The Case Vanzzini
Riscos!
Que deveremos sempre correr
E não será difícil supor
Ou até afirmar
A indubitável evidência Fática, e Enfática dos Fatos;
Inúteis e inevitáveis
“Úteis”! Lamentavelmente
Para quem convive com o cotidiano das Fatalidades
E com a exequível coincidência das coincidências
Muros intransponíveis
Que o inconsciente nega e esconde
E que de repente erguem-se
E do nada vêm,
E o “invisível” torna-se visível...
E tudo aquilo que se pensava ser “imaginável”
Materializa-se
E se Pesadelo for
Torna-se realidade, ou “cristaliza-se”,
Na queda inexorável da Infalibilidade
E falíveis se sentiram tantos
Sorriram as “Papisas”
Enquanto os “Santos” da Terra
Nas Asas de alguns Políticos
Comemoraram a queda em Brindes...
De Vinhos, e Água ardente;
E a Infalibilidade deixava de existir
Deixando “Rombos”
Contraditórios, e Milionários,
Que não encontrariam mais sustentação
Nas hipóteses dos seus Pilares
Nem nas suas Teses que eram...
Aqueles Tendões de Aquiles
Músculos e Cabelos de Hércules
E a sensualidade ímpar de Afrodite,
E só restava-lhe voar para desespero dos “Deuses”
No mesmo sonho de Ícaro
Vai! Vai! E diz ao mundo que não há ninguém mais infalível,
Pois a infalibilidade tem por configuração
A Isomeria própria das Moléculas
Nas suas fórmulas planas, e Estruturais,
E o Fisiologismo Sui Generis dos Seres
E a Fisiologia do desgaste
Que em Radicais instáveis em instantes
Alguns se agregam a quem
Outros em diferentes... Ciclos Livres
“Filosoficamente” itinerantes
Como a Hipocondria Recorrente
Como a Hipocrisia tão constante
Na Reza de uma Ideologia “delirante” que compraz
O esgar falso das Lágrimas
O entalo proposital ou ink...
“Estado” simulado que faz parte do cenário, ou Cena,
E da Cinematografia própria da Demagogia de Políticos
Que milimetricamente medem gestos
Fisionomias, e atitudes,
Em busca de uma Idolatria pertinaz
Sem procurar saber o que ocorreu, ou que ocorra.
Nestas dormidas em Celas molhadas em Tempo frio
E nas humilhações orientadas por Caudilhos
Donos do absurdo das torturas
Onde a “ternura” mais imposta seja o Vilipêndio
E a desmoralização moral do preso,
Que gritou algo parecido com...
Viva a Liberdade!
E que por essa razão foi condenado
Por quem nunca procurou contemplar nos “Espelhos”
Do Passado... O “Golpe”
Do Quadro... O Grito
Da Foto... O Urubu e a criancinha Negra
Ausentes dos Palanques, e dos Discursos;
E nesta metamorfose pessoal
E nestes Mimetismos Dogmático
O Emotivo é Ato aplaudido
E o Ator deleita-se do feitio
Ele é Eterno! Perfeito! Valeu o impacto!
E os aplausos vêm como Delírios
Na consolidação anômala dos Líderes do “Idealismo”.
E a palavra maior... Infalibilidade
E a palavra menor... Dignidade
E a expressão menos digna, e vulgar... A Verdade
E a palavra mais branda... Exterminem
E a palavra mais viva... Morram
E outra expressão preferida... “ Povo sofrido de minha Terra”
E os Refrões mais fajutos... Saúde! Educação! E Segurança Pública
E a palavra mais íntima... Fse!
E as palavras queridas... Eu! Eu! Nós!Nunca! Só Eu! Eu! Eu! Eu!
Pois pouco lhes importa a Vida
De quem seja a "Vítima"
Tão pouco quem seja... "O Réu"
Pois pouco lhes importa a Vida
De quem seja a "Vítima"
Tão pouco quem seja... "O Réu"
Dr. Ademar Raimundo de Barros.
