sábado, 12 de outubro de 2013

E a Chuva Voltou

E a Chuva Voltou


A chuva “que esperei”... Chegou agora
“Dura” como toda tempestade
E na “enxurrada” tudo leva
E trás com ela tudo... Lixo e “luxo”
Mas deixa essa “fumaça” como aresto
Que queima como “fogo em monturo”


E afoga... Inexistindo água
E molha... Inexistindo “a chuva”
E afaga! Mesmo existindo mágoas
Diz ama... Mesmo que ódio clama
Cólera autóctone... Sem Vibrião! Sem nada!
E o poeta pensa, pois sabe mais... Que outrora




Que ele pense! Escreve... Não ”é Pide”
O que ele sabe expõe! Pois “não é Pede”
E o que possa sentir... “Ele” contesta
Mesmo que morto possam encontrá-lo
Chega-se a vez... É “avidez confessa”
Pois desta “festa” ou “briga”... Sei demais; escolho-os.


Aqueles que não prestam
E quem nunca prestou... Por que não presta
Febre Maculosa; Carrapato estrela... Rickettsia a tese
Peste Negra cúmplices... Da Pasteurella Pestis
De mim... Tu! Não te escondes
Finges não exibir... Teu lado ruim e bruto


E a “chuva é grossa” e o vendaval é forte
Granizos dizem não ser... Pedras de gelo
Diz ser orvalho que cai, mas é... “Poça de sangue”
De um cadáver que o passado “enterra”
Suma eu daqui! Antes que a chuva leve
Como levou um Senador... E nem a terra treme
Lembras! Não! Pensas que o tempo esquece
Lembras! Não! Pensas que tudo escondes?
Patifes de uma quadrilha que me cerca
Corja de “assassinos”... Sangues sugam
Por isto... Que a mim detestam
Por que não participo... “Desta festa”




Dr. Ademar Raimundo de Barros.

Comentérios do Autor: É esta a manifestação confessa poeticamente por um Médico, perante um Sistema autoritário, e corporativista, que sob o escudo da certeza da impunidade, neste Sistema Democrático desmoralizado por si próprio: gera Oligarquias de Elites, que sorrateiramente rasgam o Direto Pleno e Absoluto, bem como a Constituição (que dizem ser); a fonte da qual emana: suas Resoluções e Estatutos.
Compus quando fui enquadrado a responder por “supostamente” ter transgredido o Artigo 147 do Código Penal Brasileiro: por discordar dos Conselhos; CRM/RO, CRM/PR, E Conselho Federal de Medicina.
Quem os denuncia é um Médico: que lamentavelmente foi acometido por Tuberculose e Hanseníase; que infelismente fez recidivas no transcurso incerto do tratamento de alguns casos destas duas enfermidades. E eles sabem muito bem os porquês, e não vim para ministrar aulas de Imunologia, e Infectologia a estes cidadões... Vim ensinar-lhes o caminho da Ética, e da obediência as Leis previstas em todas as Resoluções acerca destas Doenças.
 Resta-me, pois, ainda... Sob o som da Música de Jessé, complementar o significado do Poema... Já que a Chuva Voltou





... Para ensinar a quem chamei de Cínicos: Membros de Juntas Médicas que nem deveriam ser um vogal, ou mesmo adjunto, visto que a Presidência desta: nunca deveriam exercer: mas tudo isto faz parte de um Sistema Democrático em falência: que expurga os Funcionários Públicos; sob Aval de um Juiz Substituto de 2ª Varas Fazendárias de Estado: em Processo Administrativo à seu jeito (pois à mando): independente de Tempo de Serviço, ou fator Causal que  habilite-se Reforma, e Amparo Legal: e muita propaganda enganosa para velhos trabalharem; e por baixo do pano: jovens inativos patrocinados com salários altíssimos, por essas manhas que conduzem a falência da Previdência Social, em detrimento do Estatuto do Idoso, independente do Direito Adquirido, independente das Doenças Adquiridas ou não, no próprio ambiente de Trabalho.
 Eu! Que sou Médico digo isto: por que tenho em minhas mãos, toda documentação constatória, e indiscutível sob qualquer ponto de vista: e desafio a todos: inclusive A Diretoria do Conselho Federal de Medicina, para em Acareação perante o Supremo Tribunal de Justiça desta Nação (se ainda exista), colocar estas Cartas na mesa, pois já as repassei para conhecimento público: e para maior compreensão de todos antipáticos à minha Defesa... Não sou homem para me ajoelhar diante de imoralidades de Sistemas... Ouviu Zé! Pois tem muito Zé-Metido e Mané; de “Cara feia”, mas minha causa é Maior.
Sem mais, um abraço dos “Anônimos da Poesia e da Arte”, especificamente na pessoa do: Dr. Ademar Raimundo de Barros.

2 comentários:

  1. Estou contigo...nunca olvide disto meu amado.

    Mena

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  2. Engraçado Mena! Acostumei-me tanto com a Chuva, como já é costumaz às Tempestades; agora responde-me! De onde é que me vem: este medo inconcebível da Neblina, das nuvens que leves olham, parece que elas dizem... Homem! Acorde! Não vê o Sol; não vê o Céu, nem mesmo eu... Tua Nuvem!
    Linda! Clara! Solta... E o Vento sopra
    E a Nuvem espera
    E o Poeta ilude-se... Ora! Será esta outra "Tempestade"

    Um grande abraço deste repentista "doido"
    Dr. Ademar Raimundo de Barros, posso rir? Não! Falando sério.

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