sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Línguas Estranhas (Reedição)



Línguas Estranhas (Reedição)



Sem Fotos, sem Vídeo, e com modificações (em Tempo)...
Nos... Comentários do Autor, e em alguns detalhes de conteúdo... Só para me expandir.


“Doce”! A narcossíntese/ Ou “doce” o sal da Coca?/ Ou “doce” a Claviceps purpúrea/ Ou doce a Cannabis sativa/ Que entre Ectasis e Raves de trance... Leve/ Sob esta névoa de luz negra e fosforescente/Contorcionistas e psicodélicos/ Que transem e dancem... A dança do ventre/ De forma impertinente e coletiva.


DJs... “Ninguém olha ninguém” /Talvez... Dois olhos cegos procuram por dois/ E repetitivos sintetizadores de sons... Impõe/ Be going! Ful Du! Eletro Psi Transe... E dance/ Private indoor/ Ou Trip Hop! Big Beat Dub! Gahha... Ilusão/ E Durk! E Punk! E Heep e Rock!/ Macabros gritos! Gargalhadas! Risos! Sons de animais... Interjeições.


Mas há 500 a. C, entre O Danúbio e O Volga/ Já queimava os Cânhamos / Em pedras aquecidas/ E inalavam fumaça e vapores/ Esquecidos! Ou esquecidas!/ Sob quais tendas! Sob quais intentos!/ Que psicodelismo procuravam/ Ou seja, instintivo... O narcotizável! O narcoticismo!


De onde possa vir! Provenha da qual raça!/ Que o narcosnim em “Rave” se deleita/ Que o hibridismo cultural confessa/ Alguém busca ocultar/
 Outros rejeitam/ Resumo... É lado cultural e festa/ É sofrimento... Mas pode ser uma seita.


Daí! O berro, a draga, o ferro e a ferramenta/ Daí! Fulano anda trepado/ Não é Mané, nem vacilão, nem é otário/ Não quer dançar, tá na escola... E não tá pego/ Precisa dar uma volta/ Fugir dessa comarca/ Tem roupa no varal... Pintou sujeira/ Precisa ser vapor... Não há Tereza.


E o dono da boca é avião/ Não é enrolador... É “sangue bom” / E cria do asfalto/ Eu! O soldado/ E vou chegar com tudo... E detonar, arregaçar esse X9/ Pirata, picareta e piranha/ Pra crocodilo só se for... PI “pouco” / Passar cerol e mandar pra vala... Passar o rodo/ Deixar que a samango ou a meganha venha/ Não atrás do preto... Esse bagulho/ E o Rabecão o leve... Por descuido.


E aí, nolafu! Vamo chegar para marfu lhoguba?/Sô “Sanguebão!” e “Sanguerrim” não presta/ Tábom! Qué mais!/ E aí Vapor! O pray quer quantas? Vais!/ Cliente 20 é V, do preto e branco... E “brilha” e V/ Que a parada servidona, é boa/ Mas tem que ser esperto, pois tá maior sujeira/ Tá cheiro de samango, só de escolta/ Esperando algum... Mané Boubeira.


Não pode dar moleza cara!/ A crocodilhagem tá na tua cola/ E tanta piranha quer te dar um bote/ E a pirataria mais, e mais avança/ Tem muitos q naum lembro; é muito cheiro perto/ Tem que ser esperto e só quem se comiga meu V/ Meu velho! Meu brotther! Mui amigo... Com muita malandragem e baita “gíria”.


O meu xerife! Claro! Ficou calmo/ Meu “pray” nem vai, ficar sem “branco” / Nem vou tornar a branca em malhada/ Vou sufocar! Vou “acalcar”! Vou extorquir... Um pouco/ Depois sair do morro/Vou explodir ou vou voar... Na cauda de um cometa/ E desfilar nos carros... Nos asfaltos.

Dr. Ademar Raimundo de Barros.