Parto de uma particularidade, para uma Generalização. The case Vanzzine retrata os acontecimentos decorrentes de um Acidente de Trânsito que teve seu desfecho na Justiça comum. Não pensem ser fácil julgar e ser julgado, pois tudo corre seguindo uma relatividade, no conceito daquilo que realmente seja relativo. Mas compreendam bem: que transformar uma vítima de um Acidente de Trânsito, aonde ela (segundo Prontuário Médico), dá entrada no Serviço de Emergência, com sinais visíveis de embriaguez, e em Acórdão Judicial não contestado pela Advocacia: ela ser beneficiada com Pensão Vitalícia, nem no Vaticano! Nem no Tibete! Nem no Templo de Salomão, e nem nos “Infernos das Cuias”.
E é este The Case Vanzzine; que tramitou nos Anais do Tribunal de Justiça do Estado de Rondônia: mas no seu histórico não consta que a vítima vinha em alta velocidade e fora de sua consciência normal, e veio colidir com o Veículo que eu conduzia em baixa Velocidade, pois já havia detectado Pane Motor (Laudo Técnico Autorizado, nos Autos), Diagnóstico de Lesão fornecido por mim (Lesão de Plexo Braquial); por constatar in loco, na madrugada do Dia seguinte: Paciente lúcido, Consciente, ausência de Fraturas Ósseas, e perda de sensibilidade e força muscular, no Membro Superior comprometido.
Deixei um bilhete (como Médico) no Prontuário do Paciente com esta suposta hipótese Diagnóstica, após passar parte da Noite anterior no Instituto Médico Legal, e conduzido pela própria Polícia Militar para Exame de Corpo de Delito sob a suspeita de embriaguez de minha parte: o que o Médico Legista contestou e excluiu esta hipótese, independente da insistência de um Policial Combatente que tentava dar sustentação a seu Boletim de Ocorrência, quando o Laudo Pericial do Veículo, este deixou de fazer: para que existisse um “espaço” no Processo de que pelo fato de ser: Capitão Ativo da própria Polícia estaria sendo beneficiado: quando eu já estava sob a Escolta comandada por um Oficial Fem. Superior... Aí vocês entendam a extensão da infalibilidade, pois todos querem ser infalíveis, inclusive mentindo.
O Hospital não transferiu o Paciente Via TFD (Tratamento Fora de Domicílio) quando o ponto de referência Nacional na época era o Hospital Sara Kubistekc em Brasília: e o paciente recebeu alta hospitalar três dias depois sem confirmação especializada da Lesão: se era lesão de Tronco; se eram lesões passíveis de recuperação futura, mas o meu Diagnóstico Clínico em Anamnese casual; valeu! E toda responsabilidade sobrou para mim.
Que dizem as Resoluções neste tocante? Bem como se conduz a Lei? Quais os Direitos da Vítima? Quais os deveres do “Réu”? Pondes infalibilidades diante de teus olhos, pois elas vêm em avalanches de irresponsabilidades a partir dos relatos em ritmo de “Coitadinho”, Laureado com Fotos do tempo em que servia ao Exército; e o coitado que diria o veículo, já havia se não fosse à intervenção de terceiros; sido vítima de linchamento, mas eu não consegui ver quem vinha vindo do “infinito”, e suspeito do uso tão comum de drogas: e sem ter um acostamento para a tentativa de evitar aquele impacto: e os transeuntes nos dois lados de uma pista na área urbana, sem sinalização e sem luminosidade adequada. Eu não cruzava uma Avenida não! Estava em linha reta, e deveria por obrigação entrar à esquerda que ficava há mais ou menos 50 Metros: o que exige diminuição de Velocidade, ligar o Pisca Alerta da Direita, e respeitar quem venha na sua contramão, mesmo em Pista estreita.
