terça-feira, 7 de abril de 2015

Cavalos de “Tróia”

Cavalos de “Tróia”


Ns Estações em baixa
Vêm!
A Guerra, e a Miséria
A Fome!
A Prostituição, e o Infortúnio
As Doenças, e a Pobreza;
E por infâmia o Império dos Ímpios
E consequentemente a degradação moral da Humanidade
E a corrupção de todos os costumes
Nas Estações em baixa
Predominam as chances
Prosperam as oportunidades
E as probabilidades alucinam-se
E eu!
Com meu “Exoesqueleto” aqui exposto
Pele, Ossos, Músculos... Por enquanto
Feito Gafanhoto
Ou “Louvo a Deus”;
Posto as minhas Mãos, e Rezo
E elevo os Olhos para os Céus... E me pergunto
Por que meu Pai?
Eu tenha que bater Palmas com minhas Verdes Asas
Em busca de alguma Esperança
E se olho para o meu País; me desespero
Se olho para a Alemanha; me assombro
E quando olho para a Grécia... Meu bom Deus!
Lembro-me da Macedônia
E do Império de Alexandre... O Magno
E me pergunto:
Qual dívida este pagou
A Tebas, e Atenas
Aos Medos, e Persas
E aos finados de Alixandria, e da Babilônia
Nem Dario sabia
O que iria acontecer depois de Isso
Mas o Egito, e Tiro
Iriam saber depois da Batalha de Gan Gamela
E somente Bucéfalo... Seu Cavalo
Sabia de seus segredos
Sabia de seus caprichos com um Eunuco
Sabia de seus amores por...
Roxana, Estatira, e Parysatis;
E sabia que havia assassinado os seus melhores Generais
Parménio, e Clito...
Mas ele era Filho de Filipe II com... Olímpia do Épiro
Uma fiel mística do Deus Grego... Dionísio
Não de uma “Santa” qualquer
Daí por que anistiaram as dívidas;
E Daí! Somente agora é que encontro explicações
Para quem impõe em crítica em meu Visor...
“Esqueçam Hitler”
E somente agora compreendo
E se a Grécia cobra!
E se ganha no Grito!
Consequentemente toda União Européia irá cobrar
E a causa é “Russa”
Se não for “Russa” fica um pouco parecida como a causa,
Dos Soldadinhos da Borracha... Brasileiros
Igual a do meu Sogro
Meu primeiro Poema em Poesias Vivas... Paulo Bezerra;
Noventa e Oito Anos de “Carreira”
Filho de Cajazeiras do Rio do Peixe, Alagoas... Não da Grécia
E agora!
When there is Reason?

Se a “Terceirona” vem

Como se transfigure
Numa Divisão imensa de Blindados
E os Aliados quem serão?
Não sei!
Se moram na campimetria das conjecturas
Se vivem das probabilidades das Perspectivas
E das especulações das Raças raras
Ou das Religiões que venham na Procela
Para salvar as Almas
Na Terra onde ninguém é ninguém;
Até Napoleão ressuscitará dos Mortos, para dizer aos vivos,
Não!
Essa eu não posso perder!
Fui eu quem prestidigitou esta Loucura
Há Séculos!
Montado no meu Cavalo
Do alto destas Colinas
Que belo Cenário!
Aqui poderia ser o lugar
De uma bela Batalha... Senão a última.
Mas o Futuro dirá
As lágrimas serão de Chumbo... Não de Sangue
E o Sangue será Plutônio... Em Vapor
E eu poderei repetir o que por ironia
Disse ao morrer
“Pai! A ti entrego meu corpo, e minha alma”
Mas poderei dizer
Posto que haja quem me acompanhe
Nesta hipocrisia de meus Versos:
És tu INHI! O Filho de Deus unigênito
Que dizem por aí
Ser dono  deste Universo...
Ver se consegue conter a ira das outras Crias
Pois a Geneologia talvez seja a mesma
Judeus! Judias!
Vindas do Judaísmo
E do monoteísmo onde iniciava-se
A adoração de um Deus
Só, e soberano
Mas foram divididos num paiol... Cristãos, Muçulmanos
Mas foram divididos tantas vezes
No fundamentalismo de cada Idolatria
Jesus crucificado
Elias abduzido
Apóstolos viraram Santos
Discípulos de Maomé... Aborrecidos
Os Dez mandamentos... Abandonados
E o Código de Hamurabi... Aplicativos
Nas explosões atômicas que virão
Sempre ionizáveis
Desmaterialização humana... Inevitável!
Arre Égua!
Não sobrará nem Pedras, sobre Pedras
Arre égua!
Nem a contemplação das Cinzas serão vista

Sem mais,
Dr. Ademar Raimundo de Barros.
 

Sem mais, Dr. Ademar Raimundo de Barros.  

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