segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Silogismos

Silogismos


É Fantástico!
E nunca mais esquecerei esta data.
Quatro de Janeiro,
Vinte e poucas horas,
Deste “próspero” Ano de Dois Mil e Quinze
Adios! Moralidade
Adios!
Pois parabenizo a Rede Globo de Televisão Brasileira
Pela reportagem;
E a máscara caiu
O que vem justiçar, e dar-me Aval,
Quando mencionei...
Vede o lado ridículo da Medicina, e da Justiça deste País;
Quando sempre fui pertinaz
Na defesa de uma CPI
Que se estendesse ao Sistema SUS... Continuo amanhã; pois até a impunidade que compraz; aquele que dinheiro tem: permitem-lhes a Liberdade de cometer crimes em desrespeito total a Lei Seca instituída no País; quando muito antes desta Lei entrar em vigor: eu tive a minha Carteira de Habitação cassada: por vaidade Médica, e tantos documentos fraudulentos que a Medicina não quis ver; e o Conselho Federal respaldo em pareceres recheados de consultas às quais nem me submeti: quando o próprio Código de ética Médica diz... O médico não poderá assinar por um procedimento não efetuado por si; e que aos médicos que assistam o doente; são-lhes vetadas as funções de Peritos no caso, e principalmente se este tenha a intenção de punir; e mesmo que o paciente esteja morto; deve-lhe o médico... O sigilo... Dr. Ademar Raimundo de Barros... Mas que gostei da pancada; eu gostei! E quero ver a cara da “Montanha”; e quero vê-los saudar a Presidente; virando-lhe as costas numa atitude onde o respeito ficou muito longe, longe demais! E muito além da imaginação... Volto amanhã, pois quero conversar com o Google Chrome... Pois... Meu Pinhus subiu; Aos Médicos lhes deram fim; da mesma forma que fizeram com o Meu Sogro Paulo Bezerra (eram dois) e excluíram: Aos Estados Unidos (coisa que não pedi), pois não deveriam estar em Lixeira alguma, nem na “minha”; mas eu as reeditarei exclusivamente pra vocês; tudo bem? Tudo OK?
Mas acho que conversei;
Anacreonte
Filho de Ternontonte
Parente de ante-Ontem
Amigo de fulano, e inimigo de,
Beltranos e Sicranos, que andam por aí
E Filho daquele velho Poeta grego;
Chamado Sabonete
Liso! Quem nem “quiabo”
Fútil! Perfeitamente igual a bolhas de sabão
Mas mesmo assim...
Era o Conselheiro de Polícrates, tirano de Samos;
Mas quando este morreu
Aporrinhado com as ideias de Sócrates:
Sabonete sumiu para Atenas
Onde foi bem recebido por Hiparco;
Filho de Psistrato
Outro grandíssimo filho da “Santa”
Pobre Sabonete! Um dia nem sei onde... Foi assassinado
Por não acreditar na lógica de Carrol
Ao criticar seus Versos:
1 - Bebês são ilógicos
2 – Quem é desprezado não pode controlar um Crocodilo
3 – Pessoas ilógicas são desprezadas
      Portanto, Bebês não podem controlar os Crocodilos.
E sem falar naqueles Versos íntimos
Que o sabonete recitou
Na sua inutilidade dos inúteis
1 – Nenhum poema
      Interessante é impopular
      Entre pessoas de bom gosto;
2 – Nenhuma poesia moderna é livre de afetações;
3 – Todos os seus poemas são sobre bolhas de sabão
Claro! Pois eu sou só... Sabonete.
4 – Nenhuma poesia afetada
      É popular entre pessoas de bom-gosto.
5 – Apenas um poema moderno poderia tratar de bolhas de sabão.
      Portanto todos os seus poemas são desinteressantes,
      Pois eles não mentem
      Não roubam
      Não corrompem
      Não iludem
      E nem escondem as provas dos Crimes
      Que cotidianamente a Mídia vem... E escolhe;
      Quem roubou mais?
      Ou quem menos roubou
      E não é nenhuma ilusão do Sabonete
      São bolhas de Sabão
      Interessante!