Eu não podia por conta própria conduzi-lo para tratamento Particular fora deste Estado. Eu indenizei Bicicleta e Telefone Celular danificados no Acidente. Eu disponibilizei mesmo irregularmente dentro do meu Convênio, intermináveis Sessões de Fisioterapia realizadas na Policlínica da PM/RO; ATÉ QUE UM Dia alguém nos dedurou (Eu, e meu amigo Fisioterapeuta), e nada mais pude fazer: a não ser orientá-lo para um Centro maior para ver se havia alguma coisa a fazer se ainda pudesse.
O meu Seguro de Veículo já havia sido sacado, e seu Advogado que vivia em comunhão estável com uma de suas irmãs, nem dispensou a parte dele; e conduziu depois a Causa para a Justiça. Quantos me cobraram? R$ 500. 000! Quantas vezes mentiram? Foram várias; e a maior mentira! Que eu não dera nenhuma atenção ao Caso. E a maior calúnia? Que eu havia atropelado o “coitadinho”, estacionado na calçada da casa de uma namorada; e a mesma não consta como atropelada, o que não se justifica a intenção citada de que tentaram linchar-me, não fosse a intervenção de terceiros e tudo isto sem falar, na difamação da minha própria pessoa, e sob a alusão de que eu estivesse embriagado, e ao mesmo tempo, eu houvesse sido protegido pela Polícia.
E o Meritíssimo Juiz entrega-me o Processo para visto. Ora! Isto é função precípua da Advocacia, pois um homem comum, não tem a capacidade de em função de momentos; desvendar “os podres” que foram acobertados: aí! Pergunto-vos? Onde estava o meu Advogado? Em silêncio. E devolvi o Processo que me haviam posto as vistas.
O Juiz pergunta-me: você poderia pagar R$ 5. 000 como indenização a vítima? E um discreto “chute” chuta-me as “Canelas”. Era um Sinal! O Advogado queria dizer-me, aceita! Sim Sr. Juiz, seria hipocrisia de minha parte lhe responder que não... E o Advogado da vítima pediu solicitação para sair da Sala. Na volta ele contesta e propõe R$ 10. 000 para acabar a “festa”; e o Juiz se dirigiu a mim sem perguntar; aceita? E se pronunciou assim; se o senhor pode pagar R$ 5. 000 poderá pagar R$ 10. 000; confirma? Sim Sr. Juiz, mas numa condição que seja em Parcelas, e tudo dava atender que tudo terminava ali, sentindo outro chute nas minhas canelas finas.
Grande engano meu! Assina aqui, assina ali, assina lá; quando macetosamente o Juiz pronuncia-se acerca dos Acórdãos acordados na Sentença... Mas o Senhor Ademar Raimundo de Barros deverá pagar descontado em sua Folha de Pagamento uma alícota pouco significativa até que o paciente venha apresentar melhora. Melhora de que? De uma Lesão (por azar) de Tronco de Plexo Braquial Direito, que em lugar nenhum do mundo tenha cura: só muito depois de experiências que deverão ser feitas pela Medicina Moderna; quando? E aí!
