Céus... Somente as Noites
E assim como o
Sol
Brilham enquanto
é dia
Quando brilha
noite e dia... Seguindo a Lua
Na linha do tempo
Por estes
caminhos
Que nossos
horizontes... Não caminham
Pois nossos olhos
não vêem
Têem por vez
A ilusão de
ópitica... Do ter visto
“Picadas” que não
erram
E nesta
estrada... Chega
Onde encontra o
Amor... Ilusão treda
E sob esse Sol
E sob qual visão
A Luz te medra...
Estandarte mágico!
Quem te dotou a
garra
E a graça
De tão dançar
sutil
Que o vento
vem... E faz um convite a ti
Pra te levar pra
longe... Aonde o próprio não vai
Para incerto
lugar... O Paraíso
Onde o Sol que
brilha... Brilha!
Mas não queima
E que dispensa
Nuvens que disfarçam
Que ensimesmadas
se misturam às Branças
Ou Negras...
Parescidas as Cinzas
Com se fossem Tranças...
De fumaças
Mensageiras da
dor... Fontes de Raios e...
Ah! Galeno
Sêneca! Onde
andarás?
Pra me entregar o
antídoto do veneno
E tu Demétrus!
Cadê! Diocleciano
E o que diria o
ver... De Maximiano
E se Costâncio
cala... Constantino fala
E se Arquimedes
chamou
Por Pitágoras
Que entregou a
Tales... Outro Teorema
Vem Galileu!
Vê! Este Sol, e
diz:
Que o Sol, que é
Sol... Deduz até as Sombras
E que não adianta
Nuvens que se
façam lindas
Para ofuscar a
Luz
Pois ela passa...
Por estas frestas que a ninguém ensina
Dr.
Ademar Raimundo de Barros.
Comentários do
Autor: Esta foi à única resposta: que encontrei para responder ao Poema da
Linha do Horizonte, colocado como comentário na Postagem: Que Satisfação...
Para Anõnimos e Desastrolados: e constante no Blog; “Anônimos da Poesia e da
Arte”.
O comentário,
assim como em “Conjecturas-se”: configura-se com a realidade cruel para quem:
vivendo num mundo que faz Apologia à Democracia, aos Direitos Humanos, à
Liberdade de Expressão; se propõe em manifestação a aquilo, que
circunstancialmente se apresenta (a seu ver) como o melhor.
Respondi de forma
cortez as manifestações de espionagem Americana a Cidadania Brasileira (e nem
citei Watergate, mas a meu ver, faltou a responsabilidade, faltou o respeito,
faltou a legalidade – perante as Nações amigas, e fora de áreas de Litígio –
quando: nem a presunção, ou a hipotética hipótese, seja justificável), a
Política Econômica Brasileira, e a soberania da Nação Brasileira (as outras que
se manifestem).
Tomei como
Revanche a iniciativa de uma Enquete: Hillary Clintom; Presidente Sim, ou Não;
(em nome da Paz) e complementei com minhas felicitações aos Democratas dos EUA,
com a vitória esmagadora de Bill De Blasio em New York, que com certeza o povão
daqui está à procura de um que se possa chamar... Bio do Brasil (menos que não
haja parentesco com alguns personagens do Romance: Morte e Vida Severina).
Qual contravenção
que cometi?
Por qual razão
(neste Blog aberto) eu não possa me posicionar, ou responder, de forma também
aberta, e sem excluir a verdade, pois a inclusão possa melindrar alguém; não!
Tudo faz parte da Dialética, menos o seu uso no sentido intimidativo ou
opressor, quando não, nos vem com ameaças, ou supostamente na “cara de pau” com
insinuações equivalentes as transgressões do Artigo 147 do Código Penal
Brasileiro... Mas é Arte. É Poesia... Que fazer? Admitir, e responder:
independente do que possa haver, pois faz parte da Liberdade Intelectual.
E aí! Aturma dos
pretensos Sicários se prevalescem: por serem Supremos, Poderosos, Intocáveis,
ou seja... Tratam-nos como menos um, e na “maciota” assim... Proposto ao Poder
de ver-se lá no Sol Poente, não ter mais fôlego e desaparescer de repente, como
um encanto – mágico sumido com estandarte e tudo, em invólucro de fractal
silêncio, envolvendo-me de razões neste feliz queixume, e a Céu-aberto; e que o
vento me convide para um país longíncuo (seria o Paraíso?), e que aonde eu ande
descalço; e mago (ou magro) beijo... Mandem-me no horizonte.
O que penso: “um
bom gosto”, o que não é nenhuma novidade para mim, pois aponto: a fisionomia
própria da verdade.
Agora! É muito
difícil conviver nesta realidade, e ainda me perguntam por que estou saindo,
com um comentário no mesmo teor: e por educação, e por ter a convicção das
verdades postadas contra Médicos: a minha posição é a mesma, e não tenho
nenhuma pretensão de abadonar àquilo que comecei, e vou até o fim, e na
primeira oportunidade; desmascarar quem ainda não foi; desmascado... Os demais,
não passam de cínicos se assim devo dizer.
Ora! Colega (vou
lhe responder o outro, a altura)... O que eu tinha que perder, eu já perdi,
pois, o Tribunal de Justiça de Rondônia, o Minisrério Público Estadual, e
Federal; até o STJ sabe muito bem este caso, não toma uma posição por ser um
caso isolado: um homem só, contra um Sistema que eles conhecem muito e demais,
e não será você, nem niguém, a me calar a boca, e a me persuadir; nem a GOOGLE
CHROME em, Censura Refinada, para com este aqui: nem o silêncio por subserviência
da Classe Médica: em uso inapropriado da Ética Médica por eles próprios;
quebrada.
Um abraço, Dr.
Ademar Raimundo de Barros.




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