En mi punto de La exhibición I
E em meu Visor avisto
Como Sátira
Como Sado-Masoquismo Esquizofrênico
Como um sinalizador de mau juízo
Esqueçam Hitler
Quando já me basta a preocupação...
De remover motores de buscas prejudiciais
Que me perseguem
E me afrontam como a Saga que não cede
Como se fosse a Fome
Ou como se fosse... A Sede, e a Vontade;
Vindas de várias Fontes
Que eu conheço bem de onde manam
Principalmente quando falo; em...
The Case Ramedha I;
Ramedha II;
Ramedha III;
Ou se me dirijo para Afonso Daniel Sabino
Ou para Afonso só
Ou, Sabino somente,
Ou para Daniel; Se... E somente se
Numa generalização Universal, pois,
Parece-me que por indignação vem o Zezeu!
Vem o sêbo do “sêbo”
Destas Controvérsias “indevidas”
Vem a Operação Lava Jato... Como Avalanche
Vem o Caso Vazzine... A revelia
E tudo vira Hipocrisia de um Herege
Que questiona Dogmas, e Doutrinas,
E que professa a Teoria das Idéias antagônicas,
Às atuais admitidas
Sem que precise ser:
Ateu, incrédulo, ou ímpio,
E que não siga religião alguma
E por Agnóstico ser; ver... Somente um Deus
E ver em si, seu Eu... A sua própria Igreja.
Talvez o Caibalon dê-me a resposta
Talvez o Livro de Sant Germant me oriente
Talvez em Thomé
Ou no Livro de Ester eu possa ver
A verdadeira Luz do Santuário
Que tanto Sócrates falou
E Platão guardou como relíquia
Ciente de que um dia.
Viria Cristo
Ratificar Moisés
Reconhecer Elias
“Seguir” os mesmos passos de Maomé
Por outras veredas
Pelas Estradas que o levaram em direção a Emaus
E depois ser
O Caminho
A verdade
E a vida
Como Ademar Cristo
Em corpo denso
E noutra dimensão
Divino em nada
E materializado por enquanto
Noutra predestinação (pobre é seu espírito)
Que nunca especulou o Paraíso
Nem imagina o Céu
Tão pouco possa imaginar
Que outro Inferno exista além deste
Que nós próprios criamos
Aonde de improviso reagravam
Os recursos que já foram agravados
Nos Hieróglifos novos
Destas Súmulas que surgem, e que sugerem;
Somem-as com a Súmula Sete
O que não me responde:
E o quê vocês me diriam disto;
I;
II;
III;
E o quê vocês me diriam dos; Tratados, e Distratos,
Constantes nos Arquivos da Lei
Perdidos no meio das Próteses
Das Órteses
E dessas Hipóteses sem acesso
Aos Coeficientes mínimos de Significâncias
Destas Estatísticas de Cabides
E de que me adianta dizer que fui,
Se inda estou aqui
Nestas mensagens escritas
Em “Réu Secreto”
Decodificadas pelo Tempo
E sob os refinos de censuras
Sem nenhum argumento
Cobertas de Silogismos ilógicos
E desconectadas das conexões
Que de práxis se conectam
Mas a realidade é ilusória
E que as sentinelas são irreverências
Que soam como Tornados
Perante essas sobras do Destino.
E perguntando ao Templo
Ele me disse:
Eu já nem sei de qual lado esteja, ou estou,
Pois cartunaram Deus!
Jesus!
E o Espírito Santo.
E poetizando o absurdo observei,
Que a realidade é bem mais pétrea do que eu pensava
Do que imaginava
E eis a questão:
Ser ou não ser; Cristão, ou Muçulmano;
Quando atordoada a minha consciência diz... Seja Mutante
E que não diga mais... Je suis Charlie,
Por excessivo abuso
Destas Liberdades transitórias
Pois não se sabe mais, por onde andarão as razões...
Quando imperativo se faz
Zelar por todos os “Santos”,
Beijar os Pés dos Deuses, e dos “Duendes”;
E orar
Em todos os Altares, ou Sermões.
Dr. Ademar Raimundo de Barros.
Comentários do Autor: E no meu pobre Portunhol:
Pour qual razone Lo Crhome non mo muestra hà ânius, non hà Séculos, nên Milhênos, uor quiquênos; màs meses yá rolaram si, e non consigo lo acesso de las Estatitiques quando yo pieço solamente uno pedacito dellas todas. Serà lassunto sob ya pendência de La Seguridad Internacionale, ô solamente serà una baitolita sacanagem? D’elos Carralhos! Gran Putos Del Poder; que perante ló fedor de su’las miesma Cacas... Desconoce-as.
E em meu pobre Português Caboclo, adonde o Sertanejo impera; de Priscas Era; adonde os letrados escreviam com PH de Farmácia, e chamavam trazia; truve... E trouxeram assento em tudo que se escrevia; menos no Gato, no Rato, no Fumo Boró Barato; feito do Rôlo, cumo no Gado, no Roubo, no Rombo; no prêso cim! Má pheito por Sinísmo.
