Por Acaso
Pelo Vinho, e pelo Pão
Eu poderia dizer... Pobres coitados!
Mas meu Computador está ficando lento
(Diz o meu Visor)
São coisas que não posso ver
(Mas convenhamos)
Será por que eu seja muito franco
Ou será?
Por que quando eu pego
Pego no “pesado”
Como... Esqueçam Hitler
Sempre na Barra, ou Roda Pé,
Deste Visor... Em Poesias Vivas
(Rascunho meu)
Por certo algum fanático se aborreça
Por certo algum lunático fique aborrecido
Mas que tenha eu?
Se não faço apologia a Líderes
Se não endeuso “Deuses”
E se minha vida é rir destes “heróis”
Homens “perfeitos”!
Salvos! Santos!
Que nem os Däimons querem-nos nos Infernos
Ora! Também não proibi ninguém lembrá-lo;
E se você quiser que passe bem! OK!
Mas juro!
Acho que você vai ofendê-lo
Por que até os Mortos querem a Paz,
Para tentarem esquecer o que fizeram
Mas se a Idolatria é tua,
Nada! Nada dela mesma me interessa
Nem do Terrorismo aduaneiro
Daí por que:
O meu Computador
Incomoda a tantos
Até aos Neonazista por exemplo,
Pois tenho na minha consciência... Ele incomoda
Quem dera Deus que fosse ele lépido
Quem dera Deus que eu ficasse Doido;
Louco varrido!
Drogado!
Quem dera Deus que eu vivesse mostro
E esquecesse de vez todo passado
E nem lembrasse mais
O que nos resguarda o futuro
Quando no próprio Presente me espanto
Ao rítimo alucinado desta Ideologia do absurdo
Finados ascendendo Velas à Finados,
E os Mortos... Atendendo “Vivos”
Esquizofrênicos à Hipocondríacos
Hipocondríacos à Esquizofrênicos
Enquanto isto
Alguns Oligofrênicos;
Olhar Patético!
Apáticos!
Dissimulam o medo
E colocam uma Bandeira aleatória a um Mastro
E em silêncio olham uns aos outros,
E se perguntam... O que fazemos Deus? O que fazemos?
Se nossa Microcefalia fala tanto
E se a nossa Craneosinostose fala alto
Tão alto quanto a Antropologia dos Gigantes
Tão clara quanto a Fisionomia do Dantesco
Maior que as explosões que eclodiram
Que destruíram tudo
E destruíram Tímpanos
Inclusive os nossos;
Que não conseguimos sequer ouvir
Os Anônimos da Poesia e da Arte
Nem aqueles... Desastrolados do Desconhecido;
Nem levamos em consideração as suas Poesias...
Eram Vivas demais
Quase proibidas!
Dr. Ademar Raimundo de Barros.
Comentários do Autor: Eu não preciso ir longe demais: ir lá na Ucrânia; ou ficar em busca dos marcos que possam me servir de orientação aonde esteja demarcado o Estado Islâmico, pois ele é imenso demais: disperso e evasivo. Ora está no Ar; ora está no Fogo; ora está nas águas; ora está inerte; ora convulsivo; e de repente está morto, mas de repente está vivo; é tanto que não sei dizer se de repente ele esteja de ida, ou de volta, e a única coisa que me espanta... Estão quase todos nas Bíblias, e até as Múmias sabem disto. É certo que se incomodem muito com Milagres; mas nunca foram renegados nas revoltas: mesmo vivendo na contemplação do Mediterrâneo, e nesta meditação milenar transcendental à Buda, e no choro compulsivo no Muro das Lamentações que me deixa o Coração quase em pedaços; mas não ouso falar no Sermão da Montanha, pois ressuscito à Cristo: e posso ser mal entendido, pois quebro o magnetismo desta força, e desta Fé, ou desta Vara de Condão, ou qual Cajado; ou qual será o Amuleto que desmonte a Crença dos outros Credos; ou qual será a Mão que pega, e alucina: quando meu negócio é no Brasil, onde até Frei Damião quase virou; Antônio Conselheiro; e o Leonardo Boff quase foi réplica do Padre Cícero do Juazeiro... Fale mal deste lá no meu Nordeste!
Mas pelo que está acontecendo aqui: aonde a Cúpula anda, e se pergunta; será o Neto? Ou quem será de Fato? Pois têm causas Pétreas pra danado de bom, que ninguém consegue com qual lide; e esbarram em respaldos Legais, ou em respingos de Legalidade; e segundo o que sussurram os vagabundos nestas Alcovas; em Versos , e Trovas; vem Revolução. Solicito que se houver alguma condição à Tréplica... Lembrem-se do Passado... Milton Campos, Plínio Salgado, Carvalho Pinto, e Carlos Lacerda, Jânio, Jango, Juscelino, Café Filho, Fidel Castro, Guevara; E... Sicranos, Fulanos, e Beltranos... Sem nem falar em; Eisenhover, Kennedy, e Lindom Johson; e deixemos pra lá... Castelo Branco, Filinto Miller, Costa e Silva, e Garrastazu Médici; e outros, e tantos, e Salim Maluf; sem esquecer... Sarney, Tranquedo, e Ulisses... Outros vieram depois... Não sei se falei demais; mas o Idealismo era o mesmo; e no tocante ao que está acontecendo pelo Mundo: lamento desambiguar o sentido desta Oração... E rogar que São Benedito nos acompanhe sob o olhar compadecido da nossa Padroeira... Mas que possamos dar uma veiszinha pra Xangô... Ele também é Rei... Lá nos cafundós pras bandas das Kibandas... Nestes infinitos aonde os Orixás se materializam... Ah! Yancã! Por que te tornastes Santa? Se aqui na Terra; quem for tua Filha... Dança! Se na mítica não reza também a Fé, no Rozário de ira de Santa Bárbara.
E para meu consolo
Deixo no meu Pobre Inventário,
Ou no meu próprio Testamento;
Que meu lugar neste sonhado Paraíso... Fique pra outro
Pois não preciso de lugar
No Céu!
Nem nos Infernos!
E quem serei eu?
Perante a Deus... Perante aos Däimons!
Sem mais
Dr. Ademar Raimundo de Barros.
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