domingo, 20 de abril de 2014

Mimetismo



  Mimetismo



Não vivo de gestos
Ângelos! Sacros! Bizantínicos
E meticulosamente calculados
Nesta comédia íntima, e interpessoal;
Que usa a “exclusão” da presença
No uso da mimética, ou mímica,
E que mude de cor;
E use a Hipocromia por disfarce
Ou me transforme a forma... Em Metamorfose
O que me seria impossível
Quando é bem mais fácil
Usar da camuflagem e ser... Um “organismo mímico”




Não foi moldada assim
A minha personalidade insofismável
Não é afeita à cênica, e sofismas.
Nada dogmática
Nem “restrita”
Que venha por ventura (comedida)
Fazer com que alguém possa pensar... Ou admita
Que trago na minha fisionomia
A “aura”, e a “Alma” de Deus.
Ou as próprias Asas dos... Espíritos Santos
Não vivo de palavras brandas
Como “Beijos de Mel”
Nem como o Néctar que brotam... As “Flores”
Nem busco na Metempsicose sânscrita dos conscritos
As reticências que restam
Feito Pedras
Como dormentes de ferro
Que sejam trilhos
Para a Metafísica
Quando já nos basta à definição,
Da Terceira Lei de Newton nas nossas palavras
Que para cada ação de força, ou pensamento;
Há uma reação de volta
Resgate, ou retorno.
E o que semeio... Nasce
E se plantei... Eu colho
E se matei eu volto para ser ferido,
Morto, ou mutilado.
E se amei retorno... Para ser amado.




Inútil Holocausto
Fatídico Apocalipse que procuram
Mas há Idolatria na loucura
De quem sempre prediz clamando...  Venha!
Pois salvo sei que estou; o Céu me espera;
E vou juntar-me a Deus... Que me adora
Minha eugenia é Santa... Não; escória
Como opúsculos de deus... Samaritanos
Pois se deixaram dominar
Pagar tributos a Salamonassar
Que fez de Samaria,
A Nova Babilônia
Ah! Oséias
Filho de; Ela!
Rei de Israel!
Por que se deixaste curvar
Ao Rei da Assíria
E passível vê... A prostituição Samaritana
Filhos de Ismael!
Sujastes as Castas




E mesmo assim, Jesus bebeu...
A água do Poço de Jacó
Na hora Nona
Quando o Sol é “maior” por onde passa,
E quando mais brilha
Bem brilhava mais aquela Taça
Lhe entregue
Por aquelas “mãos indignas”
Mas lhe agradeceu por compaixão
O seu perdão... Água cristalina de sua vida




Pois sob sua visão
Não existia
Párias, Súrias, Exclusos, nem Escórias.
Hebreus, Judeus, nem Palestinos.
Cristãos, nem Muçulmanos.
Senhores, nem Escravos.
Negros, nem Brancos, nem Mestiços.
Nem a ilusão de Raças Puras
Nem a discriminação de qualquer Povo
Ou de qualquer Nação
Ou Raça





                                           Dr. Ademar Raimundo de Barros.

Comentários do Autor: Olha Michell! Barros Maia... Que tudo começou ontem, quando conversamos ao Telefone, e me propus após, compor este Poema que o denominei... Mimetismo. Retornei a te telefonar hoje, e manifestei a minha intenção de dedicá-lo a você; a fonte dessa inspiração. Mas as palavras têm suas repercussões; e somente eu, e o Monitor do meu Computador Matriz (área de meu trabalho), sabemos; e somos as únicas testemunhas desta Cruz. As palavras soam como Miasmas (falamos sobre isto); e elas vêm como emanações míticas, e originadas talvez: de matérias pútridas, sendo causa suposta de várias doenças: agudas, ou crônicas, infectocontagiosas ou não, endêmicas como “O silêncio das coisas”, e de um todo; ou epidêmicas como os conflitos, as Guerras, e as Revoluções; e por essas razões: assumo de forma isolada; e te isento de futuras retaliações... Pelo poder das palavras; pelo poder da oração, ou da oratória, e pelo poder do pensamento, e pelo poder das criações mentais: não pelo Miasma, pois poucos possam admitir a Teoria da Lei do Retorno, do Resgate; reminiscências, e reencarnações.
Não posso me admitir como premunido, ou que tenha o dom profético dos Profetas, nem uma terceira visão, mas já visualizei o lado crítico; averso ao meu, oposto a mim, pois sei muito bem; quem me cheira, e quem “me beija”; quem me nega, e que me aceita, e quem me dá. O próprio Mimetismo é tão explícito, que podem ir a Bíblia e verificarem o episódio do “Poço de Jacó”, quando Jesus mantém de forma reservada, uma conversa formal, normal, humana; com uma mulher Samaritana (de, Samaria), mas que na história não consta se foram os primeiros povos excluídos pela Etnia Judaica; pela Eugenia de Deus... E por consequência... Os únicos Puros de sangue, quem saiba até! De espírito.
Mas não convivo com hipocrisias, e mentiras; daí anexei ao contexto; outro episódio Bíblico para selar de vez, as minhas razões; eis o exemplo típico das veracidades que possam de alguma forma contemporizar qualquer insensatez...

