Transparências
E como sempre Azul!
Azul da Cor do Mar
E HTTP! E HTTP! E Oba!
Visualizou!
Anônimos da poesia. Blogspot. c... Uma Ova!
Esta página não está disponível... Grande farsa!
A Internet está indisponível... Baita Sacanagem!
Logo após vocês confirmam... Em subentendido
Tem acesso sim!
Acho! Houve um erro
E seguem no âmbito destas “Maruagens”
Das quais vocês
São como sempre cúmplices, ou autores
E cultores da “desinformação”
Incitadores da discórdia
Idólatras da subversão de qualquer ordem
E Sicários de uma falsa Liberdade
Sempre a procura de uma motivação
Para a exclusão da verdade
Para que sempre
Este povo Rude
Viva subserviente
E enquanto o Dólar subir
Que alimentará o fim deste Brasil, e as desgraças do Mundo
YAHOO!
Isto pouco interessa-me
Isto não é comigo
Isto não me diz interesse
E em nada eu poderia interferir, se vossas consciência clamam
São seu interesses; não os meus
E sei que há Nações que compartilham
Mais fazer o quê?
Se cada uma zela pela sua própria sobrevivência
E nós não!
Só Corrupção... Mais nada
Então! Não vem com essa
De manipulação estatística de minha parte
Leiam se quiserem ler
As imbecilidades estão às vistas
De qualquer um
Mas se queiram persistir em me fazer de vítima
E admitirem que o vilão sou eu
Persistam
O que vos custa excluir-me
Excluam-me!
Por desaforo ao Fórum
Mas deixem o Dólar subir
Dez vezes mais é pouco
Subam!
Subam mais!
E se quiserem cheguem até Cem
Ou patamar maior
Vamos! Desequilibrem a gana
Destruam o sonho de Neruda
Rasguem os Estatutos dos Homens
Anulem este Prêmio Nobel da Paz “incoerente”
Os Céus nem sentirão a ausência
De uma Estrela a menos, ou a mais
Mas quando este Céu cair
E nas Noites nos Céus
Não hajam mais Estrelas
E nos Dias não termos; mais... O Sol
Quero ver
Qual a Moeda que mais mande
Qual será mais forte que as outras
Que brilhe mais
E que a este comércio satisfaça
Se seja assim que dite-se
Nos ditames de vossas consciências
Mas quando tudo ruir
E os ‘Catravés’ rolarem água a baixo
Não me venham buscar explicações
Pois não entendo absolutamente nada! Nada!
Nada relativo a PIB
Ou Deflação
De Inflação... Quem dera!
Pois nunca vivi
Nem vivo no mercado ativo das especulações
Nem tenho como obsessão... Dinheiro
Nem tenho como objetivo... O Poder
Nem quero ser Herói
E morrer Verde, e Amarelo,
Como se estivesse em Encefalopatia
E subsequentemente...Coma Hepático
Por obstrução, ou por infecção, ou por septicemia
Onde... A Bilirrubinemia é a tormenta
E os riscos de Coagulação Intravascular Disseminada
São devastadores
Impossível é não morrer Cianótico... Azul da Cor do Céu
E absurdo seria não colocar no Caixão
As Flores Brancas que adornam defuntos
E de um modo geral
Fazê-los
Sonhar com com as Estrelas... E nunca
Sonhar com a Bandeira em condecoração... Jamais!
Isto são regalias de Heróis
Das Massas não
Das Massas... Só Caixão e Velas Brancas
Falar em Velas Pretas... É demais
Mais às vezes... Falam
Quando nem é preciso
Estão sob controle dos Poderes Paralelos
E das Eminências Pardas
E dos... Sobre Avisos
E daqueles que transformaram-se em Laranjas
Ou Mangas Largas do Tráfico
Ou daqueles que viraram Pássaros
E se refugiaram na Suíça
Fugindo da Lava a Jato
E levaram tudo
Levaram as Velas do contraditório
Rasgaram as provas do crime
E adquiriram outra Nacionalidade
Como tudo é fácil Deus!
Nestes Paraísos
Brasil!
Talvez um dia eu volte
Em Verde, e Amarelo
Azul , e Branco
Depois que as Cinzas sumirem
Pois no sumiço deixei um recado
- Amanhã eu volto... Certo!
Amplo! Salvo!Rico e Liberto!
Mas nada de Mandato
- Quando o mais importante é participar... Dos Rolos
Do seleto ciclo dos Sabinos
E impávido dizer:
Brasil! Como te Amo!
Dr. Ademar Raimundo de Barros.
Comentários do Autor: Nem olhem para mim... Nem olhem para o Brasil... E nem olhem para a Grécia... Tem muita coisa bem pior ainda... Para vocês refletirem... E que vai acontecer... Mas não será de mim que vão ouvir, o quê será... Nem será daqui do meu Visor... Que insistentemente olha para mim; pois censura não tem tamanho... E pobre de Galileu que pensou... E sonhou que a Terra era redonda... E que girava em redor do Sol... Sem mais... Dr. Ademar Raimundo de Barros.
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