Caminhando contra o Vento
Sem lenço, e sem documentos; E...Pronto! Num toque “mágico” modifiquei todo um contexto... É que está faltando espaço: e eu não sei lidar com E-mail, e ao bem da verdade (financeiramente falando); ando mais liso do que “Bunda de índio” : ditado que se diz por aqui quando nos falta dinheiro. E a velhice chegando, o que não é fácil camarada! Aposentado honesto por aqui... Só na base do salário “mínimo”, e o resto... É chute no traseiro... E se o coitado Pé na Cova morra; pobre dos Filhos! E da Viúva? Não sei nem o que dizer.
Parece-me que transita, ou tramita, ou se já foi aprovada uma nova Lei; que reza que elas só terão Direito a Benefícios depois dos ‘Korentras’ Anos,ou mais, pois seria muita “coerência” se essa mesma Lei ditasse... Adispois dos Noventa; pois Trinta Anos após os Quarentas: ainda está dentro dos limites das perspectivas de vida ativa, e saudável: e não adianta contestar; são dados da OMS. É muita Cara de Pau: e ninguém consegue questionar a nossa Previdência... E tudo isto não somente por causa do Lalau, e da Jorgina... Não concorda! Ficou até parecido com uma Tese de Mercado aplicado lá pras bandas do Xingú... O Homicídio sem Morte: quando a hipótese parte de um Princípio... Enterra-se o indiozinho vivo, e não há Funeral, e omitam-se as provas do crime, e descartem quaisquer testemunhas; mas presuma-se que foi um Ritual de fundo Cultural e Antropológico: si e somente si, ocorrer “deduragem”: mas para tudo existe uma razão para essas “benfeitorias”, pois estão nos Complexos Depressivos do Campo Psi; e até estão nas justificativas para os Suicídios sucessivos por pressão: e o contraditório fala assim:
Índios têm ONGs
Índios têm Madeira
São Donos dos Diamantes
E protetores das Jazidas de Ouro e Prata
E de outros Metais Pesados
Manganês, e Ferro
Sem falar de outros Elementos
Raros!
Mas encontrados
Na Tabela Periódica dos Elementos Químicos
Da natureza
Dos bem aventurados!
E legítimos Donos de suas Terras
Defensores dos Charcos
Navegadores exímios
E dídimos dos Incas
Íntimos dos Apicultores
E Meieiros de sua própria pobreza por cativo
De um sonhado Desenvolvimento Sustentável
Dos Minimizadores das ocorrências
Nesta imensa Bacia Hidrográfica
E nestas Montanhas
Encobertas por Matas, e Florestas
Que para não pagar o Pato pelos seus Pactos
São todos considerados... Inocentes
De Pai, e Mãe
E Nacionalidade sem deveres
Neste rascunho
Que divulgar não é bom;
Dá-me vergonha,
Pois pode mexer
Com toda Economia do Mercado
E tem em muita gente envolvida nisto
Sem nem dizer o que será
Das Exportações, e das Propinas
Melhor mudar de assunto
E lembrar que haviam razões
No desabafo do Mouro
E que Nietzsche merece um Prêmio Nobel
Grande pensador!
Apóstolo da Hipocrisia
Profeta da Filosofia dos instantes
Que bem pronunciou-se quando disse:
Que a briga maior não é base
No meio possa ser exequível
Mas inexoravelmente desenvolve-se
No Topo das Pirâmides
Mesmo que estas troquem a Base pelo Ápice
E se inverta de forma diferente
Como a Pirâmide Imaginável de Kelsen
Como o Sino Salomão
Como toda Ilusão
De quem procura o Sol como Esperança
E o Céu sempre Azul... Como Consolo
E no Paraíso... A Felicidade
No falso brilho das Estrelas que surgem
E que indiferentes dizem... Ah! Deus!
Té mais ver
Anônimos da Poesia e da Arte
E Desatrolados dos Desconhecido
Sofrência até morrer
Como todo bom torcedor do Botafogo
Futebol, Clube, e Regatas
Campeão desde 1910 d.C
E caminhando sempre
Contra Ventos
E contra Tempestades
Quer mais?
Dr. Ademar Raimundo de Barros.
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