Na
contemplação desses Movimentos “Ondulatórios”
SOU
EU! EU SOU...
MAIS
Euueuueuueuueuu...
Como
um poeta anônimo assim se proferiu:
Sou
Cristo e Sofia
Na
batalha da alma rumo à perfeição,
Como
da mesma forma
SOUSOUSOUSOUSOUSOU!
EU!EU!EU!EU!EU!
MAIS... Eueueueueueu;
Joaquim
Francisco Bento Benedito,
Que
nem Maria minha Mãe
Tão
pouco Cristo e Madalena
Nem
Pedro, Paulo, e João Batista;
Nem
mesmo o Negro Etíope Evangelista
Tiveram
a oportunidade,
De
me conhecer
Talvez
Noé! Neto de Matusalém
Talvez
Moisés! Quem saiba? Abraão
Possam
entender este Cordel distinto
Abstrato
Vindo
do Aramaico vivo ou morto
Filosófico
Esotérico
Mitológico
Nada
Clássico
Mas
tocados nas bandas deste Mundo
Nestes
Cântaros “perdidos”
Nestes
restos que levam aos Cemitérios
Cujas
“bandas” e bocas são mistérios
Mas
que velam ainda
São
Cabelos!
São
pedaços!
“Confetes
coloridos de saudades”
Mas
cobertos com flores da verdade,
Mas
que foram por maldade consumados
E
os próprios responsáveis sabem disto,
Pois
entre tapas e beijos... Brigaram no Sinédrio
Os
próprios contra os mesmos
Posto
que na Caixa Preta nada deva constar
Mas
em Maletas constam
E
Supervisores de Voos mapeiam tudo
E
outros Aparelhos acompanham
Mas
nem conjecturam
Que
uma Bateria Antimíssil nunca terá
As
dimensões De... Caixas de Fósforos
Tudo
bem com tua consciência Ucrânia?
Ou
vais dizer... EU SOU! SOU EU!
Ou
vais dizer... AHEUS! * Com H mesmo,
Pois
na Fonética o “H” É... Cego, Surdo e Mudo.
Dr. Ademar Raimundo de Barros.
Taí!
Daí é que existem horas que quem manda mais que a lógica “sofismática” (às
vezes) de todas as Logística, é a nossa velha, e amiga medida cautelar: para
que se evite “Micos”, ou “Macacos me mordam”, pois errei. E o Vigário aqui
avisa que não haja a necessidade de opiniões precipitadas pelas paixões de
Papas, e Papisas, de Imperadores, e Imperatrizes, e a Altezas venham dormir
felizes como sempre dormiram noutras vezes: e que possam sentar na “Távola que
era Redonda”, mas redundou demais (viraram duas enormes digamos “bandas”), e
para que não haja mais conotações possamos pelos menos admitir; que no
enquadradismo de alguns versos... Ela! Está redundando demais, que se for
colocada mais uma Prótese de Silicone; ficará “quadrada”: e sua Plasticidade
adquirida: poderá ganhar ranhuras e feridas, e por esta razão a sua fisionomia
se transformará... Ó! Bela! Como conseguiste ficar... Tão velha! Feia! E
portadora de “incapacidades” tão sofisticadas, e ao mesmo tempo: tão fácil de
correção; que um simples Oftalmogista pode resolver... Ou nem queres mais ver?
Um Fonoaudiologista também serve, se um Otorrino Laringologista te amedronta,
pois acredito que nenhum conseguirá observar: nada que exista na tua Laringe ou
na tua garganta; nada que te impeça de falar: ou quebrar este silêncio teu... Que
impacienta.
Eu
até compreendo (digamos) que não devemos usar como retórica nesta ansiedade bem
maior que a anciã, nesta busca pertinaz pela comprovação do contraditório;
podermos chegar a quem agiu com dolo, e culpa: utilizando-se de reflexões como:
Mais um Elogio a Loucura, ou consultar Maquiavel, ou consultar Dante; ou sair
por aí em buscas de conceitos de Hegel que fala demais, de Kelsen que é muito rígido,
de Nietzsche que é muito irônico; tão pouco nem ser Sádico, Masoquista, ou Hilário;
até a Dramaturgia neste instante deva silenciar: como deva permanecer em silêncio
os Discípulos de Marx que estão em lados opostos neste Mundo dividido por suas
concepções. Mas em nenhuma Caixa Preta vai constar: Tower! Listening! Censores
indicam! Perigo! Perigo! Sensors Indicate danger! Danger! Wath to Do Now! Help!
Help! S.O S! S.O.S.! Socorro! Socorro! BUUMMM! Acabaram-se sonhos, e ilusões em
nulinéssimos de Segundos.
E
DE TODA REVELIA QUE SE FEZ, OU DE TODO ALVOROÇO QUE A ALGUÉM COMPRAZ (PARTE DE
PARTES ENVOLVIDAS NA VERGONHA MAIOR)... Nos noticiários Internacionais; tapas,
tabefes, bofetes, bofetões, murros, empurrões, agarra-agarra; confetes destribuídos
em plena assembleia Constituída: os próprios contra os mesmos; numa confusão
sem precedentes; contras a favor de quem? Outros próis outra vez, de novo,
novamente; e o arregimentação de outros dissidentes... Where is the reason? Nada
posso opinar... É muito lamentável, mas escutem bem o vídeo...
Sem
mais, Dr. Ademar Raimundo de Barros.
Na contemplação desses movimentos ondulatórios, lembro-me da dança sinuosa e insinuante das belas mulatas do grande Sargentelli... Daquelas morenas e negras lindas balançando as suas respectivas curvas, numa dança frenética e ondulatória...
ResponderExcluirTambém me recordo dos átomos girando freneticamente e em órbitas ondulatórias...Quem dera o grande Heisenberg, o cientista que definiu estas órbitas...
Me recordo também dos movimentos harmônicos simples e compostos...Da quebra da inércia, pelas ondas dos mares e oceanos...
E bem nessa contemplação, quero te parabenizar mais uma vez pela profundidade de tua crônica poética...Profundamente ondulatória...Sinuosa...E de movimentos interessantes...
Que o Grande Arquiteto do Universo esteja contigo, meu Tio, meu amigo...
Michell Barros Maia.
Gostei demais deste teu comentário na contemplação desses movimentos ondulatórios, pois se torna constâncias circunstanciais na lida na qual é conduzida a vida: aonde as Bandas esqueceram-se da Orquestração e da Maestria de um Beethoven ou Mozart, ou das Sinfonias de Vivaldi; e reconchundas redundam dentro deste Universo onde as ondulações frenéticas dessas belas coxas, perfis exclusivamente de Raças Raras, fisionomias enigmáticas e voluntariosas, Antropologias musculosas, e Genealogias escolhidas: insinuam-se nestes Labirintos de Requintes em busca das sinuosas ânsias contidas nos Côncavos e Convexos que se curvam, e sempre se curvarão ao Poder Maior... Ave César! E não poderemos mais encontrar:
ResponderExcluirUm terço de Amor; ¼ da Inteligência de Sofia, uma Partícula de Deus; só! Pai e Criador, e nenhum Milionésimo de Milímetro da Misericórdia de Cristo; nem mesmo o olhar apaixonado de Romeu à Julieta conforme foi escrito... Tenham dó!
Um grande abraço para você (meu Sobrinho) que amo tanto como se eu fosse teu Pai... Dr. Ademar Raimundo de Barros.