sexta-feira, 4 de março de 2016

] Brasilidade [


] Brasilidade [

] Para tudo que está [ Acontecendo ] Hoje [
] Digam [
] Ao Príncipe [ Ou ] a ] Princesa
] Que o ] Cavalo de Tróia [ Sempre foi ] Uma Lenda [
] Nunca! [ ] Um Presente [
] E que em [ ] Os Olhares de um Caboré
] Sempre será [ A realidade
] Nestes Versos íntimos ] De [ Anderson Graciano de Oliveira
] E [ Brasileira ] ] É a Tese [
] O Mestrado? [ ] A Vida [ Quando Verbis...
Quem somos nós?
Apostema étnico milenar
Sócio, política e religiosa,
Do caldeirão euro-ibérico,
Ali, juntinho ao mar; acantoada,
Aqui chegada em velas enfunadas
De ambição, ao sopro do Atlântico;
Somos a ingênua antropofagia das florestas;
A servidão ebúrnea de músculos torneados
E a úbere desnuda de tetas da floresta
Disponíveis à cupidez libidinosa do macho luso
A troco de miçanga!
Somos a fúria dogmatizadora
Da mundivisão teocêntrica medieval
Que, além do mais, abduziu até a alma de nosso autóctone;
Somos a nefasta intolerância inquisitorial
Sob o estandarte da cruz e da espada;
A esperta avidez avara á cata de ouro e prata
Dos filhos sefarditas da diáspora.
Somos o “quebra galhos” dos donos do poder
Para tudo dando um “Jeitinho”,
Porém a palmatória de todos os desvalidos da sorte.
Damos as costas ao direito natural
Brigamos a ferro e fogo até por palmos de terra
Sob a égide do direito estatuído
Feito da Letra de interesses umbilicais;
Cedemos à força inexorável da cruz e da espada.
Nos cremos “heróis sem caráter”, mesmo jogado na sarjeta
Matamos.rindo a troco de tostão.
Somos o paraíso de corruptos há quinhentos anos,
Porém o inferno de inocentes,
A despeito da troca de direitos inalienáveis
Por qualquer toma lá dá cá.
Poluímos as águas que bebemos
Depredamos a matriz dos frutos que nos alimentam
Infestamos de agrotóxicos
Aterra mater do pão de cada dia
Vilipendiamos os filhos de um futuro povo
E nos deixamos envelhecer
Jogados à própria sorte.
Que gentil pátria amada idolatrada é essa?
Será que teremos uma nova aurora?

] De [ ] Anderson Graciano de Oliveira ] Em [ Olhares de um Caboré ] Com apoio da [ Associação Paraibana de Imprensa – API; e outros... Ê! Nazarezinho; Riachão; Cajazeiras ] Da Paraíba [ Gostei! Veni, vidi, vinci!
] E [ Não gostei ] do [ Pega ] Prende [ e para de conversa mole
] É [ A Hora! Quem será o Cristo desta vez? O mesmo? Não!
Multiplicaram ] Judas [ que verbis
Veni! Vidi ! Perdi! Porém
] Nem sei [ A Causa

Dr. Ademar Raimundo de Barros ] Neste Pixel ] Psiu [ “ Cachaça”? ]
] Não! [ A “coisa” começou agora.

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