segunda-feira, 23 de março de 2015

Aliás... Juro! Nem Pensei!

Aliás... Juro! Nem Pensei!


E era assim
Mas continuará do mesmo jeito
Três toques seguidos... Era um S
Pausa!
Três toques mais lentos... Era um O
Pausa!
Três toques semelhantes aos primeiros... Outro S
SOS   SOS   SOS... Sucessivamente;
Era um pedido de socorro
E somente muitos anos depois
Surgiram sinalizações... Aves de Avisos
Tal como as que “constam” em meu Visor
Súbitas, e subentendidas... Como
Quem matará claro! El Cid?
Se aquele jáz já faz... “Milênios”
Mil Anos ou pouco mais... Supomos quase Dois
O outro... Censuraram
Por fidelidade intempestiva
Bastam! As utilidades
Que me fizeram criar:
Na inutilidade dos Inúteis... Alguns perfis
E desacreditar das Almas Supersticiosas
Que “temem” uma Revolução
Sob os auspícios de Porta-Aviões
Apoitados na foz do Oiapoque
Pode?
E sob o Comando Militar do Faroeste
O novo Ponto Colateral que Mira Lasers visam
Desastrolados no Desconhecido;
Informando-vos
Lindo! É o Inferno
Pois um Pen Drive assassino
Vindo do espúrio mundo do consumo
De onde exalam os Perfumes dos Refinos
Onde habitam as Almas Censurosas
Tão sedutoras, e fatais
Deixou este recado... Botaram veneno no Jarro de Pandora
E as esperanças morreram num Bloqueio
Vendo algo subir
E subir!
E se assumir...
Como Declaração de Guerra em tempo de Paz
Por uma Moeda só
Ou seja sua Cara, ou sua Coroa
Por este grande amor que ela declama:
Pela Liberdade dos Povos
Por suas soberanias
Se sua Democracia é pertinaz
Na base de... Só a sua
Na base... Somente a minha
Na forma de... Odeio a tua
Na base... De que todas são republiquetas de Caudilhos
Qual é! Meus Filhos
Já basta o Sal da Terra
Chuva, e Sol...
Secas e Inundações
Nulas!
As perspectivas por enquanto
Mas amanhã talvez suba bem mais
Para compartilhar com os vencidos
De uma Batalha cá pra nós... Cartorial
Só para ver se a corda arrebenta-se
E alguém possa dizer:
Inda bem! Foi fraude Eleitoral
E a Petrobras está isenta disto... E nós também
Hoje é Domingo minha gente!
E me esqueci
Mas Setembro virá
E todas Primaveras poderão sorrir
Se cada Pé se der... Em cada Leira
Se em cada Mão couber
Exata a Luva
E se o pensamento não for; Um... E só
E sim... Todos por um
Nunca... A troco de aventura
Retornarei
Mas continuarei assim
Tomara meu Deus! Tomara!
Good Morning unthankful World!
Today is Monday
Yesterday is passed
But I can see… Não é possível discutir Política
Mas que País é este?
Que um Pen Drive frita um Apar
Daí perdi de vez
O lirismo que já me falta
Ou que foi para mim... Sempre escassez
Nesta embriaguês Parnasiana
Fugindo sempre do Clássico
E neste Prosaico me afirmei
Cadê agora!
Cê qé que eu taco o talco, ou qé qui mui?
Si é qui prontei lasqueira
Assim falavam os “Barbeiros”
Que vinham lá; De... Serra da Raiz
Disculpe! Num tenho tantas Cuipas Sô!
Se todos se misturam no País
Mas fosse eu... Filho de “Tamanduá Bandeira”
Era a Literatua viva meu irmão!
Senões não existiam;
E meus erros... Puríssimos Hibridismo Cultural
Em Prosa, e Versos
E no Neologismo... Minha fama
Falar posso de Pedras... Bugalhos desta vida
Que nem máfulas posso
Pois as Açõesmipre não se ladetam... Para mim
Só Gossopublum
Suaves! São as marcas do Zinco
Penosas! São as placas de Platina
Mas as Balas de Aço... São Dolosas
Nocivas... São as águas de Março
Mortíferas sempre serão... As Balas de Urânio
Morou!
Lícase! Não brea a Cabo
Sipo o Silêncio tida... Cê Casou!
Isto é Linguística Dacamara!
Baitola não!
Viola bitolada, e Carioca... Cê Manjou!
E os Caras lá entendem...
Por Santo Antônio de Jesus!
Por São Sabino!

Sem mais ao som...





                        Dr. Ademar Raimundo de Barros.

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