Cavalos de “Tróia”
Ns Estações em baixa
Vêm!
A Guerra, e a Miséria
A Fome!
A Prostituição, e o Infortúnio
As Doenças, e a Pobreza;
E por infâmia o Império dos Ímpios
E consequentemente a degradação moral da Humanidade
E a corrupção de todos os costumes
Nas Estações em baixa
Predominam as chances
Prosperam as oportunidades
E as probabilidades alucinam-se
E eu!
Com meu “Exoesqueleto” aqui exposto
Pele, Ossos, Músculos... Por enquanto
Feito Gafanhoto
Ou “Louvo a Deus”;
Posto as minhas Mãos, e Rezo
E elevo os Olhos para os Céus... E me pergunto
Por que meu Pai?
Eu tenha que bater Palmas com minhas Verdes Asas
Em busca de alguma Esperança
E se olho para o meu País; me desespero
Se olho para a Alemanha; me assombro
E quando olho para a Grécia... Meu bom Deus!
Lembro-me da Macedônia
E do Império de Alexandre... O Magno
E me pergunto:
Qual dívida este pagou
A Tebas, e Atenas
Aos Medos, e Persas
E aos finados de Alixandria, e da Babilônia
Nem Dario sabia
O que iria acontecer depois de Isso
Mas o Egito, e Tiro
Iriam saber depois da Batalha de Gan Gamela
E somente Bucéfalo... Seu Cavalo
Sabia de seus segredos
Sabia de seus caprichos com um Eunuco
Sabia de seus amores por...
Roxana, Estatira, e Parysatis;
E sabia que havia assassinado os seus melhores Generais
Parménio, e Clito...
Mas ele era Filho de Filipe II com... Olímpia do Épiro
Uma fiel mística do Deus Grego... Dionísio
Não de uma “Santa” qualquer
Daí por que anistiaram as dívidas;
E Daí! Somente agora é que encontro explicações
Para quem impõe em crítica em meu Visor...
“Esqueçam Hitler”
E somente agora compreendo
E se a Grécia cobra!
E se ganha no Grito!
Consequentemente toda União Européia irá cobrar
E a causa é “Russa”
Se não for “Russa” fica um pouco parecida como a causa,
Dos Soldadinhos da Borracha... Brasileiros
Igual a do meu Sogro
Meu primeiro Poema em Poesias Vivas... Paulo Bezerra;
Noventa e Oito Anos de “Carreira”
Filho de Cajazeiras do Rio do Peixe, Alagoas... Não da Grécia
E agora!
When there is Reason?
Se a
“Terceirona” vem
Como
se transfigure
Numa
Divisão imensa de Blindados
E os
Aliados quem serão?
Não
sei!
Se
moram na campimetria das conjecturas
Se
vivem das probabilidades das Perspectivas
E das
especulações das Raças raras
Ou das
Religiões que venham na Procela
Para
salvar as Almas
Na
Terra onde ninguém é ninguém;
Até
Napoleão ressuscitará dos Mortos, para dizer aos vivos,
Não!
Essa
eu não posso perder!
Fui eu
quem prestidigitou esta Loucura
Há
Séculos!
Montado
no meu Cavalo
Do
alto destas Colinas
Que
belo Cenário!
Aqui
poderia ser o lugar
De uma
bela Batalha... Senão a última.
Mas o
Futuro dirá
As
lágrimas serão de Chumbo... Não de Sangue
E o
Sangue será Plutônio... Em Vapor
E eu
poderei repetir o que por ironia
Disse
ao morrer
“Pai!
A ti entrego meu corpo, e minha alma”
Mas
poderei dizer
Posto
que haja quem me acompanhe
Nesta
hipocrisia de meus Versos:
És tu
INHI! O Filho de Deus unigênito
Que
dizem por aí
Ser
dono deste Universo...
Ver se
consegue conter a ira das outras Crias
Pois a
Geneologia talvez seja a mesma
Judeus!
Judias!
Vindas
do Judaísmo
E do
monoteísmo onde iniciava-se
A
adoração de um Deus
Só, e
soberano
Mas
foram divididos num paiol... Cristãos, Muçulmanos
Mas
foram divididos tantas vezes
No
fundamentalismo de cada Idolatria
Jesus
crucificado
Elias
abduzido
Apóstolos
viraram Santos
Discípulos
de Maomé... Aborrecidos
Os Dez
mandamentos... Abandonados
E o
Código de Hamurabi... Aplicativos
Nas
explosões atômicas que virão
Sempre
ionizáveis
Desmaterialização
humana... Inevitável!
Arre
Égua!
Não
sobrará nem Pedras, sobre Pedras
Arre
égua!
Nem a
contemplação das Cinzas serão vista
Sem
mais,
Dr.
Ademar Raimundo de Barros.
Sem mais, Dr. Ademar Raimundo de Barros.
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