Os três homens lançados na fornalha (episódio bíblico)

Todas as passagens da Bíblia sobre o episódio "Os três homens lançados na fornalha".

Daniel 3

19 Nabucodonosor ficou tão furioso com Sadraque, Mesaque e Abede-Nego, que o seu semblante mudou. Deu ordens para que a forna­lha fosse aquecida sete vezes mais que de costume
20 e ordenou que alguns dos soldados mais fortes do seu exército amarrassem Sadra­que, Mesaque e Abede-Nego e os atirassem na fornalha em chamas.
21 E os três homens, vesti­dos com seus mantos, calções, turbantes e outras roupas, foram amarrados e atirados na fornalha extraordinariamente quente.
22 A ordem do rei era urgente e a fornalha estava tão quente que as chamas mataram os soldados que levaram Sadraque, Mesaque e Abede-Nego,
23 e estes caíram amarrados dentro da fornalha em chamas.
24 Mas logo depois o rei Nabucodonosor, alar­mado, levantou-se e perguntou aos seus conse­lheiros: "Não foram três os homens amarrados que nós atiramos no fogo?"
Eles responderam: "Sim, ó rei".
25 E o rei exclamou: "Olhem! Estou vendo quatro homens, desamarrados e ilesos, andando pelo fogo, e o quarto se parece com um filho dos deuses".
26 Então Nabucodonosor aproximou-se da entrada da fornalha em chamas e gritou: "Sadra­que, Mesaque e Abede-Nego, servos do Deus Altíssimo, saiam! Venham aqui!"
E Sadraque, Mesaque e Abede-Nego saíram do fogo.
27 Os sátrapas, os prefeitos, os governadores e os conselheiros do rei se ajunta­ram em torno deles e comprovaram que o fogo não tinha ferido o corpo deles. Nem um só fio de cabelo tinha sido chamuscado, os seus man­tos não estavam queimados, e não havia cheiro de fogo neles.
28 Disse então Nabucodonosor: "Louvado seja o Deus de Sadraque, Mesaque e Abede-Nego, que enviou o seu anjo e livrou os seus servos! Eles confiaram nele, desafiaram a ordem do rei, preferindo abrir mão de sua vida a prestar culto e adorar a outro deus que não fosse o seu próprio Deus.
29 Por isso eu decreto que todo homem de qualquer povo, nação e língua que disser alguma coisa contra o Deus de Sadraque, Mesaque e Abede-Nego seja despe­daçado e sua casa seja transformada em montes de entulho, pois nenhum outro deus é capaz de livrar alguém dessa maneira".
30 Então o rei promoveu Sadraque, Mesa­que e Abede-Nego na província da Babilônia.

Nada tenho contra o povo de Israel; e morreria feliz se um dia eu pudesse ver: Judeus e Palestinos assumidos em sua primoconsanguineidade consanguínea perante o Mundo, e sempre lembrassem este singelo “opúsculo”... O Cântaro abandonado; e esquecessem o passado ao cântico de uma Nação (única, e unida); e uníssona ouvindo... Hava; como alegoria, e alegria de irmãos.



Sem mais a dizer
  
Dos, Desastrolados do Desconhecido.

                 

Nenhum comentário:

Postar um comentário