                            Dr. Ademar Raimundo de Barros.




Comentários do Autor: Eu vos poderia responder a modo, ou jeito, do Imortal Poeta do Cordel Paraibano tão conhecido por: Zé Limeira, “O Poeta do Absurdo”, e eu seria; claro! Muito interessante; principalmente recitando assim...

Um dia o Reis Salamão/ Dromiu de Noite e de dia,/ Convidou Napoleão/ Prá cantar pilogamia/ Viva a Princesa Isabé/ Que já morou em Sumé/ No tempo da Monarquia... Pois... Zé Limeira quando canta/ Estremece o Cariri/ As Estrelas trinca os dente/ Leão chupa abacaxi/ Com trinta dias depois/ Estoura a Gerra Civí... Tem mais para vos contentar:
O Marechal Floriano/ Antes de ir pra Marinha/ Perdeu tudo quanto tinha/ Numa aposta com um cigano/ Foi vaqueiro vinte ano/ Fora os Dez que foi Sargento/ Nunca saiu do Convento/ Nem pra lavar a Corveta/ Pimenta só Malageta/ Diz o Novo Testamento.
Pedro Álvares Cabral/ Inventor do Telefone/ Começou tocar trombone/ Na volta de Zé Leal/ Mas como tocava mal/ Arranjou dois instrumento/ Daí chegou a Sargento/ Querendo enrabar três/ Quem tem razão é o freguês/ Diz o Novo Testamento.
Quando Dom Pedro Segundo/ Governava a Palestina/ E Dona Leopoldina/ Devia a Deus e o mundo/ O Poeta Zé Raimundo/ Começou  castrar Jumento/ Teve um dia um pensamento/ “Tudo aquilo era boato”/ Oito noves fora quatro/ Diz o Novo Testamento.
Agora! Se fosse eu o Autor: só por esse Mote “Diz o Novo Testamento”; eu já seria caso de Polícia; e vocês merecem uma máxima maior em...
 


Bois de “Piranhas”


Ser Boi de “Piranhas”... E saber
Que o preço da Liberdade
Pode... Levar-nos a isto:
Censurados, e mal vistos.
Escolhidos!
Como Coelhos, ou Cordeiros.
Como queiram...
Apontados!
Preteridos
Odiados
Senão por Apostasia... Excluídos
Pela forma de ser, e de pensar.
Ou pela inteligência inata
O que não faz sentido algum
Meu Boi Bumbá!
Meu Boi de Paritins!
Comparteirou tu nota
La indúbita Muerte se hizo carne em mi

Ser Boi de “Piranhas”
E sozinho vê...
Que o que passou; passou.
E quem passou por cima, e quem pisou.
E que sobreviveu por tua conta
Quem foi quem te feriu
Quem te fechou as portas
Quem te enfiou a faca
Fingindo; não ser.
Quem foi que te escolheu... “Pra ser ‘Tapete”
E quem te leiloou por preço vil
Por que acreditou... Valia a pena
Passe o “MAIOR”
Fique... O menor
Por que será mais um... Como Caveira
E! Quixeramobim!
Será Poeira
Compartierou mi nota
La indúbita Muerte se hizo carne em tu

Poeira!
Que não serve
E que se sirva; o que será?
Sujeira!
Pó! Que não se cheira; e se cheirar.
Vai se acumular; e se acumular, você pode mancar...
E até sonhar... “Bobeiras”!
Que o vento levará
Por essas Levas que ninguém vai ver
Quem leva
Ou quem levar
Tão pouco aquele que se encarregar
De apagar... Se; Velas
E Velas velam a Terra, como velam o Mar.
Velam até o Ar; aonde... Os Aviões voam
Onde! Até! Outras ondas velam
Comparteirou La nota?
REZA! Pois:
La indúbita Muerte hizo da libertad de nosotros

                                Dr. Ademar Raimundo de Barros.


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