À Humanidade.
Não culpem a Alemanha... E somente/ Não culpem Deus! O Diabo! Nem ninguém! Nem a “alhures” / Nem culpem Cristãos, nem Muçulmanos/ Culpem a nós, próprios... Mesmo tidos: Humanos/ Não culpem apenas “Soberanos” / Que não eram Deuses e sabíamos... Mas; os Idolatramos.
Não só culpem: Assírios e Caldeus/ Nem só culpem a: Gregos e Romanos/ Nem a Pérsia! Nem a França! Nem a “fúria” Anglo-Saxônica/ Nem “o Cisma” Judeu... Nem ao “Demônio”! Nem Ateus!/ Nem mesmo a “força” do Império Otomano/ Culpem a nós mesmos/ Que por subserviência... Que por subsistência/ Que por incoerência... Acatamos.
Nós! “Os próprios contra os mesmos”/ Humanos e Desumanos... Assumidos/ “Esculpidos” “semelhantes a Deus” / Por Deus! Somos irmanos/ E as mesmas mãos que buscam a construção/ Depois de construir... Vão destruindo/ Basta-nos que nos falte “algo a mais/ Ou que igualdades... Desafia/ Seremos desiguais... Em nome da qualquer Filosofia.
Apostolamos tudo no Universo/ Numa condição... Que haja “luta” /Mesmo que na “luta” exista a farsa/Que conduza a morte... Que carreie a fome... Que mantenha a guerra... Que “semeie” o luto/ Que diferença faça/ Que importe a paz... Que importe a Deus!
Importa que o ópio avance! Importa que o ódio vença!/ Que a desgraça avança e que traga lucros... Pouco importe a crença/ Importe sim... / O Aço! O Ouro! O Petróleo/ Importa sim! A fonte inesgotável do Comércio/ Mesmo que esta mola propulsora do Progresso/ Trave a força motriz que lhe fazia farta/ E esfacelada caminhe... Ao retrocesso.
Que haja fome! Tanto importa! Que haja desemprego! Mais importa! Que venham Tsunamis... Pouco importa/ O “vento “norte” já lambeu as praias/ O vento “oeste” derrubou “Montanhas” / O vento “sul” já esquentou a Antártida/O vento “leste” espreita... Acompanha.
Não há reconstrução de “graça” /Quanto às mortes, mais condecorações... “Heróis” que passam/ Os loucos, infelizes e fanáticos... O “Credo” abençoa/ Geram “tolerâncias” ou indulgências... As provas/ E “no barco desta vida”... Outro Comandante a “proa” / Será que queira dividir a “Glória”?/ Será Bandeira solitária que... Sozinho avança.
Que venham tempestades! São bem vistas/ Quem sabe a tempestade leve a guerra/ Quem sabe! Que a “corrida” Armamentista vem de longe/ Como “fogo de monturo” sob o solo/ Quem saiba ou quem possa saber.. Fiquem atônitos! Se seja Biológica, ou se seja: Atômica/ Isto pouco importa! Alguém por certo “vença” / E a espúria nau... No Mar... No Céu... Não traz a paz/ Nem traz... “Um fio de cabelos”, da Esperança.
Comentários do autor: É difícil conviver com a Humanidade. Em resumo: com todas as Potências do mundo. Detalhes amiúdes: Áustria, Prússia, Hungria, Rússia, Estados Unidos, China, Índia, Bósnia, Eslovênia, Eslováquia, Sérvia, Gregos, Romanos, Espanhóis, Portugueses, Judeus, Palestinos, Árabes, enfim com todas as Nações do Mundo, sem que se exclua; uma.
Que o mundo faça uma reflexão de si próprio ouvindo o escrito por John Lennon em sua Língua original. As versões em português e inglês são lindas! Mas chamo a atenção para um detalhe a mais: a repetição em diversas línguas da expressão “Não a guerra!”: Not War, No La Guerra, Pas La Guerre, Nicht Krieg, Non La Guerra, Non bellum, NE Milito, He Boñha, Война, όχι στον πόλεμο, není válk, وليس الحرب, לא מלחמה, 戦争ではな: e transformem estes “musmurros” numa canção: semelhante a: Imagine.
Dr. Ademar Raimundo de Barros.




Belo texto..felicitaciones !
ResponderExcluirDeus que acabe com tudo isto! Abra as enclusas,
Anule os alçapões que censuram as águas,
Convoque os trovões da monção e induza o céu em função
Do cargo sublime, que ocupa em toda esta questão,
Desd'que acabe com tudo isto! Com esta sensação falsa
D’infinito de quem não tem expressão na fala
Para confessar arrependimento com convicção.
(Vivemos em constelações de irracionais prenhos de solidão
Isentos de sentido crítico)
Deus que acabe com tud'isto! E esta alheia gente,
“Com um sorriso na cara que nada tem de inocente”,
Fingindo felicidade na beira do holocausto,
Sem abdicar todavia do falso título de homem casto,
Por isso escrevi um sermão vulgar, religioso, mas sem religião
Para qualquer um outro Deus, “que termine de vez a missão”,
Que pretendia incutir a sensatez do espírito das águas soltas,
No sentido critico destas pessoas vãs e insensatas.
Tudo começa de um começo ,todavia uns miram um céu como infinito e outros planejam bombas para matar.
Mena
É uma opinião Mena! Não há por quê discordar; mesmo que não seja a minha, mas que haja a fazer? Há poucos instantes (lá! Nos "Anônimos") respondi a um dos teus comentários, mas não estava irado não, pois sou muito consciente neste mundo de meu Deus, mas que fui impelido de encontro a forças antagônicas a meu "pensamento", a meu modo de ver: e tem mais... Por quantas vezes eu não tenha "brigado" com meu Pai, e tenha sido forçado a parar; posto que, sinto bem mais forte dizer... Que seja feita a Vossa vontade (não a minha)... Assim na Terra, como nos Céus.
ResponderExcluirUm abraço para você!
Dos "Anônimos da Poesia e da Arte".