Comentários do Autor:
Eu coloquei proposital... “O mal em “meio ao bem” / Quando compus a poesia... “Livre é o Arbítrio” / Eu tanto acreditei que fosse compreendido/ Mas de repente vi... Que assim não fui/ Eu retirei o mal do meio... “Entre os “Versos” / E o bem, do mal, eu separei/ Espero seja visto... Eu desejo.
Deixei o mal em versos... Malfazejos/ Em livre arbítrio por escrito/ Posto que achasse... Um tanto “esquisito” / Quem teria lido! Quem teria lido!/ Quem não viu o que eu vi e que ainda vejo/ O mal junto ao bem, mandando ao bem... “Mil beijos”.
Pois é! Não pode vacilar/ 171! Tá bom... 173! Tá preso/ Tem que ter alívio, tem que ter Adêvo/Mas se o Majú for bom... O “curioso” quer/ E 155, 156, 157... Ele associa a rapto/ Seguido de extorsão... Dolou!/ E 216 pode virar Estupro/ Num dá! “Um obsceno só” pode impor sequestro... / Preciso ser Mocó e maneirar a mão/ E escolher lugar.
E se vilipendiar dançou... Dá dó/ 210, 211; faz tremer. Pior do que mexer com 217/ Depende de quem, vai a 345... Não tem 351/ 352 não dá... Vai dar 353 em quem dedar/ Tá no Mosteiro... Se não tiver no “estradão” à noite/ Não tem Pedra 90 sô! Só tem “pedreira” / Não é 287! (cara)! O 333 e 334... Manda.
Tá bom! O “facadista” pede/ Fazer a caridade num “irmão de brisa” / O “queiro duro” aqui aguenta... Não quer que ele sofra “injustiça”, pois se falar... Pode dedar o “mapa” / Mas de maciota! Sou “laranja” / Sou “artista”!/ Posso filosofar depois... E ser Bandeira/ Cadê a Onda? Por onde anda a onda... Aquela é outra onda/ Fui! Tõ fora... A onda anda ainda.
Abacataré não ver o abelheiro/ Nem vê que a araponga monta a arataca/ E é sem “abrir         “... “Sem aço”, sem acerto/ Que o bom afanador se guenta/ E pra “aliviar” sem “Alvará de Padre Chico” perto/ Não há porque, mandar para o andar de cima/ Esse “abonado” feitio de Anastácio.
É só ficar de antena/ E de “araque” fingir tomar... Uma “ampola” inteira/ Que o aratado cai/ Não tem arranca rabo/ Só vai amarelar... E dá... Ri, ri,ri! “Que pena”!/ Depois abrir no pé, “arrasta pé”!/ Senão se arpuado for... Não é tão fácil assim... “Arrêglo”.
Bom é ver babaca ou bambi... Marcar boubeira/ E o atracador nem precisar... De “asa no pé” / Tem que ser badú... Que azeitona é quente/ Nem sempre a barra limpa é/ E se sujar a batatolina... Tem que puxar a avenida ou berro/ Pois o bonzão era um balão aceso.
Tem que ser bidú! Não dá! Tem muito bate pau que vem bater e mata/ Não dá bizú... Nem pra fazer autópsia/ Na boca de lixo tem muito boneco/ E pinta boi ou bronca... Na boca de luxo/Na boca rica... O brilho corre frouxo e o brilhoso encanta/ O bufa ou bronze é bom... Mas o bandejo espanta.
É que “bunda mole” é coviteiro... E haja barca/ E pra caguête não dá... Nem canavial, nem cana/ E o curioso gosta da dança dos ratos/ E o caverista atesta o que viúva traga/ Basta um plá pra mim... Que o dedo duro deita/ E vai morar no bairro alto... Bem perto da santa.
 Eu, dedo mole... Não nasci pra ser catravase de colégio/ Nem na casa do cão! Do cafuá/ Ser cafusé, e ser coió pra “Mula escoicear” / Levar cem cambiús por um “apito” /Bem melhor morrer baratinado/ Que ficar borocochô sem “meu basquete”.
É pra voar meu cara! Sumir! Sumir!
E não fazer como Roger, voltar e ser... O “mesmo” Abdelmassih
E se é que São Thomás falou... Basta seguir
Pra que mancar se Dedos Duros rondam em Rodízios
Tem mais! O Paraguai é bem ali
Eatravessou a Ponte! Amizade
“Tamos lá!”
Sem precisar de Perucas nem Chapéus
É só “Bronzô”
E só plastica aqui, plastica lá...
Pois Redesignação não dá... Vira “Mulher”
Fica pior... Sacou!
Por que foi dar de avará
Não se fez de Avelã, e Avelou sem ser,
O fruto da Aveleira
Quando o Botox faz melhor... É só “marcar doideira”
Ou abusar da Melanina “pura”
Ou instigar as Dermatites Atópicas se convir
Pois tudo por aqui está “manipulado”
Quem saiba até; até!
A Genética recessiva dos Albinos
As Leucoplasias típicas de Cachaceiros e Fumantes
E o desvalor, ou valor; que se possa dar aos Dentes,
Ou a cor da Pele, ou dos Olhos.
Ou a atipia típica da Vitiligem
Mas se não consegues ser... Um “Negro”
Por Racismo
Buscas por preciosismo ser mais Branco
Ou incolor...
Insípido, e Inodoro,
Como são assim... A Água, e o Gelo;
Que de repente são partes das Nuvens
Mas não te escondes mais
Sem nem usar uma Lente de “Contato”
E nem aonde
Nem Tempo dá pra vê um Avião chegar... É Supra o som
E estamos próximos demais
E se o ZIM é tão igual ao ZOM
Pra que ficar e ouvir... Ué! Ué! Ué! Ué!
Alguém... Pegou no Pé, pegou no Pé, pegou no Pé.
E o quê mais virá proliferar depois aqui?
“Escolas” pra Mané
Por que mancou “bobeira”
Por acreditar demais 
Nos chamados... Embargos Infligentes. 

 
Dr. Ademar Raimundo de Barros.

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