terça-feira, 3 de novembro de 2015

No mesmo Tempo do Tempo



No mesmo Tempo do Tempo

Bom Mote
Dizem que os olhos são janelas das Almas
Lance seu olhar sobre estes temas com Alma
Será que meu olhar conseguirá
Por mais que eu tente
Mas buscarei na Alma o fogo ardente
A chama que me faça capaz de ser
Mais eloquente
É que acho que nasci no Tempo
Das expressões...
[Sapato de Pobre é Tamanco]
[E que Seguro; morreu de Velho]
E as janelas das Almas nos repetem...
Que Deus não deu asas as Cobras... Nem dará...
Tempo, Tempo, Tempo, Tempo
[Quem foi que deu asas ao Vento]
Tempo, Tempo, Tempo, Tempo
[Quem foi que criou o tédio]
Tempo, Tempo, Tempo, Tempo
[Por que semear o medo]
E faz algum Tempo; Tempo
[Que dei muito Tempo ao Tempo]
Ao ponto de que:
Os Curtos Circuitos foram-se com o Tempo.
Dizem que os Olhos são Janelas da Alma
Mas mal consigo lançar o olhar
[O que eu vejo]
Sobre estes temas que escrevo
[Com toda sinceridade[Não compreendo]
Tempo, Tempo, Tempo, Tempo
[A codificação dos Pensamentos]
E é tanto XY... Caro Tempo
Que nem posso pensar nem imagino
O que poderia significar... Meu Tempo... Meu momento
X And Y... x XOL y... X Hor Y
Not Y Not X
Com qual vigor a minha alma recitaria
[Ela e Ele]
[No meio dos Homens... Xol!
Hor! Super Fêmea! Super Macho!
Não Homem, e não Mulher
E tratando-se de mim... Sou “Bicha”
[Coisas do meu “retrovisor”]
[E meu Visor avisa-me]
Ah! Meus Olhos
Bem que não me decidi a ver, tais Logarítmicos
Porque o que os Olhos não vê
O Coração não sente
Nem a Mente guarda algum rancor
Tempo, Tempo, Tempo, Tempo
Como é simples compreender; eles não sentem
Insensíveis! Cantam Hinos de louvores
Enquanto o antagônico morre...
“Santos”! Antinomes
“Benditas”! Nacionalidades
[ E não deixaria de ser; baita sacanagem, se eu não pensasse assim]... Tenham a Santa paciência... E a inteligência de quem organizou; a primeira Olimpíada Indígena... Para quem envio... Google DEZ... Da mesma forma que dedico, ratifico, não critico, certifico... Google Dez + Três... Aqueles que inventaram as Olimpíadas Gay... Que por de baixo do Pano... E nesta Democracia de Mercado... Rende muitos Votos... Dos devotos... Excluídos... Preteridos... Perseguidos... E literalmente afastado... Quando não... Excomungados... Das Confrarias, e dos Reis... Os mesmos que os fizeram... Os mesmos que Ordenara-os... Desde Bamby, até Velhos... Nos Velhos Templos do Tempo... Nos Velhos Castelos dos Impérios... E ninguém será capaz de me me dizer... Você está errado....
Agora... Posso voltar a escrever?
Depois desta expressão tão Nordestina
[A Pantomia assumida sumiu]
Eram Pantomínias pros ‘Letrados’
Censura-me! Tempo! Tempo! Tempo! Tempo!
[Sou refugo da Cultura de um Povo]
Tipicamente falando... Nordestino
E discípulo do Poeta do absurdo
[Lê Zé Limeira... Lê!
[Mas não esqueça de ler... Os Versos de “Caixa D’água
Tempo, Tempo, Tempo, Tempo
Que passa mas não me esqueço...
Que há cercas intransponíveis que a visão receia
[Retaliações comuns na Vida]
Verdadeiras Teias
Filtros de censuras
Psicogenicas, e Psicológicas
Muros que a intolerância ergue
Marcos que nos separam
E no Ponto Cego da Visão... Quem te segura?
E na Maresia, ou Ilusão... Quem te encara?
[Os Olhos da Repressão]
Que no Poder cacei-se
E nada lhe vem tolher... “Direitos”, nem “ Moral”
Nem há como mensurar
As dimensões da Saga destas Mansões
Aonde a estupidez fez... Sua morada
Tudo repetitivo é sistemático
Toda a qualquer querelância, nos conduz ao Litígio
Toda perseguição é doentia
E a Nostalgia vem, e nos declama...
Tempo! Tempo! Tempo! Tempo!
[Por que a Esperança tanto tarda?]
Tempo! Tempo! Tempo! Tempo!
[Por que nestas Lembranças... Só Desgraças!]
Quando rogamos a Deus... Bom fim! Bons Tempos!
Tempo, Tempo, Tempo, Tempo
Quem é quem me aponta o Dedo?
Tempo, Tempo, Tempo, Tempo
Quem me acompanha os passos?
Tempo... Meu Velho Tempo
Sei que a Hipocrisia é cria tua
Mas a Ironia tem a mesma idade
E apesar de tanto Tempo dado ao próprio Tempo
As duas continuam...
Nesta mistura de mentiras, e de verdades
E o Futuro nos dirá Amanhã
Os Olhos são Janelas da Alma
E a Terceira Visão... Não pode perder a Calma
[Enquanto possa]
Senão... Qualquer movimento é Bumm!
Senão... Qualquer insinuação... Stop!
Não há nenhuma razão de um ser... Ser irresponsivel
Irresponsável sim!
Mesmo na condição de Governante... Silence



                                                     Dr. Ademar Raimundo de Barros.

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