segunda-feira, 5 de outubro de 2015

A Réplica da Razão

A Réplica da Razão


Razão é Luz
Não é uma alusão que se supõe
Razão é Certeza, e Lucidez
Na identificação do motivo, e da causa
Mas não haveria razões na incerteza
E eu não teria razão
De litigar tanto com a “moral”...
Mas minha consciência manda...
Por que de que me valha a frase de Pascal
“Que o Coração tem razões
Que a própria razão desconhece”
[FICO COM OUTRAS]
Não são as emoções
Nem os impulsos
Não são as paixões
Tão pouco as intempestividades
A RAZÃO MORA NA REALIDADE
E não no irracional
E se Lógos vem do verbo Legein
Que significa... Reunir, e Juntar
E se Ratio vem do verbo Reor
Que significa... Medir, e Calcular
Por que?
Separar, ou unir... As coisa ao “Deus dará”
Se a minha Imputação Penal é mesma
Que consta nas outras Identificações
Julgadas no mesmo Crime
[Não há contradição]
Nem existe o aplicativo do Terceiro escolhido
[Ou é, ou não é]
[O que é certo é certo]
[O que é errado, é errado]
A não ser:
Que a Justiça use [ou tenha usado] para me atingir
O Princípio atípico das causalidades
Que por hipocrisia diz... Cada caso, é um caso
E que para tudo que existe e que acontece
Existe uma Razão
E pergunto a Justiça... Qual a dela?
A Intuição?
Ou por dedução induz
Ao desconhecimento do Direito de Igualdade
[Artigo 5º da Constituição]
Que nem precisaria de Apelo
Que nem se faz necessário o desaforamento da questão
Para Instância Maior
Nem Salvo... Maior Juízo
Nem interrogações banais
[Invertidas para iludir]
Quando a Verdade é outra... E nos Arquivos...
As provas do Contraditório... Escondidas
[E o Caçador sempre procura a Caça...
[Entra no Mato, e vê rastros...
[E diz que Choveu na Véspera...
[Que há tantas pegadas no Chão...
[E que os galhos estão quebrados...
[Que o Capim parece amassado...
[Por certo... Apagaram as provas...
[E a Carcaça de um “Bicho” à mostra...
E finge nem vê...
[Foi devorado e o Caçador bem sabe...
[Faz poucas horas não...
[Faz tanto tempo...
[É nítido o Estado de putrefação...
[Quem poderia reconhecê-lo...
[Há silêncio no Ar...
[Não há canto de Pássaros...
[Nem ruídos de animais pequenos...
Esperto Caçador...
[Por indução...
[A “Monstruosidade” ainda existe...
[Por abdução...
[Se faz necessário a descaracterização  das interpretações
Dos Sinais
[Dos indícios...
[Dos signos e estigmas...
[Pois tenho a impressão...
[Que deveremos manter a posição...
[Em todas as Instâncias...
Mas a minha Família que se dane
E que na minha Vida, eu me entristeça
E que eu volte para minha Casa
Para minha Mulher
Para meus meus Filhos... E diga-lhes
[Voltei com minhas Mãos vazias...
Com minhas razões subjetivas...
Objetiva é a Lei que se expõe assim...
Eu lavo as minhas Mãos... Apenas

                                         Dr. Ademar Raimundo de Barros.

Comentários do Autor: É a única resposta que devo oferecer ao Supremo Tribunal de Justiça desta Nação: quando seria apenas necessário observar isto. Eu tinha Quarenta Anos de idade quando me submeti a um Concurso Público para o Quadro de Saúde da PM/RO. Já era Funcionário Publico do Estado desde Julho de 1983. A PM/RO precisava de Médicos, e de outros Profissionais da área de Saúde, para o atendimento de seus Policiais Militares, e dependentes. A própria necessidade abriu um precedente: eu deveria apresentar (conforme o Edital para Concurso), uma Declaração de Tempo de Serviço no Estado para poder inscrever-me: e por analogia teria no meu caso ser de Cinco Anos: para hipoteticamente fazer constar como fator redutor de minha idade na equivalência de 35 Anos... Apto sem restrição para o referido Concurso. Pergunto (nesta Poesia em destaque); o Supremo Tribunal Federal observou isto? Não!
     Por conclusão: quem facultou o Acúmulo foi a própria Polícia. Pergunto: a Justiça de Rondônia observou por acaso a Regulamentação Militar que diz... O policial em Acúmulo de encargo deve ser encaminhado para a Reforma Proporcional: e que isto é atribuição do próprio Comando em Exercício; não!
Pergunto: é do conhecimento da Justiça a existência de Jurisprudência Jurídica que faculta o Acúmulo de Encargos para Dois Médicos Legistas constante no mesmo Rol, na mesma imputação Penal – Acúmulo – no mesmo Crime (digamos); e que isto não fere a Constituição no seu Artigo Quinto... Ora! Todos são iguais perante a Lei, e o Supremo Tribunal de Justiça faz que não conhece isto: mas aqui nestes meus Bloggers eu apontei, e entreguei cópias destas Jurisprudências ao meu Advogado para que este as apresentasse na minha defesa... E se este não as apresentou; o que é que eu vou ganhar se representá-lo: ou qual Advogado em nome da Ética Profissional vai denunciá-lo a OAB? Isto é conversa fiada camarada! E são essas as forças ocultas que pressionam o Chrome colocando-me como um elemento nocivo a Sociedade... Logo esta que está aqui! Aonde um “Costas Largas” diante de uma reportagem em Rede de Televisão Brasileira: comentando a precariedade no atendimento Público aos portadores de Câncer; mostra-nos uma alternativa... Só na Metralhadora! Tem um local ideal aqui! É pouco! Ou quer mais? Enquanto isto: a Polícia Militar de Rondônia: para minimizar o erro de terem se desfeito do Quadro de Saúde, e sentindo o peso da iniciativa Privada: no contexto dos Procedimentos Médicos: segundo o que sussurram pelas alcovas... Segundo os Poetas em Versos e Trovas... Fugindo do que será, e será... E daquilo que não se faz sentido... Está alucinadamente tentando recompor... O que pela maluquez se desfez um Dia... Vou tentar; nem que eu precise recorrer ao... Conselho Nacional de Justiça... E se perco, tenho que compor... Uma Poesia... Igualzinha a esta... Mesmo que me mandem pra Cadeia... Sem mais... Dr. Ademar Raimundo de Barros
              

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