“Transgênicos” de quem?
É
para Comentários: Mas quando vejo a desconexão dos meus conectivos nas relações
Tuberculose/Hansen: revejo Hodgkin, e Stevens-Johnson; e mesmo os “outros “Lesmos” próprios deles
mesmos, e olhos nos olhos, os Vetos e Votos e Cedo”! Aos impróprios assédios
que me cercam e que a mim são dados; e rogo no Rosário dos Rogos dos Aflitos; o
sequestro ilógico dos meus órgãos; quando Hipocondríaco não sou, mas no mágico
Esplenismo que me encontro; vejo o ázigo Rito Atrófico dos Nervos, rasgados na
razão das mutações “transgênicas” do Timo, mas na timidez de cada função que
disfunções acabem, eximam-me da minha competência o lado irresponsível, e
assumam-se na surdez de suas responsabilidades e negligências; pois a
Imunologia cansa ou se escassa, e lerdo vejo o Ego morto, e Cego nem mais neste
espelho me debruço, e nem procuro sequer algum espaço, nem mesmo aceno um gesto
por acaso; e se é que o medo eu guarde guardo em mim como meu último afeto: e
mostro quando as almas rançam quando ganham e se desmotivam quando perdem; e
para não gerar e não supor desejos insatisfeitos e contidos que escondo; brinco
com essa fantasia de existência que ainda anima-me; e na garganta o gosto; e na
mazela o Rosto desgastado pelo tempo; e nos olhos as Lágrimas; e na minha alma
e dentro deste corpo denso e franzino; o desgosto e o destino herdado, por
todos no anonimato nesta vida...
E
vago! Largo! Amplo... É o Paraíso
Que
a Justiça daqui não vê
Pois
se faz Cega
E
extrema as relações... Direitos e Deveres
Numa
inequação na qual
As
Jurisprudências
Sempre
serão... Incógnitas
Mas
sempre será assim a Vida...
E
vivam os Precatórios Públicos Irresponsíveis
Pois eles serão "incestos" ou "impudicos"
Para em data... Vênia!
E
salve! A Prescrição dos Processos Excluídos
São
Filhos da Santa
E
a “Sofia” aceita;
Mas
silenciem sobretudo os Embargos Infligentes,
Apanágio
de Poderes e Políticos
E
que a Lei da Peia corra solta pra quem pague,
E
que as Licitações da Lida nem existam,
E
que a Previdência Social se acabe,
E
que o Direito Sucessório seja Alienígeno,
E
que as Pensões de Alimentos
Girem
na proporção
Diretamente
Proporcional;
Do
tanto quanto que alguém possa ganhar
Ou
ganha...
E
que se perpetua
Para
alegria geral de...
Genros
Netos
E
Bisnetos
Salvo
se...
Uma
Atestação “bem feita”
De
Mazelas e Tristezas se apresente
Que
possa por Vênia e Fé
Confirmar
um Ato de Miséria minhas Filhas!
Quando vossas mágoas são cédulas "em Safiras"
Quando vossas lágrimas são gotas de mentiras
- Das
Bocas que tanto de mal de mim
Para vocês falaram
Por toda Vida
Nos termos dos... Autos “Das Compadecidas”.
Dr. Ademar Raimundo de Barros.
Pelas ruas da cidade pessoas andam num vai e
vem
Não vêem cair a tarde dando os seus passos como reféns
De uma vida sem saída vida sem vida mal ou bem
Pelos bancos desses parques, ninguém se toca sem perceber
Que onde o sol se esconde, o horizonte tenta dizer
Que há sempre um novo dia, a cada dia em cada ser
Não é preciso uma verdade nova, uma aventura
Pra encontrar nas luzes que se acendem um brilho eterno
E dar as mãos e dar de si além do próprio gesto
E descobrir feliz que o amor esconde outro universo
Pelos becos, pelos bares pelos lugares que ninguém vê
Há sempre alguém querendo uma esperança, sobreviver
Cada rosto é um espelho de um desejo de ser de ter
Não é preciso uma verdade nova, uma aventura
Pra encontrar nas luzes que se acendem um brilho eterno
E dar as mãos e dar de si além do próprio gesto
E descobrir feliz que o amor esconde outro universo
Cada rosto é um espelho de um desejo de ser de ter
Talvez quem sabe por essa cidade passe um anjo
E por encanto abra suas asas sobre os homens
E ter vontade de se dar aos outros sem medida
A qualidade de poder viver, vida
Vida Vida.
Não vêem cair a tarde dando os seus passos como reféns
De uma vida sem saída vida sem vida mal ou bem
Pelos bancos desses parques, ninguém se toca sem perceber
Que onde o sol se esconde, o horizonte tenta dizer
Que há sempre um novo dia, a cada dia em cada ser
Não é preciso uma verdade nova, uma aventura
Pra encontrar nas luzes que se acendem um brilho eterno
E dar as mãos e dar de si além do próprio gesto
E descobrir feliz que o amor esconde outro universo
Pelos becos, pelos bares pelos lugares que ninguém vê
Há sempre alguém querendo uma esperança, sobreviver
Cada rosto é um espelho de um desejo de ser de ter
Não é preciso uma verdade nova, uma aventura
Pra encontrar nas luzes que se acendem um brilho eterno
E dar as mãos e dar de si além do próprio gesto
E descobrir feliz que o amor esconde outro universo
Cada rosto é um espelho de um desejo de ser de ter
Talvez quem sabe por essa cidade passe um anjo
E por encanto abra suas asas sobre os homens
E ter vontade de se dar aos outros sem medida
A qualidade de poder viver, vida
Vida Vida.
Poeta! Para que alguém neste Universo possa compreender o que
deixei em “entre linhas” nestas duas últimas Postagens: ele necessariamente terá
que ter sensibilidade, e sutilidade, na compreensão desta tua composição que
tanto admiro; o que te faz para mim um ícone da Poesia e da Arte em todos os
sentidos: e não meço minhas palavras quando me debruço na perplexidade destas
verdades que como Nuvens vêm nesta harmonia Universal de Sons, e de realidades;
daí a necessidade de se expor para maior ênfase... Vídeo, e Letra... Parabéns!
Fabio Júnior... E meu melhor abraço... Sem mais, Dr. Ademar Raimundo de Barros.
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