Agora eu só desejo agradecer aos: Estados Unidos, Canadá, Rússia, China, Ucrânia, Indonésia, Malásia, Alemanha, França, Espanha, Índia, Portugal; até as Ilhas da Madeira, e tantos outros, e muito especialmente aos: htttps:// WWW... Google.com. br; Vampirestat.com; Google.com/seach; que numericamente fazem presença no Tudo, ou no Todo. Mas no tocante às visualizações de Postagens (em nome da Liberdade), e muito fustrante a gente procurar a informação, e se deparar com uma resposta deplorante... “Nenhuma estastística ainda, verifique mais tarde”... Cá pra nós! Não é nem vaidade; nem podemos dizer que seja ousadia... É abuso demais SIM! E dizer que seja Sacanagem; É... Fichinha... Subescrevo-me...
Dr. Ademar Raimundo de Barros... O ossoduroderoer semsemetercom acaradeumurubu cangaiacaiacamarada.com. br: mas se houver que cair; Caio... De pé; e não de Quatro; e como não sei esperar de Três, posto não ser Sacy Pêrêrê Catemba; e para me justificar melhor perante o a que eu venha defender, ou que defenda; não fica bem (é o que se comenta por aí; e eu gostaria muito de exibi-lo para fazer a crítica), a existência de um Cartun, que em nome desta “Liberdade” mostra o quê? Deus! Sendo “prostituído” por Jesus em ato libidinoso, e obsceno, para delírio do Espírito Santo; (Será verdade? Este absurdo que se alude), mas as Igrejas não se manifestaram. Talvez a condição de refém da corrupção, e dos escândalos com envolvimento de Pedófilos; as forçaram calar, e não tive a oportunidade de acesso em nenhuma fonte de informação; e se isto for verdade? Fere Princípios; fere as Religiões, e as Igrejas; e isto não significa o pensamento íntimo de um Ateu; isto é Buling com fundamentação também de índoles extremistas; isto não é humor; é outra forma de motivação motivoativa, na incitação das massas antagônicas: e fere os princípios da Liberdade; essa mesma Liberdade que declamamos... Quando todos têm o governo que merecem... E quando todos possam professar a sua Fé, e a sua Religião; conquanto que os Direitos Humanitários sejam respeitados, a Vida seja a prioridade, e os Sacrifícios sejam considerados Crimes, e não Primitivismo próprio de alguma Seita: mas lamentavelmente pensamos em Guerras; aonde o primitivismo fala mais, e se se exalta tanto; quanto; ou muito mais ainda... E vos pergunto... Que Paz! Espere o Mundo?
Mas quero dizer ao Povo Muçulmano que “todos nós tememos”: menos os seus próprios Primos Judeus, e Filhos do Reino de David... Vocês erraram! Na Guerra não se usa a insensatez; e a Diplomacia faz parte do pecado; e não se responde às provocações banais das partes desta forma; pois não sabemos, e nem sei como dimensionar sua feiura; nem seus instintos bestiais; nem sua Loucura. Sei que é fria, e já não trás na face somente a rigidez cadavérica, e a coloração pálida de seus cadáveres. Sei que é dura, e desgastante; e que a estupidez impera neste palco de Caus; mas a quem queira correr este risco, por “mais significativa que a causa seja”, não usem o sangue de inocentes como fatores de lógica, logística, ou estratégia, pois perderá a causa, a dignidade, a honradez; e dura será a pena que venham presumivelmente pagar; e não haverá nem tempo para se pensar... Que seja nula a Pena. Daí! Tenho sido muito focalizado posto que deixei por escrito... Esqueçam Hitller; e pergunto ao Gaiato que insiste como Saga Neo-Nazista... E lembrá-lo por quê? E baseado em qual Fundamentalismo?
Gente! Não é rasgando “O Clarim” que se apaga, ou se ascende à chama daquilo que já explodiu; não é exibindo ao Mundo pessoas que serão sacrificadas que se ganha à causa; e não é atentando contra vidas humanas que seja revanchismo ao Cartum, pois a “sacanagem” deva ser tratada por outra “sacanagem”; é como a malandragem se comunica. E não estou aqui em nome de Gregos, nem Troianos; em nome de Esparta, nem de Atenas; nem de Assírios, ou Caldeus; nem de Cristãos e Muçulmanos; nem em nome de Hitller, ou de Napoleão; nem em nome dos Anjos; nem em nome de Deus, “Deuses”, e “Duendes”; e sei que serei talvez só mais uma vítima a mais... Talvez! Mero figurante dos correspondentes de Guerra (se não queimarem os Filmes); pois os coadjuvantes consolidam-se juntos aos Atores... E Ator, ou Autor, ou Coadjuvante, ou Colaborador destes Fatos e Fotos; eu não quero ser.
Sem mais
Dr. Ademar Raimundo de Barros.
Nenhum comentário:
Postar um comentário