Antimônio
Não
quero expor ninguém
Por
mais pertinaz que sejam os anúncios
Pois
não pretendo ganhar Dinheiro
Com
o que escrevo
Nestes
dois Bloggers
Não
sou pretensioso
E
não preciso aumentar... Qual Público?
Na
dimensão do quê? De Massa?
Não!
Não
sou adepto da Massificação
Principalmente
nesta possibilidade... Por hipótese
De
por análise ver
A
mínima condição de qualquer seguidor ser...
Vulnerável...
Sempre vulnerável
Por
ter compartilhado com meu parecer...
Seja
ele quem for
Mesmo
que possa postar
De
qualquer lugar
Quer
seja em Tablet, ou em Smartphone
No
uso da Telefonia Celular
Não
sou Antímonas, nem serei Estíbio...
Um!
A solidão detesta
Outro!
Sempre será um Símbolo
Não
obstante um antinome eu ter... Vida Azeda
Por
dar sabor amargo ao Vinho
E
retardar a chama sem controle
E
por ser tão comum.
Não
careço de Seguidores
Para
agregar “Discípulos”... E induzir “Apóstolos”
E
se um Dia eu tenha
O
direito de defender-me por tudo que escrevi
Eu
quero estar só para pagar
A
minha pretórica Pena
Aí!
Terei que ser... Mercúrio
Nada
de Antimônio... Aquele que se liga a Liga
[Compreenda
quem possa compreender]
Mas,
bem que tentei plantar
Algumas
Sementes
Pensava
que semeava Flores
E
acreditei demais naquelas Fontes
E
a Chuva caiu
E
com a Chuva veio a Tempestade
Nenhuma
Planta nasceu
Nenhuma
Flor eu colhi
E
é por esta razão...
Que
respeito o Silêncio dos Seguidores
É
bem melhor do que qualquer colocação intempestiva
Guiada
pela Dialética dos Fanáticos
E
pelo Maquiavelismo do “Idealismo”
Dos
Cascas Duras falantes
Dos
Dinossauros não confiáveis
E
dos “Costas Largas” alienígenas
Imagináveis!
Caricaturas de Passagem
Hacker
eventuais
“Acasos”
nesta vida
Traíras!
Até
o Hipotálamo de suas Almas
E
longe do meu controle
[Líberos
em jogo fictício]
E
eu ter que aceitar... São Seguidores
O
que não exime-me
Da
minha própria responsabilidade... Stop... And...
Thank you very much!
Dr. Ademar
Raimundo de Barros.



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