quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

The Response

The Response

E como entender
Perguntas e repostas se,
Paralelamente elas são convives
Se! Paralelamente delas emanam
As diferenças
As atitudes
E as cumplicidades
Se... As indignações já sejam particularidades
Presente nestes detalhes amiúde,
E próprios das partes
Cujos status Quos nos quais estão presentes
As soberanias das Elites
O alto escalão da hierarquia Social das Classes
Do qual depende
Essa maioria humana
Que me deixem citar:
Os Pobres
A Peble
Já nem preciso falar... Dos Miseráveis,
Pois esses “nem existem mais”
Residem na inutilidade dos “inúteis”
Transitam no Campo Inexorável do inexequível
Flutuam na imaginação do “inexistente”
Mas vivem na plenitude do ilógico;
Em Tratos de Mágoas
Exclusões patentes
Bem mais distantes da Comiseração
Dos Santos
Dos Anjos
E dos Däimons
Quando a Lógica nos diz:
Jamais poderiam domar um Crocodilo
Jamais poderiam ter... Bom gosto,
E para desgosto maior
Jamais poderiam ser... Seres interessantes
E o desinteresse vem, pois,
Cabem-lhes como encaixe...
De forma que ninguém poderia entender
De onde
Ou de quem viesse... These questions and ansewers
Que um “Cego” diria assim... De muito longe
Do tempo que Deus tentou impor moral no Paraíso
Do tempo que Caim matou Abel
Do tempo que clamou a voz
Ada! Zilá! Matei!
E quem me matar
Setenta vezes sete... Será vingado;
Pois apesar de cego da visão,
Eu conseguirei buscar
No império dos meus outros sentidos
A capacidade de ver
A força dos Poderes Paralelos...
E nestas relatividades Geo-Políticas
Que na Geometria não se encontram
Geram-se... Axiomas, e outros Teoremas,
E o Ceguinho para
E o Silogismo diz... Provera!
Que Paralelas tenham seus encontros no infinito
Mera coincidência,
Pois o “Benedito” diz... Cheguei à França;
E a “Rosa Vermelha” de outrora põe as mãos na Cara,
Agora pálida de temor, e ira,
Relembra; Eras! Que o meu Visor já costumaz me avisa
E diz:
Que fiz meu Deus?
Agora! O quê é que fiz!

                                     Dr. Ademar Raimundo de Barros.


Comentários do Autor: Estou em construção... É uma fase... Depois virão as outras...  Elas poderão mudar, pois tudo é relativo: e que eu próprio não posso mudar, mas posso adimitir que esteja faltando um complemento racional... Pois as coisas não são tão comuns assim: quando é nosso dever zelar pela Paz. Muitas das vezes um Histopatologista friamente possa se orientar na Mutagênes dos Tumores; ou na proliferação atípica das Células Cancerígenas; como um Bacteriologista possa se empolgar, pela resistência Bacteriana pensando assim: nem as Bactérias querem morrer; estando ele correto, enquanto o Poeta possa imaginar que seja por cinismo peculiar que isto se justifique: quando não seja pelo Cinismo que venham as orientações: e sim! Pelo instinto perverso do próprio homem: e que elas venham ditadas por uma razão superior; e se isto possa ser considerado por algumas razões, nunca por uma pessoa só; e somente assim é que eu poderia mudar... These question and ansewers... Amanhã! Mas qual amanhã? Quando não mais eu possa não estar aqui? Quando tudo acontecer? Quando venha o vencedor ditar aquilo que quiser: e modificar ao seu bel prazer o próprio destino da História: mas se Deus, ou Jesus; Elias, ou Maomé: surgir nestes Céus Apolípiticos; vivo, ou morto eu estarei para dedurar... Nada de salvação não! Eles sabiam muito bem o que estavam a fazer, bem como as consequências que viriam vir; e não ficar na cara “de Pau”, neste ciclo de julgamentos quando todos (as exceções à parte) têm a sua participação como culpados... O que não significa dizer que eu procure alguma razão que justifique o Terror que se instalou de forma desumana neste Mundo, nem este absurdo recém; e logo na França; a mesma França de Napoleão; a mesma França de São Bartolomeu; a mesma França que resistiu à Hitller; a mesma França que um dia foi o berço da Liberdade, ao determinar a queda da Bastilha; e a mesma França onde um dia; noutro Tempo de priscas Eras; um “Profeta” previu; que a “Rosa Vermelha” viria nascer ali; a mesma França que é considerada a Mãe da Doutrinação Espírita: serve-se de palco para a carnifina proporcionada por Extremistas... Quem dera se seria só! Atos “Islâmicos”; o que não se justifica, pois nem Maomé, nem Elias, nem Eliseu, nem Abraão, nem mesmo Moisés; professavam essa Ideologia: e para contrariar a “Lógica”; se possa existir algum respingo de lógica nisto... Cartum; Caricaturas... Pagam-se com Cartunagens, ou com outras Caricaturas; e críticas são pagas com outras Críticas: Antíteses; por Antíteses; e nesta Dialética tão atípica: despicienda-se a Idolatria dos Fanáticos com uma pergunta bem simples:
Quem será capaz de compor o retrato falado de Deus, ou de Alá? Com todos os seus traços de superioridade; e eu vos responderia... Ninguém! Deus é Luz! É Bondade! É Perfeição! Deus! Nem conjectura-se: e o homem comum cegaria diante do seu Esplendor: e mesmo se por hipocrisia diga... Creio em Deus! Ou! Creio em Alá! Morrem de medo muito antes de vê-los a olho nu; ou ao Microscópio Eletrônico... Morrem de medo de estar sentado a sua direita, ou a sua esquerda, pois tem na consciência; pesos e vergonhas; instintos, e vaidades: e como covardia vai negar-lhe a face oculta da Humanidade se Deus lhes fizer as mais simples perguntas...
- Quem fez a Fome... Não sei.
- Quem fez tal Homem... Não sei
- Quem fez a Guerra... Não sei
Mas Deus Jamais ira lhes perguntar:
Quem fez a Bíblia, o Alcorão, ou o Torá;
Nem vai lhes preguntar quem foram os Arquitetos que construíram, e em nome de quem; as Sinagogas, as Igrejas, e os Gongás, pois Deus não quer dizer... Foram os Däimons (que não significa Demônios); Däimons são os “Deuses” que já temos demais aqui embaixo. Uns! Falam da Política, outros! Falam apenas em Dinheiro; e alguns se atêm a Religião pensando no seu espaço no Paraíso, sem nenhuma vontade de conhecê-lo; enquanto o “Pão Nosso” estiver garantido; e que os outros... Explodam! Quê nada de “próximos”! Quê se lasque; Negros! E; de Pobres... Nesses nem se falem; pois não vale a pena ver... “Esses Pobres de Jó”. Não será preciso que se afirme: “Os Heróis” precisam de uma motivação, mesmo que a motivação seja a pobreza, ou a miséria, pois elas sempre serviram de trampolim para as alternâncias das Nobrezas, e é justamente aí, que os Aventureiros se aproveitam, e os Mercenários surgem, e os Sicários riem de cada face; enquanto inocentes morrem por fielmente acreditarem na Liberdade.





Dr. Ademar Raimundo de Barros.

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