Vulgaridades...
Eu acho que já estamos brincando demais... Atiçando o fogo... Cutucando o Däimon com Vara curta... Ou pulando num jogo de “Espadinhas”... Quando a dimensão da “Coisa” (se é que possamos denominá-la assim)... É bem maior do que imaginamos... E nesta velocidade supersônica... E nesta ansiedade bem maior que a ânsia... Pisaremos nas brasas do fogo que ateamos... Digamos... Seremos uma Ucrânia maior... Sem nenhum grito de... Independência.
Quantas vezes eu me arrependo... Em falar a verdade... Quando a vulgaridade me espezinha... Quantas vezes vi a Lealdade... Esperando num canto, e sozinha... E quantas vezes vi a Liberdade... Mendigando um pão... Um pouco de Farinha... Mas nunca vi meu Deus! Tanta felicidade... No rosto amável da Hipocrisia.
Vocês foram longe demais! Enquanto lá as prostitutas entraram em greve... Mais Vitrines! Enquanto por aqui! Nem fazemos greves por mais Médicos... E quando nem conhecemos o preço de uma Turbina de um Monomotor comum... Ou de um Parafuso de suas Hélices... Sistematicamente se discute... Seria ilícita a compra de uma Avião Caça de fabricação Sueca... E imaginem bem, se esse Caça fosse de fabricação Russa... O Processo de Licitação seria considerado hilariante... Pois alguém poderia arguir... Que Aviões podem disseminar... Ideologias, e Fantasmas... E bem pior! A subserviência das Esquadras... E a consequente contaminação... Das Frotas... E das Tropas.
O que há de anormal que um Aeronave da Força Nacional de Segurança, ou da FAB; Cumpra a missão de conduzir a Presidente, ou qualquer representante da Nação Brasileira no trajeto determinado para qualquer evento de interesse Nacional... Agora! Se for confirmada a utilização destes recurso para interesses particulares puna-se com rigor os responsáveis... E não aqueles que estão cumprindo ordens superiores... E eu só pergunto... Qual foi a Empresa Terceirizada que reclamou... Quem foi que depois apresentou um pedido de ressarcimento sob a alegação que usou recursos próprios: quando antecipadamente já se sabe... Da Cota estipulada em Passagens Aéreas; para cada Autoridade... Certo de que não é função da FAB, ficar patrocinando as viagens de Ida e Volta dos Senhores Políticos, em Politicagens... Mas o assunto é sério... E pode ficar seríssimo... E eu peço muito cuidado... Pensem nisto... Mas se for isto aquilo que vocês realmente querem... Boa Sorte!
Mas lembrem-se que existe um País... Aonde... Até as Prostitutas têm Direito... De entrarem em greve... Com Faixas, e Cartazes... Mais Vitrines! Para nós Meretrizes... Noutros Países... Para a contenção de seus deslizes... A Orquestração é diferente... Mais Médicos não! Abaixo a inflação! Mas por contradição... Subam o Dólar! Quebrem as Instituições... De preferência as Públicas... Viva a Terceirização de tudo que existe! Ops... A da minha Mulher não! Senão é Sacanagem... E de Caras Pintadas... Supostos dissidentes... Em atos de vandalismo vão as Ruas... Como sem nada a perder... Seguindo Pastorais... Menos com a Ideologia da Libertação... Menos com a Pastoral da Terra... Menos o pensamento de Leonardo Boff... E que não se fale... Que a Corrupção venha do passado... Deva continuar no presente... E perpetuar-se no futuro... E que para isto é o bastante... Provar a Inelegibilidade da Presidente... Ops! Mas ela foi Eleita por mais de Três Milhões de voto... Ops! Mas deveremos provar... Que ela é a única responsável.... Pelo desvio de Bilhões de Dólares... Só mais um recado para interessados... No País que as Prostitutas têm direitos; elas têm deveres... E