A infalibilidade me julgara quando nem existia a Lei Seca; e eu ficaria para o resto da vida pagando por um Direito Adquirido esquisito demais, e agregado as Pensões Alimentícias de minhas Filhas. O que o Advogado fez? Nada! Quem poderia significar esta singularíssima pessoa, perante a aquela autoridade máxima e infalível? Seria eu o agente ‘contemporizador para lembrar a aquela magnificência que estes casos diriam respeito na Legislação em vigor, a Previdência Social Brasileira, que de sua parte já havia determinado o Valor da Pensão por Invalidez do Vazzini, na proporção que ele tinha de Carteira assinada: quando a Proporcionalidade estabelecida era de Seis Meses Trabalhados; e no frigir dos Ovos e das Contas, quem segura as pontas sou eu que pago um Dever Adquirido que a própria Lei não determina ou determinava; indenizou! Acabou! O resto a Previdência que responda. Mas uma coisa eu pude observar: quando a necessidade bateu na minha porta: eu consegui reduzir a Pensão das Filhas, e consequentemente houve reclamações por parte da vítima de que seu Direito Adquirido também foi reduzido: e eu quero ver como vai ficar the case Vazzini quando por direito legal eu venha retirar a Pensão Alimentícia das Filhas: que já são maiores de idade: uma delas já está casada: as duas já estão formadas: uma é Enfermeira, outra é Licenciada em Arquitetura: eu já vou fazer 65 anos; mas não consigo entender esta Lei... Quando é que vou me livrar destas coisas inéditas! E até quando como cidadão comum; eu tenha que pagar uma Cota de Contribuição Social maior que a da própria Previdência: quais Súmulas respaldam o "questionamento" ? O que você me diz? A infalibilidade existe, ou não existe? Será perpétua? Será contínua? Dependa da Cara? Ou dependa de outras coisas? Das Simpatias! Das Antipatias! Das Influências! Ou das relações de cada Causa...
E dependa quem?
Dependa de “Cartas “?
O Jogo é Canastra?
A Canastra é “dura”, ou seja, mole a Canastra?
A Canastra é limpa? Ou será sempre “suja”?
Valha o “Coringa”?
Qualquer descarte pega-se?
Mesmo que noutro Naipe se prossiga;
O Ouro encara Espadas?
Ou Paus engulam Copas?
O que será que sirva ou que não sirva?
A quem te apega, e a quem será que enganas,
Que proteger relegas... Quem não vê!
Quem tu proteges e quais quem tu rejeitas,
De quais tu amas mais?
Ou de quem “gostas”? E se é assim que sempre funciona.
Com a palavra: Juízes, e Advogados. Para que eu possa ajuizar nos recôncavos da minha memória; que é chegado o Tempo que caberá aos Velhos, a responsabilidade pelos Netos, Bisnetos, Filhos e Filhas na maioridade dos Nem/ Nem (Filhos das “Tantas”) que de comum acordo eles colocaram no Mundo, inclusive os Filhos de outras “Santas” que transitam por aí, cavando no meio do Trânsito e dos “Transladados” em Trâmites na Justiça, uma oportunidade acidental, ou qualquer outro incidente existencial para se beneficiarem daquele novo “Papai”, ou nova “Mamãe”, Vovô, ou Vovó; ou Titios, ou Titias empurrados numa Teia de Aranha onde mora, onde manda e desmanda... Os Filhos que não têm vergonha e nem escrúpulos: que indevidamente fazem uso dos Salários que não são seus: em troca de Bagulhos dos Vícios contraídos pelo abuso do Álcool, do Crack, da Cocaína e da Maconha, e quando não o Ócio pela condição de...Narcisos, e Patrícias, e Maurícios; que na intimidade (com todo respeito) ainda chamam-nos de Gagás ou Babacas; enquanto a Previdência Social “agoniza” sufocada por Verbas demais, e Deprimida pelo Sequestro das outras existentes... Quando nos resta pouco tempo para somente ouvirmos e cientes de que jamais poderemos estar incluso nesta Lista... Só noutra! Muito difícil de existir, pois seremos transformados em “Laranjas”.
Sem mais da “vítima” ou do “Réu”...
Dr. Ademar Raimundo de Barros... Que agradece a aqueles que prestigiaram o Blog, aos que continuaram seguidores, aos que se afastaram por livre e espontânea vontade, ou pela vontade imposta pela Sistemática do OH! (Melindres daqueles que defendem: não deixem que a Canga; Caia!), pelos que ainda quiserem ou puderem acessá-lo já que a censura é fina e refinada como derivados do Petróleo vindo de Passadina “beach”, mas o que tenho mais é agradecer, pois as minhas verdades permanecem nos Arquivos de minhas “Poesias Vivas”.
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