Contos de “vigários”
Bela Adormecida... Minha Terra!
Cadê o Príncipe?
Pois encantado só ficou o beijo
Pobre Cinderela ... Minha terra!
Qual Sapateiro ficou com teu Sapato
Por que o Príncipe no Baile ficou bêbado;
E embriagado... Perdeu-se no Espaço
E doido varrido se esqueceu do Tempo
Pois não seguiu atento
A tudo neste Mundo
Branca de Neve... Minha Irmã!
Cadê nossos Anões?
Ficaram preso? Não
Só de mentirinha
E o que esperas minha Terra!
Sem Rei, e sem Rainha;
E assim não dá!
Ficar observando alguém olhando no Espelho
E repetidamente repetindo
Fiel! Espelho meu;
Dizei-me depressa, e vem!
Existirá alguém mais burro no Planeta
Do que eu?
E vê o Espelho responder:
Existe sim! Minha “vizinha”
Desde de tenra idade
Um Velho Galo Garnisé... Canta na vossa Rinha
Só que não se fala... Como pode!
Pois se falar
Mexe-se com Poderes
A Terra treme
Os doidos endoidecem
As Bolsas de Valores; sobem! Descem!
E vem a Fome
A Criminalidade acompanha
E a Inflação como de costume
Canta esta linda Canção
Ao som de todos os Instrumentos existentes;
Galopeiaiaiaiaia... Nunca mais te esquecereiêei!
Galopêêêiêia!
Pra matar minha saudade... Pra minha felicidade...
Amanhã eu voltarei
Só não sei se será... Pela Velha Ponte da Amizade
Pela Seca do Sudeste
Pelas enchentes do Norte;
Ou será que poderá vir
Pelas Refinarias “irresponsíveis”,
Ou “irresponsáveis” do Nordeste;
Tão longe!
Tão bem distante!
De Buenos Aires,
E de Punta Del Leste.
Dr. Ademar Raimundo de Barros.
Comentários do Autor: Um “ratito” diferente dos demais; aonde Itaipu diferencia-se...
Comentários do Autor: Um “ratito” diferente dos demais; aonde Itaipu diferencia-se...
Sem mais... Dr. Ademar Raimundo de Barros.
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