o Estado também cumpre os seus deveres... Os usuários de Drogas são reconhecidos como cidadãos... Não como Doentes... Não como marginais... E por mais incrível que pareça... Consegue ter uma Indústria que fabrica até Aviões... Seguindo as normas da Tecnologia do Mercado... E nós só construímos... Soja... Gado... Grãos... Cachaça... Metanol, e outros derivados... Petróleo sim; mas não vamos falar em derivados; é muito complicado... E outros Elementos Químicos como... O Ouro, a Prata, O Ferro... Diamantes... Mas vamos mudar de conversa por que nem conhecemos Geometria; e se puxarmos a Geologia, aí! Ninguém se entende... Construímos Fome, Seca, Enchente... E exportamos as eternas Maruagens... Só não conseguimos construir... Refinarias... Material Bélico... Nem mesmo um Calhambeque Velho construímos; dá trabalho demais... Nem vale a pena... Como não vale a pena, e iniciática da Indústria Farmacêutica... Não temos nenhuma afinidade para isto... É bem melhor plantar Mandioca, e Macaxeira; que o Carioca chama de Aipim... Mais uma coisa muito boa construímos... Seguros para tudo... Até este Famoso... Seguro desemprego... Vossas Casas... Nossas Vidas... E logo iremos expandir esse negócio... O Seguro... Nosso Banho Micro gotas... Minha Vida... Ao bem... Do nosso Desenvolvimento Insustentável... Onde imaginamos... Pra que catar Castanhas?... Quando mais rentável é derrubar Madeira... Depois virão os Pastos... E nos Pastos; Bois... E é só Vacinação pra Febre Aftosa... Que a Exportação virá... Com sede, e com CASEX... E para que área Ciliar? Inconvenientes Cinco Metros... Não serve para Porto... E nem para apoitar... Essas Barreiras servem... E são nelas que se escondem as Nossas Anacondas... As Sucuris gigantes... Que armadas de Pistolas à Mira laser... Muitas vezes... Elas armaram o Bote... Longe da visão da Sede... Mas deixa isto pra lá... É bem melhor viver... Vulgaridades... Um Poemazinho mais ou menos assim... Como uma declaração de Fórum íntimo... E prevista... E não imprevisível... Nos Artigos na Lei de “Maria da Peia”... Também chamada de Maria da Penha... E constante nos Códigos de Postura... Porém ausente nos Estatutos dos Homens... Ah! Neruda... Desculpe-me! A Lei é Nova... E nós somos remanescentes do Tempo... Que se sonhava... Em partes iguais... Em Solidariedade... Em Fraternidade, e Paz... E não havia Direitos Humanos... Até para quem deixa “confusa” a Justiça... No meio de mentiras, e de verdades... E imagine você... O que seria da Polícia se não houvesse crimes... O que seria da Justiça se não houvesse presos... O que seria da Mídia, se ela nada pode-se divulgar... E o que seria de uma coisa, se não existisse outra... Por exemplo... Um Navio Sonda pega fogo... Nada indica... Jovens jogam um Rojão, e matam um Repórter... Inocenta-se... Pois não havia intenção de matar... Em Juri eles riem... E uma Rede de Televisão dá ênfase... Não houve financiamento nas manifestações de ruas... Quando ninguém quis afirmar... Que houve... Como ninguém sequer imaginou... Que o incêndio nos Tanques de Combustíveis do Porto de Santos... Foi um crime... Ou foi Raio! Talvez um Cuspo! Talvez um Fósforo que caiu nas Engrenagens... Talvez! Um operador “morto de sono”... E de repente fez-se o Estrondo... E de repente esvaziaram tudo... Nenhum Morto... E de repente tudo ficou calmo... E mais uma vez... Mais do que de repente... Vieram as manifestações pacíficas do Povo... E imagine se... Se por acaso nunca existissem... Maruagens... E eu não pudesse recitar... Vulgaridades
Por que falar de Amor
Meu Camarada!
Se o amor que fica é sempre aquele
Que nunca se explica... E nem se justifica
Como o amor de um Otário a sua “Santa”
Que resoluta lhe diz...
Nada se destrói
Tudo se transforma, ou se modifica
Conforme as reformas feitas
Nestas inequações
E nas equações Químicas desequilibradas
Que a natureza Física nos impõe
Com o passar dos Anos
Quando sempre seremos reféns
Dessa abominável Síndrome de Estocolmo
E o que haveríamos que dizer ao Juiz
Se fomos abduzidos
Pelo convívio desse amor “feliz”
Que até das Pombas nos esquecemos
E destes símbolos... Augustos da Paz
Da Ordem
Da Justiça Social
Do equilíbrio Econômico
Da Igualdade, e da Fraternidade
Na medida que precisamos ser financiados
Para ir as Ruas litigar
Não pelo preço da Gasolina, ou do Querosene
Nem pelo preço do Óleo Diesel
Tão pouco pelo aumento da Inflação
Nem pelo Salário Mínimo... Não é o nosso!
Mas pelos Salários Máximos dos nossos Patrões
Ai! De nós!
Se não rezarmos isto nas manifestações
Para satisfazer seus organizadores
Senão!
Adeus! Aos cargos comissionados, e comissões
Adeus! Trambiques
Adeus! As incorporações Salariais, devidas, e indevidas,
Lícitas, ou ilícitas
Adeus! Aos acúmulos de Encargos Consentidos
Adeus Propinas!
Fatias de Mensalões!
E outros privilégios de passagem
Como as Aposentadorias “Popozudas”
Preferivelmente Vitalícias
Preferivelmente Vitalícias
Adeus! Assessorias Políticas
Adeus! A condição de Fantasma ainda vivo
Adeus Laranjas!
Adeus as Chaves dos Fundos Perdidos
Adeus! Extratos de quem já morreu
Adeus! Aos saques dos Precatórios dos “Burros”
“Produtos” de consumo interno, e de exportações
É triste voltar, e ter que ser Limão
E sentir o gosto do “Salário Mínimo”... Ele é Azedo!
Para a maioria da Saúde
Da Segurança Pública
E da Educação
E se é que tenhamos realmente algo a perder
Para confundir... Eu grito...
Impeachment Dilma!
A inventora da Corrupção
E esqueçamos o Passado pois,
Há muita gente envolvida nisto...
Meu Pai, meus Filhos, meus Tios... Meus Irmãos
Sem mais
Pois poderia não se compreendido, se recitasse assim...
A Bunda!
Duas Bandas... Redunda!
Muito parecida com a Terra... Dividida
Sei que a perplexidade não tem uma hora certa
Como a Ira
Como a Intempestividade
Mas deixa-nos às vezes
Em Síndromes Depressivas compulsivas
Pois o Poder tem sua própria magia
Mas a Megalomania pode nos trazer... Anos de Solidão
E eu não quero ver
Essa minha Nação como a Terra
Dividida em duas bandas
Coloridas.... A semelhança do espectro Equimótico
De... Legran du Saule
Lívida, ou Vermelho Bronzeado à princípio
Arroxeada depois
E depois Azul...
E a seguir... Esverdeada, ou Amarelada,
Até à Negra
De tantas pancadas que levou
No “Pé da Bunda”... Ditado Popular...
E arredonda!
Pois perdemos uma Copa do Mundo aqui
Por Vaidade não!
Por Vandalismo
E insistimos numa Olimpíada aqui
Em plena Crise
Seria Vaidade desistir?
O povo diria sim... Não por Vaidade!
Mas pela ansiedade de ver... “O Governo ruir”
E poder novamente dizer
Fora Dilma!
A única responsável pela Corrupção dos Costumes;
E pela Crise Mundial... Política, e Financeira,
Quando isto não é
O menor Espelho da verdade
E sim!
O Retrato Falado da Vigarice
E daqueles... Que não têm nada a perder
Dr. Ademar Raimundo de Barros.
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